sexta-feira, 12 de abril de 2013

Reunido com entidades, ministro reitera que não há possibilidade de trocar bens reversíveis por investimentos

Paulo Bernardo debateu PNBL 2.0 com entidades que fazem parte da campanha Banda Larga é um Direito Seu

Tele.Síntese - 12/04/2013

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, se reuniu ontem (11) com entidades que fazem parte da campanha Banda Larga é um Direito Seu, para discutir o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Durante o encontro, Bernardo reiterou que não há possibilidade de trocar bens reversíveis por investimento privado das operadoras, até porque trocar bens da união por bens privados seria inconstitucional.

Bernardo, no entanto, aproveitou a oportunidade para frisar novamente sua opinião: o problema da internet no Brasil é a falta de infraestrutura e, por isso, essa é a prioridade do governo. O governo quer viabilizar recursos e fazer investimentos em parceria com o setor privado para aumentar a acesso à banda larga, informou o Minicom em nota sobre a reunião. Neste sentido, durante o encontro, o ministro teria dito que o governo poderia, por exemplo, abrir um edital para construção de infraestrutura em que o Estado entraria com 60% dos investimentos e a iniciativa privada com 40%.

As entidades presentes questionaram a capacidade da iniciativa privada universalizar a banda larga no país e defenderam a prestação do serviço em regime público. O ministro das Comunicações disse que está aberto a estudar as sugestões apresentadas mas adiantou que o regime, neste momento, não está em debate. "Nós não estamos discutindo mudança de regime", afirmou. No entanto, Bernardo se comprometeu a abrir um diálogo com as entidades da sociedade civil organizada em torno da campanha Banda Larga é um Direito Seu para debater o projeto do Plano Nacional de Banda Larga 2.0.
Telebras inaugura novo Centro de Gerência de Rede

Telebras - 12/08/2013

Brasília, 12 abril 2012 – A Telebras inaugurou na tarde desta quinta-feira (11), o seu novo Centro Integrado de Gerência de Rede (NOC), localizado na sede da estatal, em Brasília. A cerimônia contou com a presença do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, do presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Wagner Pinheiro de Oliveira, de funcionários e do presidente da estatal, Caio Bonilha.

No novo espaço, de 120 metros quadrados, 25 funcionários monitoram 24 horas por dia toda rede nacional de telecomunicações da Telebras, acompanhando a cada momento, em tempo real, o que acontece em todo o país, por meio de 12 telões de 46 polegadas.

Para o ministro, a inauguração do NOC é um ganho de velocidade na implantação e monitoramento do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). “Para nós é muito gratificante ver o controle, a tecnologia empregada, ver tudo isso instalado. Isso nos deixa mais seguros de que nós vamos conseguir montar uma grande rede para atender a população”, afirmou.

Caio Bonilha ressaltou o importante passo que consolida a atuação da Telebras em todo o território nacional, trazendo mais segurança e tranquilidade no oferecimento dos serviços para os atuais e futuros clientes. “Para nós é mais um marco, que se refletirá na qualidade da prestação de nossos serviços aos nossos clientes, envolvendo tecnologia nacional de altíssima qualidade. Com isso, também cumprimos o nosso papel de fomento à indústria brasileira”, comemorou.

Além da equipe que atua diretamente no NOC, desde o mês passado outras equipes foram colocadas em campo para prestarem serviços de manutenção e operação nas estações de atendimento, incluindo cabos de fibra ótica, equipamentos de rede DWDM, rádio e IP.

4G estará disponível já na Copa das Confederações

MiniCom - 12/04/2013

Brasília, 12/04/2013 - A tecnologia 4G com internet de alta velocidade estará disponível para os usuários de smartphone nas seis cidades sede da Copa das Confederações - Brasília, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza e Belo Horizonte. Até o momento, duas capitais já operam o serviço, Curitiba e Recife. Até o dia 30 de abril, a tecnologia estará disponível nas outras quatro cidades sede como determinou o edital de licitação do 4G, que será cumprido.

A tecnologia 4G opera em várias frequências no mundo. Alguns países utilizam a de 2,5GHz, outros a de 1,8 GHz e 2,1 GHz e outros ainda a faixa de 700 MHz. A primeira já foi licitada no Brasil. A utilização da faixa de 700 MHz para o 4G só poderá ocorrer depois da digitalização da TV aberta no Brasil que hoje ocupa essa faixa.

Ao contrário do que foi publicado em alguns veículos de comunicação, a tecnologia 4G do Brasil vai estar sim operacional na Copa das Confederações para os smartphones que utilizam a frequência de 2,5 GHz e vários modelos já o fazem. Essa faixa é utilizada por vários países europeus, como França , Espanha e Alemanha. Já na Ásia, o uso da frequência de 2,5 GHz para 4G é predominante. Posteriormente, a faixa de 700 MHz poderá também ser destinada para a banda larga no Brasil. Em nenhum momento, o governo declarou que a faixa de 700 MHz estaria disponível para uso da tecnologia 4G já na Copa do Mundo de 2014.

Atualmente, diversos fabricantes oferecem smartphones que operam a tecnologia 4G em diferentes frequências. A União Internacional de Telecomunicações estuda unificar a produção de aparelhos para que operem o 4G em multifrequência, como ocorreu na implantação da tecnologia 3G no mundo. Como toda tecnologia nova, o período de implantação requer adaptações e a tendência mundial é que os fabricantes passem a oferecer smartphones que consigam operar a tecnologia 4G em múltiplas frequências.

A recomendação para estrangeiros em visita ao Brasil é a mesma para os brasileiros em visita a outros países: comprar um chip nacional para utilização em seu aparelho celular porque assim evitará o alto custo do roaming internacional. Para utilizar os serviços da rede 4G é necessário que o aparelho seja compatível com a tecnologia 4g oferecida no Brasil. Ou seja, se o turista/torcedor tiver um aparelho que opera em 4G na faixa de 2,5 GHz, poderá adquirir um chip associado a um plano de dados para essa tecnologia e utilizá-lo em seu smartphone. Portanto, a compra do chip é para baratear o custo das ligações para o consumidor estrangeiro que visitar o Brasil.
Telebras explica e defende a aposta na tecnologia nacional 


O diretor técnico da Telebras, Paulo Kapp, defende a aposta na tecnologia nacional pela qualidade e os efeitos na economia em geral que geram retorno, tanto para o Estado quanto para as próprias empresas vendedoras de serviços, como a estatal. 

