sábado, 25 de maio de 2013


SDE quer concretizar negócios em tecnologia

Diário do Nordeste - 25/05/2013

Secretaria tem na mira a instalação de um Ponto de Troca de Tráfego entre o Brasil e o exterior para a Capital

Fortaleza planeja receber o primeiro Ponto de Troca de Tráfego (PTT) do Brasil. O empreendimento faz parte dos planos de investimento em infraestrutura do Ministério das Comunicações (MiniCom) e deve beneficiar diretamente as operadoras de telefonia, que chegam a gastar US$ 500 milhões anualmente com a troca de informações entre o Brasil e o exterior (Estados Unidos e Europa) via cabos submarinos de fibra óptica.

Além do ponto a ser instalado pelo MiniCom, Castro afirmou que negocia com a Telebrás mais empreendimentos para a Praia do Futuro
De acordo com Robinson de Castro, titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) da Prefeitura e responsável pela formação do Parque Tecnológico da cidade, representantes do próprio MiniCom falaram do projeto para ele, quando foi à Brasília. "Com um equipamento desses nós vamos ter tecnologia de ponta no Estado e também deveremos ter banda larga mais barata", afirmou.

No entanto, a chegada do empreendimento à Capital cearense ainda dependerá de um edital, segundo o secretário, que deve ser lançado nos próximos meses. "Mas Fortaleza tem credenciais. Nós estamos em um local mais perto da Europa e dos Estados Unidos e temos estrutura", ressaltou Castro.

Atualmente, a Capital é a cidade mais conectada via cabos de fibra óptica de todo o Nordeste e, vencendo o edital, tornaria-se a primeira cidade do País a possuir um equipamento do tipo.

Telebrás e novos negócios

A negociação com a Telebrás para a instalação de um data center na Praia do Futuro também evoluiu, conforme afirmou o titular da SDE. Com o interesse da estatal mantido, a Prefeitura disse que pediu em troca do terreno que irá ceder "uma estação de cabos e outra de satélites, além de um centro de pesquisa" - todos para aquela região da orla.

A confirmação do negócio, no entanto, segue condicionada ao encontro do presidente da Telebrás, Caio Cezar Bonilha, com o prefeito Roberto Cláudio - ainda sem data definida.

Os vários equipamentos citados por Castro deverão reforçar o projeto do Parque Tecnológico de Fortaleza, previsto para ser formado na Praia do Futuro.

Empresas locais e ganhos
Perguntado sobre a articulação com os empresários locais de Tecnologia da Informação e Comunicação, o secretário afirmou que tem agendado com representantes do setor cearense na primeira semana de junho.

"Nós queremos juntar as pontas, pois esperamos atrair grandes empresas da área de tecnologia para cá, tanto de dentro quanto de fora do Brasil, e queremos fortalecer os nossos empresários antes", garantiu.
Provedores de internet do Norte e Nordeste terão encontro de capacitação

O encontro se realiza na próxima terça-feira, em Fortaleza

Tele.Síntese - 24/05/2013

Os provedores de internet que atuam no interior do país são os principais agentes de disseminação do acesso à rede mundial de computadores e da banda larga, construindo fibras de telecomunicações, levando conectividade aos pequenos municípios e chegando na casa dos usuários. Para proporcionar maior capacitação a esses pequenos empreendedores, a Bit Social, reponsável pela edição da revista ARede, vai promover quatro eventos.

O primeiro encontro será realizado no próxima terça-feira, dia 28 de maio de 2013, no Hotel Luzeiros, em Fortaleza, CE, e será dirigido para os ISPs do Norte e do Nordeste. Este evento está sendo patrocinado pelo Sebrae Nacional, Padtec e Furukawa. Conta ainda com os apoios institucionais da Abrint, Etice e Telebras.

Em julho serão realizados dois outros encontros, um em Belo Horizonte, dirigido aos provedores das regiões Sul e Sudeste; e o outro em Brasília, voltado para as empresas do Centro-Oeste. O último da série será em Recife, focado também nas empresas que operam nas regiões Norte e Nordeste.

O primeiro encontro, que acontece em Fortaleza, terá três paineis e a ideia é que cada palestrante trate de um tópico dentro do painel para que as apresentações se complementem e os representantes dos provedores possam ter uma visão completa, sob os aspectos da tecnologia, dos possíveis serviços de valor adicionado; das soluções na nuvem; da gestão e dos aspectos regulatórios e das frequências disponíveis. Maiores informações podem ser obtidas pelo fone (11) 31 24 74 49

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Telebras Copa receberá R$ 1,7 mi para transporte de dados na Copa das Confederações

Subsidiária da Telebras já garantiu mais R$ 31,6 milhões pela transmissão de áudio e vídeo dos jogos

Tele.Síntese - 24/05/2013

O Ministério das Comunicações vai pagar mais R$ 1,7 milhão à Telebras Copa para o fornecimento do serviço de transporte de dados, de maneira a complementar a prestação de serviços de transmissão de dados dos provedores de mídia (serviços para atendimento à imprensa), para a Fifa, durante a Copa das Confederações, que começa dia 15 de junho. No início do mês, foi publicado o contrato entre o MiniCom e a subsidiária da Telebras para prestação do serviço de telecomunicações e de transporte de dados necessários à transmissão de áudio e vídeo desses jogos, no valor de R$ 31,6 milhões.

