sexta-feira, 3 de maio de 2013

WSJ - "Brazil's Telebras: Three Firms Advance in Bid to Build Satellite"

The Wall Street Journal - 03/05/2013

RIO DE JANEIRO--Brazilian state-run telecommunications company Telebras late Friday selected three firms to participate in a tender to build a new defense and communications satellite for Latin America's largest country.

Mitsubishi Electric Corp., Space Systems/Loral and Thales Alenia Space will advance to the final round, Telebras said.

The satellite will be used for defense purposes, Telebras said. But the satellite also will deliver high-speed internet services to remote areas of Brazil, where options such as cable aren't widely available, Telebras said.

The final step will select which firm will build the satellite, according to Telebras's specifications, and Telebras will operate it, the company said.
Telebras pré-seleciona Thales, Loral e Mitsubishi para fornecer satélite

Teletime - 03/05/2013

A Telebras informou nesta sexta, 3, que a Visiona Tecnologia Espacial S/A (empresa da qual a estatal de telecomunicações é sócia com 49% do capital, ao lado da Embraer) pré-selecionou as empresas Mitsubishi Electric Corporation (Melco); Space Systems/Loral; e Thales Alenia Space no processo de escolha para o fornecedor do sistema do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

Trata-se do projeto de um satélite de comunicação e uso militar programado para 2015. Segundo o comunicado, essa primeira pré-seleção considerou requisitos técnicos, operacionais, econômicos e de transferência de tecnologia. Segundo o comunicado, "a próxima etapa será a final e seguirá as especificações da Telebras, operadora do satélite, bem como do Termo de Referência elaborado pelos ministérios das Comunicações, da Defesa e de Ciência, Tecnologia e Inovação".

O projeto do SGDC prevê um satélite com capacidade de operação em banda Ka e banda X. Na banda Ka, que será usada para comunicação de dados pela Telebras, serão 39 spots de 450 km e 10 spots de 900 km de cobertura. Ao todo, a parte de comunicação do satélite terá capacidade de 100 Gbps.
Telebras emite comunicado ao mercado sobre a Visiona

Telebras - 03/05/2013

Comunicado ao Mercado

EMPRESAS PRÉ-SELECIONADAS PARA FORNECER SATÉLITE BRASILEIRO

A Telebras (Telb3/Telb4 - BM&FBovespa) comunica aos seus acionistas e ao mercado que a empresa Visiona Tecnologia Espacial S.A., da qual é detentora de 49% do capital, divulgou hoje a pré-seleção das empresas Mitsubishi Electric Corporation (Melco); Space Systems/Loral e Thales Alenia Space para o fornecimento do sistema do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). 

A pré-seleção baseou-se em requisitos técnicos, operacionais, econômicos e de transferência de tecnologia. A próxima etapa será a final e seguirá as especificações da Telebras, operadora do satélite, bem como do Termo de Referência elaborado pelos ministérios das Comunicações, da Defesa e de Ciência, Tecnologia e Inovação. 

Brasília, 3 de maio de 2013.

Bolivar Tarragó Moura Neto
Diretor de Relações com Investidores
Estadios mundialistas serán focos de internet

AP - 03/05/2013

BRASILIA (AP) - Los estadios en las 12 ciudades brasileñas que recibirán el Mundial de 2014 contarán con conexiones de internet de por lo menos 50 gigabits, que les permitirán atender las necesidades del máximo torneo futbolístico y posteriormente extender la conexión a la red por la ciudad y alrededores, dijo este jueves el gobierno.

El ministro de las Comunicaciones, Paulo Bernardo Silva, aseguró que las conexiones ya están listas en las seis localidades que hospedarán en junio la Copa de las Confederaciones, una especie de preámbulo del Mundial en el que participarán ocho selecciones internacionales, y en los próximos meses estarán habilitadas en las otras seis.