"Os equipamentos produzidos no Brasil são do mesmo nível dos de fora. O que falta às empresas brasileiras é uma estrutura de distribuição", afirma. 

O executivo participou do Forum TIC Brasil 2013, evento realizado pelo portal Convergencia Digital e pela Network Eventos, no dia 20/03, em Brasília.


Visiona ganha área no Parque Tecnológico de São José dos Campos

O Vale - 11/04/2013


A Visiona Tecnologia Espacial, empresa resultado de uma parceria da Embraer com a Telebras, começa este mês suas operações no Parque Tecnológico de São José dos Campos. A informação foi divulgada pela direção do parque, na LAAD (Feira Latino-Americana de Defesa e Segurança), que acontece no Rio de Janeiro.

O diretor-geral do Parque Tecnológico, Horácio Forjaz, disse que a empresa irá se transferir da Embraer, onde está provisoriamente, para o núcleo do parque. A Visiona irá ocupar um área de 700 metros quadrados.

A partir do Parque Tecnológico, a companhia irá centralizar as atividades de integração do sistema do novo satélite geoestacionário brasileiro, que será comprado pelo governo, para atender as necessidades de comunicações estratégicas de defesa.O satélite é considerado estratégico para o país e terá emprego civil e militar.O investimento no programa do satélite geoestacionário é de cerca de R$ 720 milhões.

A Embraer detém 51% do capital social da empresa. O restante é da Telebras.

O satélite geoestacionário brasileiro vai atender às necessidades de comunicação do Governo Federal, incluindo o Programa Nacional de Banda Larga.

No Parque, a Visiona será empresa âncora do Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Espaciais, ainda a ser construído.

Outra empresa que optou pelo Parque Tecnológico é a Atech Negócios em Tecnologia, subsidiária da Embraer Defesa e Segurança. A companhia vai estabelecer uma unidade no núcleo do complexo tecnológico, onde ocupará uma área de 240 metros quadrados. A Atech irá abrigar no parque uma equipe de especialistas dedicados ao desenvolvimento de inovações tecnológicas. A companhia participa de projetos estratégicos de Defesa, entre eles os Sistemas de Vigilância e Proteção da Amazônia e do Espaço Aéreo Brasileiro.

SAIBA MAIS


Atração
O Parque Tecnológico de São José dos Campos atraiu duas importantes empresas do setor de defesa do país.

Visiona
A Visiona Tecnologia Espacial começa suas operações no complexo tecnológico este mês. A companhia é a responsável pelo programa do satélite geoestacionário brasileiro, destinado a comunicações.

Atech
Companhia estratégica da área de defesa, a Atech vai criar uma unidade no Parque Tecnológico.

Outras
O Parque Tecnológico também vai abrigar a Golden Química e a Metal Américas.

Universalização da internet no Brasil vai custar R$ 125 bi

Objetivo do governo é atrair investimento privado por meio dos leilões da frequência de 700 megahertz

Brasil Econômico - 12/04/2013

Cálculos do Ministério das Co­municações estimam em R$ 125 bilhões os recursos necessários para implantar a infraestrutura de rede da internet em todos os municípios do país. A presiden­te Dilma Rousseff vem cobran­do do ministro Paulo Bernardo que acelere a formatação da se­gunda etapa do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL 2.0), a ser implementado num prazo de dez anos.

"A encomenda da presidenta é para que a gente resolva o pro­blema da infraestrutura. A nossa preocupação é ver como vamos levantar estes recursos", disse Paulo Bernardo. Segundo o mi­nistro, o governo terá que entrar com boa parte do dinheiro. En­tre as alternativas apresentadas pela equipe técnica estão a inclu­são do plano no Programa de Ace­leração do Crescimento (PAC) e a utilização de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).

Para atrair dinheiro privado, uma das ideias do ministro é exi­gir, como contrapartida nos lei­lões da frequência de 700 mega­hertz, para a instalação da inter­net móvel de quarta geração (4G), que haja investimentos na implantação de redes de longa distância.

Do total de gastos previstos, cerca de R$ 25 bilhões seriam para a instalação de redes de longa distância e R$ 100 bilhões para as pequenas redes de distri­buição nos municípios.

Não está incluída neste cálcu­lo a construção de cabos submari­nos que fariam conexões com ou­tros países como Estados Unidos e Europa, outra necessidade con­siderada urgente pelo governo dentro da sua política de banda larga. "Os americanos querem se associar conosco. E o que muita gente diz é que se você não se as­sociar com empresa americana, você não consegue se conectar lá", afirmou o ministro, segundo quem pelo menos 40% do tráfe­go brasileiro é com americanos. Ele citou que os brasileiros usam, por exemplo, redes sociais ameri­canas, como twitter, facebook e google. "O Custo da conexão in­ternacional hoje é de US$ 500 mi­lhões por ano", frisou.

De acordo com o ministro, em visita que fez ao Brasil na se­mana passada, a secretária-adjunta de comercio dos Estados Unidos, Rebecca Blank, propôs fazer associação com o Brasil no cabeamento "ou no mínimo ser fornecedor dos equipamentos dos cabos submarinos".

O PNBL 2.0 foi tema de uma reunião entre o ministro e repre­sentantes de entidades da socieda­de civil que fazem parte da cam­panha Banda Larga é um Direito Seu!. Eles propuseram um mode­lo em que a infraestrutura de rede seja pública. Bernardo descartou qualquer alteração no regime atual. "Esta proposta significa que o governo teria que fazer in­vestimentos diretamente ou sub­sidiar a construção das redes pe­las empresas", afirmou o minis­tro, ao comentar que sozinho, o governo não tem condições.

A advogada Flávia Lefèvre, da Associação Brasileira de De­fesa do Consumidor (Protes­te), argumenta que entregar a infraestrutura de rede à iniciati­va privada é inconstitucional. "A gente parte da premissa de que os serviços que são de inte­resse público e são essenciais, têm que estar no regime públi­co", disse a advogada, especia­lista no assunto.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Matemática e ciências no país são piores do que na Etiópia

Relatório do Fórum Econômico Mundial coloca sistema educacional brasileiro na 116ª posição entre 144 nações avaliadas
O rápido crescimento econômico poderá ser ameaçado, caso não forem feitos os investimentos certos em infraestruturas, competências humanas e inovação na área das tecnologias da informação

Veja - 11/04/2013

Um relatório do Fórum Econômico Mundial, publicado na quarta-feira, aponta o Brasil como um dos piores países do mundo nos ensinos de matemática e ciências. Entre 144 nações avaliadas, o país aparece na 132ª posição, atrás de Venezuela, Colômbia, Camboja e Etiópia. Outro dado alarmante é a situação do sistema educacional, que alcança o 116º lugar no ranking - atrás de Etiópia, Gana, Índia e Cazaquistão. Os dois indicadores regrediram em relação à edição 2012 do relatório, em que estavam nas 127ª e 115ª posições, respectivamente.