A contratação também foi feita por meio de dispensa de licitação, fundamentada no parágrafo segundo do artigo 55 da Lei 12.663/2012 – a Lei Geral da Copa. O texto diz que é dispensável a licitação para a contratação, pela administração pública federal direta ou indireta, da Telebras ou de empresa por ela controlada, para realizar os serviços de telecomunicações. A lei diz ainda que a União, por meio da administração pública federal direta ou indireta, poderá disponibilizar, através de instrumento próprio, os serviços de telecomunicação necessários para a realização dos eventos.

A Telebras Copa foi criada em outubro do ano passado, com o objetivo da prestação de serviços de telecomunicações à Fifa durante a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014. A empresa é responsável pela implantação da infraestrutura necessária para o fornecimento de redes de fibra ótica metropolitana, links satelitais nas estruturas chave e ligação via rádio nos campos base das seleções que participarão dos eventos, conforme determina a Matriz de Responsabilidades do governo nos eventos esportivos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Estudo irá definir arquitetura e gestão do anel óptico do Cone Sul

Trabalho será concluído em 12 meses, com recursos do BID

Tele.Síntese - 23/05/2013

Os ministros das áreas de Comunicação dos países da União de Nações Sul americanas (Unasul) assinaram convênio com o BID para contratar estudos que irão apontar qual a melhor arquitetura, a forma de gestão ideal e estimar os custos para a construção do anel óptico para integrar as redes de banda larga entre os países. “O prazo para conclusão do trabalho é de 12 meses e os US$ 1 milhão serão custeado totalmente pelo banco de desenvolvimento”, afirmou o diretor de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra.

O prazo para implantação do anel óptico era de três anos, mas há dificuldades para que seja cumprido. “A mudança de governo no Paraguai atrasou as negociações no âmbito da Unasul”, explicou Coimbra. Mas disse que a Telebras vem costurando acordos bilaterais para conectar as fronteiras brasileiras com outros países. Ele informou que já há acordos com a Arsat, da Argentina, e Antel, do Uruguai. Há ainda negociações com empresas do Paraguai e da Bolívia para celebração de acordos de interconexão.

O objetivo do anel óptico é garantir um tráfego mais eficiente, mais seguro e menos custoso para os países sul-americanos. Atualmente, o caminho percorrido pelos dados numa simples conexão à internet é extenso e caro: se um internauta do Brasil acessa um site do Chile, por exemplo, a conexão segue até um servidor nos Estados Unidos, via cabos submarinos, para, então, voltar ao Chile. Com o anel ótico interligando os países sul-americanos, o tráfego circulará diretamente entre as redes locais. A estratégia regional também prevê a atração de servidores e data centers para a instalação de mais conteúdos na América do Sul.

Além disso, o Brasil tem por objetivo lançar três sistemas de cabos submarinos, sendo um para os Estados Unidos, um para a Europa e outro para a África. O projeto está sendo conduzido pela Telebras em parceria com empresas privadas e investidores de vários continentes. Com esses sistemas, o Brasil e a América do Sul terão muito mais independência no tráfego de banda larga mundial. Por enquanto, as negociações avançaram apenas para a construção do cabo para a África.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Brisanet Telecomunicações contrata serviços da Telebras

Insight - Laboratório de Ideias - 22/05/2013

Em sua página no Facebook, em postagem desta data, o provedor Brisanet Telecomunicações noticia que "Na intenção de melhorar cada vez mais os serviços, a Brisanet contratou mais um novo fornecedor (TELEBRAS) garantindo assim, o serviço com redundância, ou seja, sem interrupção no fornecimento do aceso à internet. 

A ativação do novo link está prevista para o próximo mês. Com este novo fornecedor, a Brisanet dobra a sua capacidade para atender os clientes nas mais de 170 cidades, nos estados do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte."
Lygia Pupatto deve ser a nova secretária-executiva do MiniCom

Cezar Alvarez sai no final de junho para concluir seu doutorado

Tele.Síntese - 22/05/2013

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, não confirmou oficialmente, mas já disse que irá buscar uma soluçao interna para o cargo de secretário-executivo de seu ministério. E o nome mais forte, dado como certo por diferentes interlocutores , é o de Lygia Pupatto, atual secretária de inclusão digital do Ministério. Lygia é paranaense, da base política de Bernardo, e conseguiu conduzir com maestria o edital de licitação das cidades digitais.