"Para nosotros eso va a ser parte del legado del Mundial. Telebrás (empresa estatal de telecomunicaciones) está invirtiendo 100 millones de dólares en redes de fibra óptica en las regiones metropolitanas", declaró Silva en un encuentro con corresponsales extranjeros. "Esos estadios van a servir de base para expandir internet de banda ancha por las ciudades", agregó.

El presidente de Telebrás, Caio Bonilha, comentó en el encuentro que los estadios, centros de prensa, áreas de trabajo de la FIFA y áreas de entrenamiento estarán abastecidos con conexiones de internet de banda ancha por encima de las necesidades calculadas por cada uno de esos puntos.

Además de los 50 gigabits de internet aportados por Telebrás, habrá empresas privadas de telecomunicaciones que ofrecerán acceso a la red de computadoras, con lo que el total de acceso podría llegar a hasta los 100 gigabits en cada sede, según Bonilha.

La red ya está disponible en Belo Horizonte, Brasilia, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro y Salvador, que serán sede de la Copa de las Confederaciones en junio y será sometida a una prueba general el 15 de mayo, un mes antes del inicio del torneo.

De las restantes seis ciudades mundialistas, cinco ya cuentan con red de fibra óptica para llevar la instalación de banda larga a sus centros deportivos: Cuiabá, Curitiba, Natal, Porto Alegre y Sao Paulo.

Según Silva, la única ciudad que no cuenta con una red es Manaus, una ciudad industrial en el corazón de la Amazonia, donde en junio se concluirá la instalación de una red de transmisión eléctrica y fibra óptica que llevará internet en mejores condiciones de las que recibe actualmente vía satelital.

La red que llevará internet a esa ciudad debe ser complementada con una red de fibra óptica para extender el acceso a internet de banda larga que debe estar habilitada en diciembre de 2013 o enero de 2014.

Según datos de 2011, los últimos disponibles, hasta ese año 38% de los domicilios brasileños contaban con acceso a internet, aunque según el ministro ese número podría alcanzar a 50% en la actualidad. La meta del gobierno, dijo, es llegar a 90% de hogares con internet de banda ancha en los próximos cuatro años.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Governo promete Internet de alta capacidade durante a Copa

Cada um dos 12 estádios da Copa terá duas redes de 50 giga cada uma, todas ligadas a uma rede de fibra ótica, disse o ministro das Telecomunicações, Paulo Bernardo

Exame - 02/05/2013

Brasília - Os torcedores que assistirem à Copa de 2014 no Brasil não terão problemas para usar a Internet nos estádios, mas talvez prefiram utilizar um chip de celular de uma operadora local para reduzir os custos, disse na quinta-feira o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo

Cada um dos 12 estádios da Copa terá duas redes de 50 gigabytes cada uma, todas ligadas a uma rede de fibra ótica, disse o ministro a jornalistas. "Duvido que os estádios utilizem um terço da capacidade que estamos instalando", afirmou.

"Nem mesmo o Sr. Jerome Valcke vai usar toda essa capacidade, embora ele até pudesse se fizesse muitas declarações explosivas", cutucou o ministro, em alusão ao secretário-geral da Fifa, que no ano passou recomendou um "chute no traseiro" das autoridades brasileiras por causa da lentidão nos preparativos para o torneio.

Embora as relações de Valcke com o governo tenham melhorado depois disso, a Fifa continua preocupada com atrasos nas obras dos estádios e com insuficiências em hotéis, transportes e comunicações.

Dois dos seis estádios a serem usados na Copa das Confederações --evento teste que começa em 15 de junho, em Brasília-- ainda não foram inaugurados.

Há expectativa de que o Brasil receba mais meio milhão de visitantes para a Copa de 2014. Muitos deles vão querer enviar emails ou postar fotos em redes sociais, o que pode congestionar as redes móveis locais.

Nas últimas semanas, as operadoras de telefonia móvel brasileiras inauguraram as primeiras redes de telefonia celular de quarta geração (4G) e o serviço estará disponível nos estádios e nas cidades-sedes da Copa das Confederações.