O estudo indica como uma das consequências do ensino deficiente a dificuldade do país para se adaptar ao mundo digital, apesar dos investimentos públicos em infraestrutura e de um certo dinamismo do setor privado. "A qualidade do sistema educacional, aparentemente, não garante às pessoas as habilidades necessárias para uma economia em rápida mudança", diz o levantamento.

Preparação para enfrentar os novos desafios da era digital
Em comparação com o ano passado, o Brasil subiu apenas da 65ª para a 60ª posição no ranking que mede o preparo das nações para aproveitar as novas tecnologias em favor de seu crescimento. Apesar de ter galgado posições, os autores do relatório destacam que o lugar ocupado pelo país não condiz com sua economia, entre as sete maiores do mundo. Na América Latina, Chile, Panamá, Uruguai e Costa Rica, por exemplo, são considerados mais bem preparados para os novos desafios da era digital.

O número de usuários de internet no Brasil também não chegava ainda a 45%, o que deixa o Brasil na 62.ª posição nesse critério, abaixo da Albânia. Apenas um terço dos brasileiros tem internet em casa. A taxa despenca para apenas 8% se o critério for o número de casas com banda larga. O Brasil não é o único a passar por essa situação. "Os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) enfrentam desafios", diz o informe.

"O rápido crescimento econômico observado em alguns desses países nos últimos anos poderá ser ameaçado, caso não forem feitos os investimentos certos em infraestruturas, competências humanas e inovação na área das tecnologias da informação", alerta o relatório.
Plano de banda larga deve receber R$ 125 bi em dez anos, diz ministro

Valor - 11/04/2013

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse há pouco que a nova etapa do Programa Nacional de Banda Larga, que foi batizada de “PNBL 2.0”, já está com o valor estimado em investimentos em R$ 125 bilhões para os próximos dez anos. O custo é superior ao de R$ 100 bilhões anunciados anteriormente.

Se formos pegar as rede de longa distância, em cerca de R$ 27 bilhões de infraestrutura, e as redes de acesso nas cidades, com mais R$ 100 bilhões, estamos falando de algo em torno de R$ 125 bilhões em investimentos”, disse Bernardo. Segundo ele, o assunto foi discutido esta semana com a presidente Dilma Rousseff.

Para atender à demanda por redes de fibras ópticas, o ministro disse que já definiu algumas alternativas. “Por exemplo, nas frequências de 700 megahertz [mhz], vamos colocar parte das construções de rede de longa distância. Essa vai ser uma das prioridades que a gente tem conversado com a Anatel [Agência Nacional de telecomunicações], que achou perfeitamente viável”, disse ao se referir à faixa de radiofrequência que será liberada pelos canais de TV aberta, após a migração para sistema digital, para os serviços de quarta geração de celular (4G).

“Já temos 3,2 mil municípios com rede de fibras ópticas, o que significa que existem mais de 2 mil onde ainda precisaria ser feita a instalação. Mas existem alguns casos em que isso não é viável, como no interior da Amazônia, por exemplo, onde não é possível levar a rede de fibra óptica até o município. Teremos que ter a alternativas [de conexão] por satélite ou rádio”, afirmou.

Bernardo reiterou que os serviços de 4G na faixa de 700 Mhz serão ofertados somente em 2015. “Vamos fazer o leilão em março, mas isso leva mais um período para assinarmos os contratos em meados do ano, em 2014. E as empresas têm que construir a infraestrutura para atender. Com isso, vai ser só em 2015”, disse o ministro. Durante a Copa das Confederações e Copa do Mundo de 2014, os serviços 4G estarão disponíveis no país com o uso da frequência de 2,5 gigahertz (Ghz), que foi licitada no ano passado pela Anatel.


Governo: Banda larga em todo o país custará R$ 125 bilhões

Convergência Digital :: 11/04/2013

Para levar a internet a todos os municípios do Brasil será necessário investir cerca de R$ 125 bilhões nos próximos dez anos. A estimativa foi apresentada nesta semana pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, à presidenta Dilma Rousseff. "A infraestrutura é a grande questão para universalizar o acesso à internet no País", reforçou o ministro.

Bernardo explicou que do total de recursos previstos, cerca de R$ 27 bilhões deverão ser destinados à expansão da rede de fibra óptica de longa distância, o chamado backbone, e cerca de R$ 100 bilhões em redes que levam a internet para dentro das cidades e até a residência do usuário, o chamado backhaul. Os investimentos serão usados na ampliação das redes e também em tecnologias que possibilitam a conexão à internet como satélite e rádio.

"Nós fizemos um cálculo e temos hoje cerca de 3,2 mil municípios com rede de fibra óptica pública ou privada. Isso significa que nós precisamos levar a rede para mais 2 mil municípios. Em alguns, nós avaliamos que não é viável, como na região amazônica e em pequenas comunidades. Nesses lugares, o provimento será por rádio ou satélite", revelou.

Os recursos para expandir o acesso à internet deverão ser tanto públicos quanto privados. Bernardo citou como uma das possibilidades para obter investimentos da iniciativa privada o leilão da faixa de 700 MHz. O objetivo é exigir a construção de redes de telecomunicações como contrapartida das empresas vencedoras do leilão, que será realizado no próximo ano.

O ministro disse que investimentos conjuntos do governo e da iniciativa privada em telecomunicações vêm ocorrendo também em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, estão previstos US$ 15 bilhões para a expansão do acesso à internet, a França deverá gastar 20 bilhões de euros e a Austrália, 30 bilhões de dólares australianos.

A previsão é que a expansão da infraestrutura de banda larga para todos os municípios do país ocorra em um período de 10 anos. "Vamos ter de buscar alternativas. Dez anos é um prazo que estamos estipulando. Mas é preciso dinheiro, equipamento e mão de obra. Pensar em fazer isso tudo em menos tempo pode ser mal sucedido", concluiu.




Confaz isenta Telebrás de ICMS nas operações da Copa

Info - 11/04/2013

Brasília - A Telebras Copa será beneficiada com isenção e suspensão do ICMS nas operações e prestações de serviços relacionadas com a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014.