Outro nome que se especulava para o cargo, o de João Rezende, atual presidente da Anatel, só seria uma opção viável se o ministro também saísse candidato nas próximas eleições, o que ainda não está muito claro, visto que joga todo o seu empenho para eleger sua esposa e atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, governadora do Paraná.
Teles atrasam projetos para a Copa

Auditoria da Anatel aponta que 74% dos projetos para o Mundial não saíram do papel

O Estado de São Paulo - 22/05/2013

Auditoria realizada nos três primeiros meses deste ano revela que 74% dos projetos da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para a Copa de 2014 ainda não saíram do papel. De acordo com o documento, dos 34 projetos previstos para o Mundial a maioria ainda aguarda a realização do termo de referenda.

O documento é uma etapa anterior ao edital para a contratação de serviço ou compra de material que serão utilizados durante os jogos.

A auditoria foi realizada pelos servidores da Anatel entre 31 de janeiro e 31 de março deste ano e concluída em 19 de abril. Os resultados foram obtidos com exclusividade pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

"Em 28 março de março de 2013 a posição de execução física dos projetos, conforme apresentação realizada pela Coordenação Geral ao Conselho Diretor era a seguinte: Um projeto executado (produto entregue); onze projetos em execução (contratos assinados) e vinte e seis na fase de preparação, ou seja, entre a elaboração do termo de referência e a assinatura do contrato", diz trecho da auditoria da agência reguladora.

No início do mês passado, o Estado revelou que disputas comerciais também atrasam os investimentos previstos na área de telecomunicações.

A Minas Arena, que administra o estádio em Belo Horizonte, queria cobrar R$ 50 mil mensais de aluguel da sala onde Oi, Claro, TIM, Vivo e Nextel precisariam instalar os equipamentos que vão distribuir o sinal.

Após a publicação da reportagem, o preço cobrado caiu.

Atraso
Entre os projetos listados com atraso estão: a instalação de um sistema de monitoramento do espectro VHF, UHF, de equipamentos para automação de processo de fiscalização, a contratação de empresa especializada em informações geo espaciais, e a criação de um centro de monitoramento de rede e de um serviço e sistema de monitoramento de satélite.

A auditoria também aponta que dos R$ 171 milhões previstos no orçamento da Anatel para o custeio de programa para a Copa de 2014 apenas R$ 62,9 milhões foram contratados até o momento, o que representa 37% do total.

Programação
Procurado, o presidente da Anatel, João Rezende, considerou que todos os gastos feitos até o momento estão dentro da programação da Agência. Segundo ele, a auditoria teve como base um cronograma estabelecido em 2011, mas que foi alterado no último mês de setembro.

"O relatório da auditoria em si não me preocupa porque (a Anatel) está fazendo o papel dela. Todos os nossos gastos estão de acordo com o cronograma e não há nenhum risco de chegarmos na Copa do Mundo sem toda a estrutura de que nós precisamos", afirmou Rezende. "Estou confortável com o trabalho que vem sendo feito pois está dando segurança jurídica (ao processo)", acrescentou.

O presidente da Anatel, entretanto, não descartou novas mudanças no cronograma de investimentos para a Copa. "Sempre é possível haver replanejamentos. Mas sem comprometer o cronograma final", disse. Em relação aos projetos em atraso, Rezende disse que a agência deu prioridade, num primeiro momento, para aqueles dê maior impacto.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Edital de novas posições orbitais brasileiras irá a consulta pública em até três meses

Teletime - 21/05/2013

O governo deve incentivar a utilização de satélites para uso da banda Ka, tanto com novas posições orbitais para a iniciativa privada como na parceria com a Telebras para fornecer acesso em locais onde uma infraestrutura de backhaul com fibra é mais difícil, como na região amazônica ou em áreas rurais mais afastadas. Durante o 57º Painel 2013 Telebrasil nesta terça-feira, 21, em Brasília, o gerente de projetos do departamento de banda larga do Ministério das Comunicações, André Moura Gomes, afirmou que o plano faz parte de uma abordagem que o Minicom considera como de “complementaridade” entre as tecnologias fixa, móvel e satélite.

Segundo o gerente do Minicom, são duas iniciativas para fomentar a utilização da banda Ka. “A primeira é o satélite contratado para o governo brasileiro, que vai oferecer capacidade de backhaul onde há dificuldade de acesso. Existe paralelamente com a Anatel o estudo para liberar novos direitos de exploração de satélites no Brasil”, diz ele. A segunda iniciativa é que o projeto prevê parceria com iniciativa privada para oferecer serviços de maior capacidade. “Isso pode inclusive oferecer serviço direto para o consumidor final.”