Mas muitos torcedores estrangeiros não terá como usá-la, porque grande parte dos smartphones dos EUA e de parte da Europa geralmente funcionam em radiofrequências como a de 700 megahertz, ao passo que o 4G brasileiro opera em 2,5 GHz.

"Quem tiver um celular de 700 MHz não poderá usar o 4G, terá de usar o 3G", disse Bernardo.

O ministro recomendou que os fãs evitem as altas tarifas de roaming internacional, comprando chips de operadoras brasileiras assim que desembarcarem no Brasil.

O número de usuários do 3G no Brasil cresceu "explosivamente" desde seu lançamento, em 2008, chegando a quase 70 milhões, e até o final de 2014 a expectativa é de 130 milhões de usuários, segundo Bernardo.
Fibra óptica antagoniza teles e municípios

Convergência Digital :: 02/05/2013

A TelComp – Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas - reclamou, oficialmente, por meio de uma comunicação para clientes, enviada na segunda-feira, 29/4, das iniciativas de construções de redes próprias de fibra óptica por parte de municípios e estados, ao mesmo tempo em que, em geral, a maioria não adota políticas para facilitar a implantação de redes pelas teles.

"A cobrança de taxas para 'análise de projetos' que chegam ao valor unitário de R$ 50 mil, ou a obrigatoriedade de construção de duto adicional para 'doação' ao município, são exemplos concretos de iniciativas de administrações municipais que pouco ajudam a implantação de novas redes pelas operadoras especializadas", destaca o levantamento da TelComp, entidade que reúne provedoras SCM e também as operadoras de telecomunicações.

O informe também destaca 'a multiplicação de regras municipais restritivas para a instalação de antenas de celulares tem limitado em muito a expansão e melhora dos serviços móveis em muitas cidades brasileiras, objetivo público encampado pela própria União quando dos recentes leilões de radiofrequências'. A entidade criticou a falta de apoio político para a tramitação dos projetos de leis para disciplinar a cobrança de direito de passagem em rodovias e na definição de regras uniformes para a implantação de antenas, voltadas para o serviço móvel.

A Telcomp também lamentou a falta de acordo entre Anatel e Aneel para um uso mais adequado dos postes.“Sem acesso aos postes não há como expandir rapidamente as redes de fibra óptica no país. Os custos de enterramento são muito altos e é impossível realizar obras nos centros urbanos em ritmo acelerado como seria necessário para expandir as redes na velocidade compatível com a demanda de mercado”, afirma João Moura, presidente executivo da TelComp.

Os municípios, por sua vez, também reclamam da lentidão das operadoras em atender suas demandas. Em evento realizado no Rio de Janeiro, o prefeito de Goiania, Paulo Garcia (PT), anunciou que vai colocar a capital de Goiás no ranking das 10 cidades sustentáveis no mundo, num prazo de 10 anos. Para isso, um projeto está em andamento: a construção de uma rede própria de telecom. A licitação - que envolverá fibra óptica e Wi-Fi já está sendo desenhada e acontecerá ainda neste semestre.

Indagado do porquê de partir para uma rede própria, Garcia fez críticas às teles. "Elas não estão correspondendo à nossa demanda. Não têm como nos atender nos prazos solicitados. Por isso, uma rede própria. Além disso queremos o wi-fi gratuito em áreas públicas", salientou o prefeito.O governo do Paraná também construiu uma rede própria para atender a sua demanda. "Foi necessário investir para termos qualidade no serviço", destacou o governador do Estado, Beto Richa(PSDB/PR).

*Com informação da TelComp
Telebras & ECT: parceria, cooperação ou integração?