A decisão foi divulgada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em ato publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

Subsidiária da Telebras, a Telebras Copa foi criada com o objetivo de prestar serviços de telecomunicações à Fifa durante os dois eventos esportivos.

A empresa é responsável pela implantação da infraestrutura necessária para o fornecimento de redes de fibra óptica metropolitana, links de satélites nas estruturas chave e ligação via rádio nos campos base das seleções e equipes que participarão dos eventos.
Rede 4G compatível com celulares estrangeiros não estará pronta até a Copa

Estadão - 11/04/2013

Os turistas estrangeiros que visitarão o Brasil na Copa do Mundo de 2014 terão de usar a conexão 3G (mais lenta que o 4G) ou comprar chips que funcionam com a tecnologia 4G local, segundo o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, em entrevista à Reuters.

Isso porque a tecnologia 4G compatível com celulares europeus e norte-americanos (da faixa de 700 Mhz) não estará disponível até a Copa do Mundo de 2014, de acordo com Rezende. O leilão de 700 Mhz está previsto somente para o início de 2014.

O 4G é um tipo de conexão sem fio à internet de alta velocidade, sucessora da 3G.

“As pessoas vão acabar comprando um chip aqui. Exceto pelas transmissões de empresas, o consumidor comum vai evitar o roaming. A barreira não é tecnológica, é financeira”, disse Rezende à Reuters.

Atualmente, as operadoras brasileiras trabalham para disponibilizar o 4G na faixa de 2,5 Ghz nas cidades-sede da Copa das Confederações até 30 de abril. O leilão de 2,5 Ghz foi realizado em junho passado.

A instalação do espectro de 700 Mhz exige um menor número de antenas para oferecer a mesma cobertura da faixa de 2,5 Ghz, no entanto, atualmente a faixa ainda não está completamente desocupada, pois é usada para transmissões da TV aberta.

Fifa
A situação do 4G preocupa a Fifa sobre a organização da Copa do Mundo, segundo a Reuters. Na quarta-feira, o porta-voz da Fifa, Walter de Gregorio, disse que a disponibilidade da infraestrutura de telecomunicações está entre as maiores preocupações da entidade sobre 2014.
Confaz isenta Telebrás de ICMS nas operações da Copa

Subsidiária da Telebras, a Telebras Copa foi criada com o objetivo de prestar serviços de telecomunicações à Fifa durante os dois eventos esportivos


Brasília - A Telebras Copa será beneficiada com isenção e suspensão do ICMS nas operações e prestações de serviços relacionadas com a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014.

A decisão foi divulgada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em ato publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

Subsidiária da Telebras, a Telebras Copa foi criada com o objetivo de prestar serviços de telecomunicações à Fifa durante os dois eventos esportivos.

A empresa é responsável pela implantação da infraestrutura necessária para o fornecimento de redes de fibra óptica metropolitana, links de satélites nas estruturas chave e ligação via rádio nos campos base das seleções e equipes que participarão dos eventos.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Em audiência, Caio Bonilha e Cezar Alvarez tratam sobre cabos submarinos e legado da Copa

Insight - Laboratório de Ideias - 10/04/2013

Em audiência ocorrida hoje à tarde no Palácio do Planalto, o Secretário-Executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Santos Alvarez, recebeu o Presidente da Telebras, Caio César Bonilha Rodrigues.

Segundo a pauta divulgada, os assuntos tratados foram os cinco cabos submarinos que estão planejados para serem construídos e lançados por uma empresa a ser formada entre a Telebras e um outro parceiro nacional ou internacional, em moldes semelhantes à Visiona, parceria estabelecida com a Embraer para a construção de satélites geoestacionários. A Odebrecht Defesa e Tecnologia, empresa brasileira que chegou a ser registrada na ata da 359ª reunião ordinária do Conselho de Adminsitração da Telebras como a parceira a ser provavelmente escolhida, não está confirmada até agora, o que pode indicar que há dificuldades em ambas as empresas chegarem a um acordo societário.

A outra parte da audiência foi dedicada à discussão sobre o legado, em termos de infraestrutura de comunicações, que permanecerá após a Copa do Mundo de 2014. Em princípio, esta infraestrutura será utilizada para dar maior suporte ao Programa Nacional de Banda Larga, dinamizar os negócios da Telebras com outras empresas e também preparar o esquema de comunicações para os Jogos Olímpicos de 2016.
Telebras faz acordo com Correios para compartilhar infraestrutura

O Globo via Valor Online - 10/04/2013

A Telebras firmou hoje com Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT) um acordo de cooperação técnica para compartilhamento de espaços físicos, infraestrutura, recursos e conhecimentos. O objetivo é facilitar a implementação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), universalizar os serviços postais e a infraestrutura de telecomunicações necessária para atender à demanda da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014.

O acordo prevê que os Correios realizem a cessão de unidades e equipamentos para instalação de pontos de presença da Telebras. Com isso, a estatal contribuirá para a expansão da rede de telecomunicações no país. A Telebras, por sua vez, vai transferir conhecimentos tecnológicos aos Correios.

Em comunicado, o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, informou que o acordo vem ao encontro do projeto do governo federal de revitalização da estatal. Caio Bonilha, presidente da Telebras, informou que a integração será fundamental para o processo de descentralização e para a criação dos oito centros operacionais da Telebras no País.
Telebras emite comunicado ao mercado sobre parceria com Correios

 Insight - Laboratório de Ideias - 10/04/2013



Correios e Telebras irão compartilhar recursos e conhecimentos

Telebras - 10/04/2013

Os Correios e a Telebras assinaram na manhã desta quarta-feira (10), um termo de cooperação técnica de compartilhamento de espaços físicos, infraestrutura, recursos e conhecimentos para implementar o Programa Nacional de Banda Larga – PNBL, a universalização dos serviços postais e a infraestrutura de telecomunicações necessária à realização da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014.

O acordo foi assinado pelo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira; pelo presidente da Telebras, Caio Cezar Bonilha Rodrigues; pelo vice-presidente de Tecnologia e Infraestrutura dos Correios, Antonio Luiz Fuschino, e pelo diretor Comercial da Telebras, Francisco Ziober Filho, na sede da ECT, em Brasília.

A ideia é que a ECT, como agente do governo federal com presença em todo o Brasil, realize a cessão de unidades e equipamentos para instalação de pontos de presença da Telebras, o que irá contribuir para a expansão da rede de telecomunicações no País. Como os Correios utilizam, para a promoção da universalização e do acesso aos serviços postais, sistemas de automação que dependem de infraestrutura de conectividade, e a Telebras atua diretamente na implantação desta infraestrutura, a troca de conhecimentos e experiências irá possibilitar capacitação técnica de trabalhadores dos Correios, aprimoramento das tecnologias da ECT e contínua melhoria da prestação de serviços postais à população.

