quinta-feira, 14 de maio de 2015

BITTAR QUER TURBINAR A ÁREA COMERCIAL DA TELEBRAS

Até semana que vem deverá estar definido um plano estratégico, com metas de faturamento.


Ao tomar posse hoje (14) na presidência da Telebras, o ex-deputado Jorge Bittar, engenheiro de formação e funcionário da antiga Embratel por 21 anos, disse que uma de suas primeiras medidas será dinamizar a área comercial da empresa, que precisa produzir mais. Ainda em meta de faturamento definida — o plano estratégico para a área está em elaboração —, ele informou que pretende ampliar em muito o faturamento da empresa, de R$ 30 milhões. “Somos uma empresa de governo com papel estratégico, mas temos também que buscar retorno”, disse ele. Para isso, vai sair atrás da clientela, saber o que os ministérios e órgãos de governo, precisam. “Eles são nossos clientes de varejo. Nossos clientes de atacado são os provedores de acesso à internet e serviços de telecomunicações e mesmo as grandes operadoras, com as quais vamos desenvolver mais parcerias”, informou.

Sua intenção é manter a atual estrutura da área comercial, que conta com três gerências: uma para governo, outra para provedores e uma terceira para parcerias. E todas elas terão metas e objetivos a serem alcançados. No caso do governo, hoje a Telebras já provê serviços para o Planalto, a Casa Civil, as Forças Armadas e o Ministério das Comunicações, entre outros. O objetivo é ampliar muito esse leque de cliente. Recentemente, a Telebras firmou contrato com o Ministério do Trabalho – o atendimento começou por Minas Gerais — e, no seu curto período à frente da empresa, cerca de uma semana, Bittar já iniciou entendimentos para atender o Ministério da Justiça.

Como outras empresas públicas que dependem de orçamento do governo federal, o orçamento da Telebras ainda não está definido. Mas Bittar acredita que os recursos para os projetos estratégicos — R$ 600 milhões para o satélite, a ser lançado no último trimestre de 2016, e R$ 10 milhões para o início do projeto do cabo submarino – estarão mantidos. “Já tive uma reunião com o Tesouro para tratar da liberação de uma parcela de recursos para o projeto do satélite, uma parceria com as Forças Armadas e a Embraer”, contou ele.

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