Insight - Laboratório de Ideias - 02/05/2013

Em maio de 2011, em entrevista publicada pelo Blog do Planalto, a advogada Luciana Pontes, Subsecretária de Serviços Postais e Governança de Empresas Vinculadas, afirmava que, com a mudança na lei de criação da estatal, a ECT entraria na era da informática, ficando autorizada a expandir sua atuação nas áreas de logística integrada, serviços financeiros e serviços postais eletrônicos, incluindo a hospedagem de sites de comércio eletrônico, o chamado e-shopping.

Com relação aos Serviços Postais Eletrônicos, Luciana disse que "Eles abrangem várias atividades como a certificação digital, que significa que os Correios vão passar a ser um agente de certificação. Outro serviço é a mensageria eletrônica, que é a remessa de documentos, por via digital, com segurança, confidencialidade, comprovação de autenticidade e autoria. Poderá ser usado por quem tem um documento e quer ter certeza de que ele vai chegar e ninguém vai ver, e de que quem estará recebendo é a pessoa autorizada. É uma troca de mensagens virtuais de forma segura e garantida. Além disso, terá também o email registrado. Outro serviço é o e-shopping, de suporte ao comércio eletrônico. A ideia é a página dos Correios na internet hospedar as lojas, o que potencializa a logística integrada".

Segundo afirmou Luciana, "a universalização é o objeto principal e a função social da ECT, mas para ela atingir a função social precisa modernizar seu objeto e fazer um subsídio cruzado de outras atividades econômicas que permitam a ela sustentar esse serviço público essencial, que é a universalização".

É importante considerar também que, desde 2012, o Banco Postal passou a ser operado pelo Banco do Brasil. Oferecendo serviços bancários em 94% dos municípios do País através das mais de 6.000 agências próprias dos Correios, o Banco Postal / Banco do Brasil tende a se tornar um dos beneficiários diretos da modernização da ECT, principalmente no que diz respeito às facilidades possibilitadas pela informática, podendo ainda ampliar as atividades de fomento à indústria, ao comércio e e às atividades agropastoris nos mais longínquos locais do Brasil.

Contando com 11.871 agências de vários tipos, 4.996 postos de venda de produtos e 20.215 caixas de coleta, a ECT está capilarizada por 5.556 municípios brasileiros, do Oiapoque ao Chuí, passando pelos mais inóspitos rincões da região amazônica e do sertão nordestino.

Dependência de uma rede digital confiável
O que ficou evidente no projeto de modernização da ECT é sua dependência de uma rede digital confiável e de âmbito nacional, que possa interligar, com segurança e rapidez, as milhares de agências e postos existentes. Sem esta, a modernização ficaria restrita aos mesmos clientes que hoje podem usufruir de banda larga em alta velocidade e, mesmo assim, com com um nível de segurança e de confiabilidade apenas razoável.

Em síntese, a ECT só poderá expandir a utilização dos produtos já disponíveis, implantar novos e cumprir sua função social de universalização, beneficiando realmente todos os brasileiros, quando o PNBL já tiver universalizado a banda larga no País e a Telebras puder também lhe oferecer produtos diferenciados que possibilitem otimizar os serviços que pode prestar.

Integração ECT & Telebras
Nesse contexto, a parceria sinérgica estabelecida em 10 de abril deste ano entre a ECT e a Telebras se mostra não apenas estratégica, mas sim totalmente indispensável para a nova realidade desenhada pela ECT. Para a Telebras, será de enorme importância também, pois fornecerá um suporte federal direto em praticamente todos os municípios brasileiros, especialmente fora dos grandes centros.

O comunicado distribuído por ambas as empresas cita que foi por elas assinado um "termo de cooperação técnica de compartilhamento de espaços físicos, infraestrutura, recursos e conhecimentos para implementar o Programa Nacional de Banda Larga – PNBL, a universalização dos serviços postais e a infraestrutura de telecomunicações necessária à realização da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014".

O presidente da Telebras, Caio Bonilha, em declaração reproduzida pela mídia, afirmou que "Somos empresas do mesmo Ministério. Nossa integração com a ECT é fundamental para as ações de descentralização e criação dos oito centros operacionais da Telebras em alguns locais do País”.