Para o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, o acordo entre as estatais vem ao encontro do projeto do governo federal de revitalização da ECT. “Esta parceria resultará no nosso contínuo aperfeiçoamento técnico, de forma a mantermos a excelência na prestação dos nossos serviços, além de criar um ambiente favorável à universalização da inclusão digital da população brasileira”, afirmou.

O presidente da Telebras, Caio Cezar Bonilha Rodrigues, disse que o suporte que os Correios estão oferecendo é valioso. “Somos empresas do mesmo Ministério. Nossa integração com a ECT é fundamental para as ações de descentralização e criação dos oito centros operacionais da Telebras em alguns locais do País”, argumentou.
Análise: Desoneração ajuda a ampliar o acesso à internet no Brasil

Folha de São Paulo - 10/04/2013

Deve ser visto com bons olhos o decreto que isentou do pagamento de PIS e Cofins a venda de smartphones fabricados no Brasil com preço de até R$ 1.500.Os smartphones estão se tornando o principal dispositivo para acesso à internet, em substituição aos PCs, e essa medida ajudará a acelerar a inclusão digital no país.

O smartphone 3G custa em média R$ 1.000, e esse preço para o usuário terá uma redução de 9,25% se a desoneração for aplicada integralmente. O preço mínimo de um smartphone é de R$ 300. Note-se que no Brasil não há mais a venda de smartphones com preços subsidiados para o pré-pago, que representa 80% do total de celulares. O subsídio existe apenas para o segmento corporativo e para planos pós-pagos de maior conta mensal.

Essa medida, no entanto, não deve ser analisada isoladamente. Ela se insere no esforço do Ministério das Comunicações e da Anatel de ampliar o acesso à internet no Brasil via redes de banda larga de alta velocidade. A pasta das Comunicações publicou em março portaria definindo as condições para desoneração de infraestrutura de suporte à banda larga, que poderão ter isenção de PIS/Cofins e de IPI de até 80% do valor total dos projetos, desde que atendam às exigências de produção de equipamentos/componentes no Brasil e de utilização de tecnologia nacional.

A carga tributária sobre os serviços de telecomunicações é uma das mais altas no mundo. Em 2012, foram arrecadados mais de R$ 50 bilhões em tributos, sem considerar os R$ 2,9 bilhões da venda de frequências para 4G.Parte dessa arrecadação deveria ser utilizada no setor para ações de fiscalização da Anatel ou de universalização dos serviços, o que não ocorre.Dessa forma, qualquer desoneração que ajude a reduzir o preço dos serviços ou dos dispositivos usados pelo consumidor deve ser bem-vinda.

O Brasil, a exemplo do que fazem os principais países do mundo, precisa traduzir em ações concretas um Plano Nacional de Banda Larga que leve o acesso à web com alta velocidade para a população em todo o território nacional. Para atingir esse objetivo, é necessário um conjunto de medidas, entre as quais se inclui ampliar o acesso dos consumidores a smartphones. 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Estádios para Confederações podem ter problemas de internet

Ao escolher o Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014, a Fifa cobrou do governo brasileiro a garantia de um "serviço exemplar" de telecomunicações

Exame - 09/04/2013

Rio de Janeiro - Os estádios da Copa das Confederações estão na reta final de preparação, apesar dos atrasos, mas quando a bola rolar, quem estiver lá dentro pode ter dificuldades para se conectar à Internet e publicar fotos das novas arenas nas redes sociais.

Ao escolher em 2007 o Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014, a Fifa cobrou do governo brasileiro a garantia de um "serviço exemplar" de telecomunicações, ciente da enorme demanda por conexão de dados por parte tanto dos torcedores como da mídia.

A promessa do governo foi de que haveria a oferta de serviços de Internet móvel de quarta geração (4G) a tempo para os eventos.

Mas, a pouco mais de dois meses do início da Copa das Confederações, evento-teste para o Mundial que acontecerá em seis cidades de 15 a 30 de junho, o país ainda não possui uma oferta consistente de 4G nem mesmo para os clientes regulares das operadoras de telefonia móvel e ainda apresenta problemas na qualidade dos serviços nas redes atuais.

"A única coisa que podemos fazer é acreditar no que o governo diz, que haverá tecnologia 4G. Temos de ter paciência", disse o diretor de comunicação da Fifa, Walter de Gregorio, durante encontro com correspondentes da mídia estrangeira no Rio de Janeiro, esta semana.

A Fifa, que repetidamente tem cobrado do Brasil nos últimos anos que acelere o ritmo dos preparativos --com destaque para a polêmica frase do "chute no traseiro" dita pelo secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, em março de 2012-- está preocupada com um possível "black-out" das comunicações.

Com mais de 4 mil jornalistas credenciados para a Copa das Confederações e estádios lotados, há a expectativa de uma enorme demanda por capacidade de rede, especialmente com as presenças no torneio da atual campeã mundial e da Europa, Espanha, e da tetracampeã mundial Itália, além da própria seleção brasileira.

Transmitir informações e imagens com máxima velocidade de dentro dos estádios é fundamental para veículos de mídia em tempo real, e um eventual colapso nas conexões resultaria num problema de grande repercussão para os organizadores do evento.

"Não posso imaginar um cenário em que os jornalistas não possam transmitir suas reportagens, é impensável um black-out desse tipo", afirmou o diretor de comunicação da Fifa.

A tecnologia 4G permite acesso à Internet móvel a velocidades bastante superiores às atuais disponíveis no país. A primeira licitação da frequência utilizada para esses serviços aconteceu em meados de 2012, com exigência para funcionamento a partir deste mês nas cidades-sede da Copa das Confederações.

No entanto, as operadoras apontam a falta de regras claras gerais para instalação de antenas como um dos principais problemas, enquanto a Lei Geral das Antenas, projeto destinado a facilitar a instalação e compartilhamento de antenas de telefonia, circula no Congresso desde 2012 e ainda não foi aprovada em caráter definitivo.

Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou, em fevereiro, que a Anatel "enfrentará dificuldades em implementar tempestivamente a parte que lhe cabe do compromisso assumido pelo Brasil de apresentar uma moderna estrutura de telecomunicações", diante da complexidade das contratações necessárias para a execução dos projetos previstos.