As desonerações previstas na possível regulamentação da Lei 2.715, que também beneficia equipamentos e serviços de 450 MHz, já deverá proporcionar um incentivo para essas empresas que decidem investir na comunicação com os artefatos espaciais. Mas ele diz que o governo entende que há espaço grande para a iniciativa privada. “É um investimento significativo, mas a gente acompanha a demanda por novas posições orbitais. E a indústria está bastante animada com a expectativa para oferecer mais serviço para a população brasileira”, declara Gomes.

O trabalho está sendo conduzido pela Anatel, que é a responsável pela publicação dos editais. “O próximo edital está praticamente fechado na área técnica da agência para ser lançado para a consulta pública”, afirma André Gomes. “Em dois ou três meses, pelo menos, o edital será lançado para a consulta”, estima.
Telebras reduzirá capital social para compensar prejuízos acumulados

Teletime - 20/05/2013

A Telebras ira reduzir o capital social para absorver o saldo de prejuízos acumulados no valor de R$ 456,3 milhões, informou a empresa nesta segunda-feira, 20, em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Com isso, o capital social sairá de R$ 719,4 milhões para R$ 263,1 milhões, sem redução na quantidade de ações. 

Apesar da atitude ter sido aprovada pelo Conselho de Administração da Telebras em assembleia geral ordinária no dia 4 de abril, o assunto ainda será submetido à deliberação da Assembleia Extraordinária de Acionistas da empresa.

domingo, 19 de maio de 2013

Nada divide mais SP do que acesso à internet

O Estado de Sâo Paulo - 19/05/2013

Em praticamente todas as faixas de renda, o paulistano já tem em casa os principais bens de consumo. Do total de domicílios da cidade, 98,7% possuem geladeira, 98,6% têm televisão e 80,5%, máquina de lavar. Há, porém, uma exceção: a internet. Apenas 54,2% das residências têm conexão. Isso é mais que a média brasileira, mas a desigualdade entre os bairros é grande - distritos ricos chegam a ter porcentual três vezes maior que os de menorrenda.

Os números fazem parte de estudo do Ibope com base no Censo 2010. Fruto de uma parceria entre o instituto e o Estadão Dados, o levantamento foi feito com métodos estatísticos e de georreferenciamento para associar respostas relativas a maiores de 16 anos do questionário estendido do Censo 2010 aos 96 distritos paulistanos. Ele faz parte da série 96XSP, que traz reportagens sobre a cidade e temas como migração, deslocamento e religião na capital.

Segundo os dados, o acesso à internet é a última fronteira da universalização dos bens de consumo em São Paulo. Em distritos de maior renda, o porcentual de residências com acesso àinternet chega a 87,9% - esse é o caso de Moema, seguido de perto pelo Jardim Paulista, Alto de Pinheiros e Itaim-Bibi. Do outro lado do ranking, estão os dois distritos mais ao sul da cidade, com considerável população vivendo em área rural: Marsilac (15%) e Parelheiros (26,8%). Entre os distritos tipicamente urbanos, o pior colocado é o Jardim Ângela: 32%.

Minoria 
O webdesigner Renan Castro dos Santos, de 18 anos, está dentro desse seleto grupo. Morador do distrito do Jardim Ângela desde que nasceu, Renan tem internet em casa desde os 8 anos e diz que aprendeu a trabalharfazendo sites por conta própria. "Sou exceção no bairro. Aqui, realmente pouca gente tem internet em casa. É por isso que você vê sempre as lan houses tão lotadas." Segundo ele,aexplicação paraobaixo número de conexões não é totalmente financeira.

"A empresa que tem plano popular de R$ 29,90 por mês não atende aqui no bairro. Aí temos que contratar um serviço mais caro. O que eu tenho em casa custa R$ 70. Trabalho com isso, então pago, mas muita gente acha que vale mais a pena usar a lan house para mexer no Facebook." Renan lamenta essa pouca adesão e acredita que, se o acesso à internet fosse mais universal, as pessoas poderiam se manter mais bem informadas. "Seria uma maneira de elas terem uma postura política mais ativa."

A psicóloga Maria Regina dos Reis Gomes de Castro, de 61 anos, moradora de Moema, vive em um mundo distinto. Ela tem internet em casa há mais de 15 anos, mas quem usava mesmo eram o marido e os filhos. Ao longo dos tempo, ela foi percebendo que a rede poderia ser útil para marcar consultas e conversar com pacientes.

Não adepta do Facebook -"nunca vou ser, pela questão da privacidade" -, ela usa a internet para pesquisar artigos, ler notícias e conversar com amigos de um grupo de música. Por isso, acha que ter acesso em casa hoje é essencial. "Tenho também conexão pelo celular, mas uso mesmo é em casa. Não dá para ficar sem."