Duas expressões presentes acima não ficaram claras, podendo conter significados que ultrapassam uma leitura simples.

Em primeiro lugar, o que seria exatamente um "termo de cooperação técnica de compartilhamento... de recursos"?

Por outro lado, o presidente da Telebras, ao falar em "integração" entre as duas empresas, e não em "parceria", utilizou a primeira palavra apenas como um sinônimo geral da segunda, ou haveria algum outro tipo de associação possível entre ECT e Telebras?

Essas duas questões são pertinentes e merecem ser levantadas, uma vez que a Subsecretária de Serviços Postais e Governança de Empresas Vinculadas, também afirmou, em maio de 2011: "A ECT poderá ser acionista de outras empresas, que atuem em atividades complementares à sua. Hoje, os Correios já podem constituir subsidiária integral, uma empresa que é 100% da ECT. Mas é importante ressaltar que a permissão para participar de outras sociedades será acompanhada caso a caso pelo Conselho de Administração e pelo próprio Ministério das Comunicações. Outra iniciativa é a autorização para firmarem parcerias comerciais que agreguem valor à sua marca e proporcionem maior eficiência à sua estrutura, especialmente de sua rede de atendimento. Mais uma vez, o objetivo é potencializar a utilização da mão de obra da ECT."

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Assinantes do 4G podem superar 4 milhões até o fim do ano, diz ministro

Segundo Paulo Bernardo os preços dos planos 4G estão próximos aos oferecidos pelo 3G e isso derrubará mito de que os preços são inacessíveis


O ministro das comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta terça-feira que está satisfeito com o processo de implementação em curso do 4G e aposta em forte adesão do consumidor. De acordo com Bernardo, a base de assinantes poderá superar os 4 milhões de usuários até o fim do ano. O número havia sido projetado pelo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende. "Aposto um jantar com o Rezende que será maior", disse Bernardo durante cerimônia de lançamento do 4G da Vivo.

O ministro das Comunicações destacou que os preços dos planos estão próximos aos oferecidos pelo 3G. "Isso vai derrubar um mito de que os preços serão inacessíveis." Bernardo avaliou que o leilão do 4G na faixa de 2,5 GHz, foi bem estruturado, sem priorizar arrecadação, mas obrigações de cobertura.

O presidente da Anatel disse também que o Brasil é um dos pioneiros do setor. "O Brasil está na vanguarda (mundial) no setor de telecom, à frente de outros países mais desenvolvidos em termos de tecnologia."

Rezende ressaltou que a meta inicial de cobertura é de 50% da área urbana das cidades. De acordo com ele, a instalação do 4G está aquecendo o setor em termos de investimentos para a estruturação das redes e dos serviços no país. Rezende destacou ainda que o serviço está começando em São Paulo, que estava fora do cronograma inicial. "Espero que outras cidades tenham sua cobertura antecipada", brincou.

Parceria - Também nesta terça-feira, o presidente da Telefônica Vivo, Antonio Carlos Valente, disse que ainda não fechou o contrato de compartilhamento das redes de 4G com a Claro. "Estamos trabalhando no processo e nas metodologias para, futuramente, assinar os contratos. Ainda estamos trabalhando no contrato", disse.

Segundo ele, a Vivo vai disponibilizar aos seus clientes no site a área de cobertura 4G. Christian Gebara, diretor de estratégias e novos negócios da empresa, acrescentou que onde o cliente não for atendido pelo 4G será conectado via tecnologia imediatamente anterior, a de 3G plus.

O início das operações do 4G da Vivo se dará com a utilização de 1.234 antenas que rodam com 3G. Segundo a empresa, além da sinergia na infraestrutura, 4G e 3G têm complementaridade operacional, já que a tecnologia é destinada ao tráfego de dados. Para a voz, os aparelhos serão automaticamente comutados para a rede 3G.