Na sexta-feira, o secretário-geral da Fifa alertou que "nem todos os aspectos operacionais estarão a 100 por cento" na Copa das Confederações devido aos atrasos na entrega dos estádios.

Problemas jurídicos e ambientais

O governo garante que a infraestrutura de telecomunicações nos estádios estará pronta para os eventos.

"Estou tranquilo porque, no caso da Telebrás os investimentos quase todos já foram feitos e, no caso das empresas de telecomunicações, elas tiveram um pouco mais de demora por conta da liberação dos estádios, mas são empresas que têm facilidade de investir", disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nesta terça-feira, após participar de audiência pública no Senado.

Mas o governo não esperava tantos problemas jurídicos e ambientais para instalar a infraestrutura, em especial as antenas necessárias para a implementação do 4G, o que provocou atrasos no processo, de acordo com uma fonte do governo ouvida pela Reuters.

Dentro dos estádios e centros de mídia, as autoridades "têm segurança de que não haverá problemas com a transmissão dos jogos e para quem usar a tecnologia 4G", o problema será o restante do atendimento para os demais usuários ou para quem estará trabalhando na Copa fora dessas áreas, acrescentou a fonte, que falou sob condição de anonimato.

As Forças Armadas, por exemplo, contrataram um sistema de antenas próprio para usar durante a Copa das Confederações já prevendo que pode haver problemas com o tráfego de dados durante o evento, afirmou a fonte.

Segundo o ministro, serão instaladas antenas fixas nos estádios a serem compartilhadas entre as operadoras, com sinal para 2G, 3G e 4G. Mas os atrasos nas obras de algumas arenas, que deveriam ter ficado prontas até dezembro mas serão concluídas apenas este mês, também podem atrapalhar.

"Fiquei sabendo de uma coisa que era novidade para mim... que tem uma data que não sei qual é que tem de cessar todos os trabalhos", disse o ministro.

A Fifa estabeleceu o dia 24 de maio como início do período de uso exclusivo dos estádios pela federação e o Comitê Organizador Local (COL) para montar os preparativos para a Copa das Confederações.

Dos seis estádios que serão utilizados no torneio, apenas o Mineirão (Belo Horizonte) e a Arena Castelão (Fortaleza) ficaram prontos dentro do prazo original, dezembro de 2012. A Arena Fonte Nova (Salvador) foi inaugurada na sexta-feira, e os estádios de Brasília, Recife e Rio de Janeiro têm previsão de conclusão neste mês.

Ministro Paulo Bernardo faz apresentação na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado

Insight - Laboratório de Ideias - 09/04/2013

O Ministro Paulo Bernardo participou de audiência pública nesta manhã, sobre os 15 anos da Lei Geral das Telecomunicações, a Agenda Regulatória 2013/2014 e a Nova Estrutura da Anatel, quando, em 48 slides, falou sobre os assuntos atinentes a sua Pasta.

Ao comentar sobre as Debêntures de Infraestrutura, Paulo Bernardo explicou que elas são um incentivo fiscal aos investidores que adquirirem debêntures emitidas para implantação, modernização e ampliação de redes de telecomunicações que suportem a comunicação de dados em banda larga ou a implantação de infraestrutura de rede para a radiodifusão digital, as quais tiveram uma redução da alíquota de IRPF, com a Pessoa Física passando a 0% e a Pessoa Jurídica a 15%.

Disse ainda o Ministro que "empresas do setor já demonstraram interesse no incentivo à captação de recursos no mercado e devem utilizar em breve o instrumento".

Em dois slides, o Ministro comentou sobre a rede terrestre e satelital da Telebras. Veja abaixo: 








A apresentação completa do Ministro das Comunicações pode ser vista aqui.


Banda larga chegará a 82 mi de acessos em 2013

Info - 09/04/2013

São Paulo – A banda larga móvel no Brasil deve encerrar 2013 com 82 milhões de acessos, é o que diz o relatório “Balanço Huawei da Banda Larga”, divulgado na manhã desta terça-feira pela empresa e pela consultoria Teleco, especializada em telecomunicações.

Considerando números revelados pelo balanço no ano passado, o serviço de internet segue em forte ritmo de crescimento. Em 2012, a previsão era de que o país chegaria a 73 milhões de acessos em 2012, atingindo 124 milhões em 2014.

De acordo com a empresa, as estimativas otimistas podem ser atribuídas à adoção cada vez maior de smartphones. No ano passado, este setor registrou um crescimento de 28% na quantidade de dispositivos vendidos, enquanto que os acessos à banda larga móvel aumentaram 59%. Atualmente, 1 em cada 5 aparelhos celulares no país oferece suporte para conexão 3G.

O relatório, que oferece um panorama da abrangência e penetração do serviço de internet, mostra ainda que, em fevereiro de 2013, 60% dos municípios brasileiros já contavam com conexão através da banda larga móvel. A boa notícia é que, atualmente, 88% da população brasileira se encontra coberta por este tipo de conexão, percentagem superior à meta de 83% estabelecida pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) para 2016.

Mas enquanto as previsões para a banda larga móvel seguem em plena evolução, os dados referentes à conexão fixa mostram estabilidade. A estimativa é que o Brasil atinja a marca de 22 milhões de acessos até o fim do ano. Presente atualmente em 100% dos municípios brasileiros, a perspectiva é que o crescimento da banda larga fixa continue na casa dos 14,8%, mesma taxa registrada nos últimos seis anos.

Rede 4G LTE - O balanço anual da Huawei e Teleco apresentou ainda números referentes ao crescimento das redes 4G LTE no Brasil e no mundo. Hoje, esta velocidade conta com 68 milhões de acessos em âmbito global, distribuídos por 158 redes comerciais já em atividade em 63 países. Até o fim do ano, estima-se que 88 novas redes comecem a funcionar.

A quantidade de aparelhos com suporte para 4G irá, naturalmente, acompanhar essa expansão e contribuir para a manutenção do crescimento desta rede. Em menos de um ano, o número destes dispositivos mais que triplicou: saltou de 64 em março de 2012 para 221 em 2013
Decreto vai reduzir preço de smartphones em até 30%

Conexão MiniCom - 09/04/2013

Para entrar em vigor, desconto depende de uma portaria do MiniCom a ser publicada nos próximos dias

Repórter: Em breve, o consumidor vai ver nas vitrines. Os smartphones vão ficar mais baratos. Saiu o decreto que corta impostos dos celulares inteligentes com acesso à internet 3G e 4G, e vai reduzir os preços em até 30% em relação aos aparelhos importados. Vão receber o benefício, os smartphones com valor de até R$ 1.500. O objetivo é aumentar o acesso da população à banda larga móvel e ampliar a participação dos aparelhos inteligentes no mercado. Em 2012, de cada quatro celulares vendidos, um era smartphone. Em 2014, a estimativa é aumentar essa fatia para metade das vendas. O ministro das Comunicações Paulo Bernardo explicou que a baixa dos preços deve ser rápida, já que a desoneração de impostos vai acontecer diretamente na venda ao usuário:

Paulo Bernardo, ministro das Comunicações: A desoneração é boa porque ela vai ser dada para o consumidor, vai significar preço mais barato, então quem quiser dar um celular de presente, um smartphone, no dia das mães, por exemplo, vai pagar menos que isso.