A Ericsson vai fazer o fornecimento e implementação da rede 4G nas regiões norte e centro-oeste, além de São Paulo, Minas Gerais e Bahia. Já em Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro a tarefa ficará por conta da Huawei.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Até 2016, Brasil terá um computador por habitante

MiniCom - 19/04/2013

Daqui a três anos, em 2016, o Brasil vai atingir a média de um computador por habitante. A projeção está na 24ª Pesquisa Anual da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o mercado de Tecnologia da Informação (TI). 

Atualmente, três em cada cinco brasileiros têm computador, o que significa 118 milhões de equipamentos, uma proporção de 60% da população. O estudo aponta que os tablets, que passaram a ser considerados computadores, serão os grandes responsáveis pelo aumento desse número, que chegará a 200 milhões em 2016.

A pesquisa revela ainda que em quatro anos dobrou o número de computadores em uso no Brasil e que a cada segundo um novo equipamento é vendido no país. Em relação à televisão, o Brasil tem 37% mais aparelhos que a média mundial.
Nova Anatel para novo mercado

MiniCom - 29/04/2013

O objetivo das alterações no regimento da Agência é ampliar a eficiência na regulação e na fiscalização dos serviços de telecomunicações

Brasília, 29/04/2013 - A Agência Nacional de Telecomunicações terá a partir de amanhã um novo regimento e novos superintendentes para, segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, atender melhor ao cidadão e ao setor de telecomunicações. "É uma nova Anatel para um novo mercado que muda constantemente", disse.
Restruturacao Anatel MG 7861(Foto: Herivelto Batista)
O presidente da Anatel, João Rezende, lembrou que desde a criação da Agência, em 1997, o mercado de telecomunicações "se alterou sensivelmente", daí a necessidade de modernizar e reestruturar seu quadro para zelar pela qualidade e bom atendimento. Destacou ainda a importância da simplificação dos atuais regulamentos e a melhoria na relação com os usuários.

O Conselho Diretor da Agência apresentou hoje, em solenidade na sede a Anatel, em Brasília, o novo Regimento Interno da Agência. Como definido por todos, o objetivo é ampliar a eficiência da Anatel na regulação e na fiscalização dos serviços de telecomunicações no Brasil, em um contexto de constantes mudanças provocadas pelo desenvolvimento tecnológico e adoção de novos modelos de negócio.

Atualmente, a Anatel está dividida de forma estanque, com áreas independentes que regulam os serviços de forma individualizada. Desta forma, os serviços de televisão por assinatura, internet e telefonias fixa e móvel são tratados por superintendências diferentes, embora a realidade do mercado seja caracterizada por estratégias fundamentadas em sinergia de tecnologias.

Com as alterações, a divisão das competências de cada área se dará por processos e não mais pela natureza do serviço de telecomunicação prestado. As atuais superintendências orientadas por serviços serão substituídas por outras, que terão sob sua responsabilidade determinados processos, independentemente da natureza dos serviços.

Outro ponto que merece destaque é a criação da Superintendência de Relações com Consumidores, que atuará no sentido de prevenir e resolver pendências entre os usuários e suas prestadoras. Atualmente, a estrutura responsável por esta competência é uma assessoria presidencial.

As mudanças no Regimento Interno deverão proporcionar maior celeridade na tramitação dos processos no âmbito da Agência, não apenas devido à reordenação das estruturas decisórias, mas também pelo deslocamento do juízo de admissibilidade para a autoridade que expede a decisão e pela racionalização das oportunidades de recurso por parte dos interessados por meio da restrição da possibilidade de interposição de Pedido de Reconsideração às decisões de competência originária do Conselho Diretor.