Repórter: O ministro também afirmou que é obrigação das empresas oferecer um serviço de qualidade, mesmo com o aumento do número de celulares.

Paulo Bernardo, ministro das Comunicações: E as empresas devem se virar nos 30 para prestar um serviço de qualidade que é a obrigação delas. Nós estamos ajudando na parte de desoneração de infraestrutura, que eu acho que é o grande gargalo que nós temos.

Repórter: O ministério das Comunicações vai editar nos próximos dias uma portaria com os requisitos técnicos que os aparelhos devem possuir para ter acesso ao corte de impostos.
Fifa diminui prazo para a instalação de 4G em estádios

Diário do Sudoeste - 09/04/2013

BRASÍLIA, DF, 9 de abril (Folhapress) - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje que foi surpreendido pela informação da Fifa de que os estádios da Copa das Confederações terão de ser completamente entregues e desocupados dentro de pouco tempo.

A medida exigirá mais rapidez por parte das teles e da Telebrás para a instalação de equipamentos, redes, cabos e antenas que farão funcionar o serviço de telecomunicações nas arenas, incluindo a tecnologia 4G.

"Hoje vou falar com Aldo Rebelo [ministro do Esporte], porque fiquei sabendo de uma coisa que é novidade pra mim: os estádios estão ficando prontos e a Fifa vai fazer uma determinação -em uma data que não sei qual é- de parar todos os trabalhos dentro dos estádios para preparar para a competição", afirmou.

Segundo ele, em estádios como o Mineirão, em Belo Horizonte, a empresa responsável pela arena só conseguiu firmar acordo com as teles nesse fim de semana.

Conforme antecipado pela Folha de S.Paulo, o impasse entre operadoras e administradoras dos estádios vinha ameaçando a cobertura dentro dos estádios.

"O problema é que os estádios querem nos cobrar um aluguel como se fossemos lojistas em shoppings. Tem alguns querendo, por exemplo, patrocínio da camisa do time. Alguns milhões por ano", disse na ocasião o presidente do sindicato das teles, Sindtelebrasil, Eduardo Levy.

"Houve atraso. Não sei que dia a Fifa vai dizer que não tem mais obra, mas precisamos de prazo para fazer essas instalações. Vai dar tempo, vai funcionar", afirmou Bernardo. Para o ministro, a determinação da Fifa é "normal" e mostra interesse de zelar pelo evento. "E nós vamos fazer a nossa parte", afirmou.

Leilão
O edital do leilão da faixa de 700 MHz deve obrigar as empresas participantes a usarem conteúdo nacional, informou hoje o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Hoje, a faixa comporta os canais de televisão analógicos. Eles serão desligados para receber tanto os canais de TV digital quanto a internet 4G, que é em média dez vezes mais rápida que a 3G.

O texto da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre o assunto ainda passa por consulta pública e traz pontos como a garantia de não interferência entre serviços de TV e de internet e a manutenção da abrangência dos canais hoje existentes na tecnologia analógica.

A previsão do governo é de começar a desligar os canais analógicos em 2015 e de fazer o leilão no início do ano que vem. O desligamento ocorrerá de forma gradual, Estado por Estado, até 2018.
Com demanda inesperada, Minicom recebe 1,9 mil pedidos de Cidades Digitais

Convergência Digital :: 09/04/2013

O Ministério das Comunicações recebeu 1.897 propostas de implantação de cidades digitais – relativos a 1.901 municípios – e agora terá que se debruçar no volume inesperado de pedidos para selecionar os cerca de 200 que cabem no orçamento disponível.

“Foi uma surpresa, até porque no ano passado, na primeira seleção, tivemos 216 inscrições. Vamos agora trabalhar os critérios, análogos aos da primeira leva, relacionados ao índice de desenvolvimento de cada município, uma vez que temos orçamento de R$ 100 milhões, o que significa entre 150 e 200 cidades”, explica o diretor do departamento de infraestrutura para inclusão digital, Américo Bernardes.

A palavra final, no entanto, não será mais do Minicom. Como o projeto de Cidades Digitais foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento – daí os novos R$ 100 milhões – depois da seleção realizada a lista é enviada ao grupo executivo do PAC. “Esperamos ter a relação entre o fim do mês e o início de maio”, acredita o diretor de infraestrutura do ministério.

Na primeira etapa, o Minicom selecionou 80 municípios – dispunha de R$ 40 milhões. Nesses, o governo federal banca a implantação da infraestrutura, ou seja, redes municipais de fibras ópticas para interligar os órgãos públicos e ainda viabilizar pontos públicos de acesso gratuito.

Os principais critérios indicam que sejam municípios de até 50 mil habitantes, de preferência próximos às fibras da Telebras, com baixo Índice de Desenvolvimento Humano. Depois de concluída a rede, o governo doa a infraestrutura para o município, que se encarrega de garantir o funcionamento diretamente ou através de contratos de terceirização.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Governo lança editais de obras com obrigação de implantar fibra óptica

Empresas vão ter de construir infraestrutura de telecomunicações junto com a malha viária para ampliar uso da internet no Brasil


Repórter: Infraestrutura de telecomunicações ao longo de rodovias e ferrovias. É o que preveem os primeiros editais para a exploração de estradas e estruturas ferroviárias lançados este ano pela área de transportes do governo federal. Junto com as obras da malha viária, os editais obrigam as empresas que vencerem a concorrência pública a construir a rede que vai melhorar o sinal de internet ou levar fibra óptica a municípios onde ela não chega. Essa estrutura de telecomunicações vai ser usada pela Empresa de Planejamento e Logística, vinculada ao Ministério dos Transportes. Ela vai usar a rede para monitorar o sistema de rodovias e ferrovias do País. Mas a estrutura também vai ser aplicada ao Programa Nacional de Banda Larga. E, por isso, vai trazer benefícios aos usuários de internet no Brasil, como explica o diretor do departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra.