Novos Superintendentes:
· Superintendente de Planejamento e Regulamentação: José Alexandre Bicalho
· Superintendente de Outorgas e Recursos à Prestação: Marconi Maya
· Superintendente de Fiscalização: Marcus Vinicius Paolucci
· Superintendente de Controle de Obrigações: Roberto Pinto Martins
· Superintendente de Competição: Carlos Baigorri
· Superintendente de Administração e Finanças: Ione Heilmann
· Superintendente de Relações com Consumidores: Elisa Leonel
· Superintendente de Gestão Interna da Informação: Maria Lúcia Valadares

segunda-feira, 29 de abril de 2013

TIM conclui instalação de quase 1,5 mil km de fibra na região Norte

Projeto teve parceria com a Telebras e Vivo

Teletime - 29/04/2013

Faltam apenas 260 km de fibras óticas OPGW a serem implantados para a conclusão do backbone de R$ 200 milhões que a TIM está implementando para interligar 27 municípios do Amazonas, Amapá e Pará. A operadora anunciou nesta segunda-feira, 29, que já foram concluídos os dois maiores trechos do projeto LT Amazonas, que somam 1.414 km de fibras óticas OPGW, e outros 73 km da terceira e última etapa, totalizando 1.487 km implantados de um total de 1.747 km previstos para o backbone da região Norte.
Inicialmente previsto para ser concluído em agosto, a expectativa é de que as obras dos 260 km restantes terminem em julho e o que a operação tenha início já no começo do segundo semestre. O LT Amazonas pretende aumentar em cem vezes a capacidade de rede de transmissão na região, melhorar a qualidade dos serviços de dados móveis e permitindo a oferta de serviços 4G na cidade de Manaus, que será uma das sedes da Copa do Mundo 2014.

TIM conclui projeto para levar fibra óptica à região Norte em agosto

Teletime - 26/03/2013

A TIM está investindo R$ 200 milhões para levar cabos de fibra óptica OPGW (Optical Ground Wire) para 27 cidades nos estados do Amazonas, Pará e Amapá. De acordo com o diretor de redes da TIM, Cícero Olivieri, o projeto será concluído em agosto, e tem objetivo de melhorar a qualidade dos serviços de dados móveis na região e permitir a oferta de serviços 4G na cidade de Manaus, que será uma das sedes da Copa do Mundo 2014.
Serão instalados 1,8 mil quilômetros de fibra, acompanhando extensão da linha de transmissão de energia construída pela Isolux Infrastructure na região, que será entregue ainda no primeiro semestre de 2013. O valor gasto pela TIM também financiará 560 quilômetros de cabos subterrâneos para interligar estações da linha de transmissão com as cidades. A concessão para uso da linha tem duração de 20 anos, e pode ser prorrogada por mais 20 anos. “Ele (investimento) se viabiliza por causa do retorno a longo prazo”, disse Olivieri.
De acordo com a TIM, já existe acordo para compartilhamento da infraestrutura com Telebrás e Vivo. Em troca, a Vivo será responsável por parte do investimento no projeto realizado nas cidades da região Norte, enquanto a estatal cederá pares de fibras de mesma quilometragem em trechos no interior do Norte e Nordeste.
Preços competitivos
O valor total do investimento na construção de infraestrutura é de R$ 2,5 bilhões e a estimativa é que 7,5 milhões de pessoas terão acesso à comunicação mais rápida. Rogério Takayanagi, presidente da TIM Fiber, explicou que a fibra é uma maneira de fazer o serviço chegar em uma região muito servida por satélite. Para ele, a oferta terá implicações nos preços praticados para os serviços de telecomunicações na região. “Quando você viabiliza o acesso, você alinha os preços da região Norte com o resto do País”, explica o executivo, dando alguns exemplos comparativos. Ele mencionou, por exemplo, que a Internet fixa mais cara do Brasil está no Macapá. “A TIM faz esse desenvolvimento não só para a TIM. Outros operadores vão oferecer conexão e a competição leva o preço para baixo”, observa.
O canal Discovery Channel registrou os desafios enfrentados nas obras de implantação da fibra. O material foi usado na produção de um episódio especial da série Como se Resolve, que será exibido no dia 2 de abril à meia noite (de segunda para terça-feira).