Artur Coimbra, diretor do Departamento de Banda Larga: O consumidor que mora numa cidade próxima a essa rodovia ou ferrovia vai ter acesso aos serviços – se ele já não tem. E vai ter acesso nos mesmos padrões de acesso que existe nos grandes centros, que é uma rede de alta velocidade, capaz de entregar serviços não só de acesso à internet em alta velocidade, mas também de telefonia de melhor qualidade, banda larga móvel de melhor qualidade e também TV por assinatura com grande qualidade.

Repórter: Além da construção de redes de fibra óptica junto com obras de ferrovias e rodovias, o governo também quer estender a medida à implantação de gasodutos e linhas de transmissão de energia.
Telebras será "operadora parceira estratégica" na Broadband Latin America 2013

Insight - Laboratório de Ideias - 08/04/2013

Na condição de operadora parceira estratégica, a Telebras participará, entre os dias 01 e 03 de julho, do Broadband Latin America 2013, um dos maiores encontros internacionais sobre banda larga, a ser realizado em São Paulo-SP.

A BBLATAM 2013 irá discutir tecnologias de acesso móvel e fixo como xDSL, cable modem, Wi-Fi, LDMS, satélites e cabos submarinos, bem como outros assuntos correlatos. 

O evento contará com a presença de renomados profissionais das maiores empresas brasileiras, latino-americanas e mundiais da área de telecomunicações, além de altos dirigentes dos governos da região. A Telebras estará representada pelo seu Presidente, Caio Bonilha, que será um dos palestrantes.




À espera da 4G

Estadão - 07/04/2013

No fim deste mês vence o primeiro compromisso das operadoras que compraram as licenças da quarta geração da telefonia celular (4G). Elas se comprometeram a atender às seis cidades-sede da Copa das Confederações: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, tem dito repetidamente que a exigência será cumprida. "Não temos nenhuma dúvida de que as empresas vão cumprir esse prazo, até porque isso é cláusula que está no edital, ou seja, vira uma obrigação legal e elas podem ser severamente punidas se não cumprirem essa determinação", afirmou na semana passada, durante o programa de rádio Bom Dia Ministro.

Na prática, a 4G já chegou ao Brasil. A Claro oferece comercialmente o serviço em Campos do Jordão (SP), Paraty e Búzios (RJ), Curitiba, Porto Alegre e Recife. As estações radiobase (equipamentos que conectam o celular à rede das operadoras) mais modernas só precisam de uma atualização de software e de uma troca de placas para ter sua capacidade ampliada da terceira geração (3G) para a 4G. O grande desafio, no caso, não é cobrir as cidades, mas cobrir as cidades com qualidade.

No ano passado, durante o Painel Telebrasil, evento das empresas de telecomunicações em Brasília, eu testei um modem 4G da Oi, por dois dias. A experiência se compara a de uma conexão fixa, pelo menos numa rede com poucos usuários. Na prática, o que a 4G faz é trazer banda larga móvel de verdade ao mercado. Por mais que as operadoras chamem 3G de internet rápida, a experiência que se tem com a tecnologia ainda é inferior ao ADSL (conexão pela rede telefônica), cabo e, principalmente, fibra óptica.

A velocidade média da banda larga brasileira é de 2,2 megabits por segundo (Mbps). Para se ter uma ideia, a capacidade teórica da tecnologia atual de 4G é de 100 Mbps. Mas, na prática, os pacotes das operadoras não chegam a isso, mesmo fora do Brasil. Elas costumam oferecer pacotes entre 5 e 12 Mbps. O que já suficiente, por exemplo, para aplicações de vídeo em alta definição. Uma demonstração comum da 4G é usar a tecnologia como link de TV digital ao vivo. No lugar de as emissoras usarem uma van com uma antena, como acontecia na TV analógica, fazem tudo com um modem um pouco maior que um pen drive, pendurado numa mochila.

Muita gente tem perguntado: para que 4G, se nem a 3G funciona direito? Em primeiro lugar, com a 4G as operadoras ampliam a faixa de radiofrequência destinada ao serviço de telefonia móvel. Com mais capacidade de espectro, conseguem atender mais clientes. Principalmente nos grandes centros urbanos, a capacidade das redes atuais está chegando ao limite. Em segundo lugar, a 4G vai colocar o País em sintonia com o que existe de mais avançado no mercado mundial de comunicações móveis. Os aparelhos mais legais e as aplicações mais interessantes precisarão, cada vez mais, de uma rede 4G.

Mas quem faz essa pergunta tem razão. Se é difícil montar uma rede 3G com qualidade, fazê-lo com a tecnologia 4G é mais ainda. A versão da 4G que está chegando ao País opera em 2,5 GHz. A 3G está na faixa de 1,8 GHz. Quanto mais alta a frequência, menor o raio de cobertura da antena. Essa é uma questão física. Ou seja, para se ter a mesma cobertura da 3G, as operadoras vão precisar de muito mais antenas do que têm hoje.

No começo, isso não será um problema. Pouca gente vai ter aparelhos em 4G e a rede estará livre. Conforme as pessoas forem migrando para a nova tecnologia, as deficiências vão começar a aparecer. Não é por acaso que as operadoras têm anunciado parcerias na infraestrutura da telefonia móvel. A TIM fechou um acordo de compartilhamento com a Oi para a 4G e a Vivo fechou um acordo com a Claro, para 3G e 4G. Com isso, podem reduzir custos e enfrentar melhor a dificuldade de se conseguir permissões para instalar novas antenas e novas redes de fibra óptica.

Para que a 4G funcione, é necessário facilitar a instalação de infraestrutura, e que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) seja mais rigorosa na fiscalização das prestadoras de serviço e na exigência de qualidade.
Para levar internet banda larga a todo o Brasil, satélite será lançado no fim de 2014

Engenharia é - 07/04/2013

Parece que as regiões mais distantes do Brasil estão contando os dias para se tornarem informatizadas. De acordo com o site de planejamento do governo no final de 2014 ou inicio de 2015 estará sendo lançado o primeiro satélite genuinamente brasileiro, visto que, atualmente o Brasil utiliza tecnologia estrangeira para esse fim.

O projeto foi apresentado em 2012 e foi orçado em R$720 milhões, sendo 20% desse valor orçado somente para o lançamento, e já há sete grupos internacionais interessados em participar do nosso projeto, fornecendo peças. Essa concorrência é considerada atualmente como a maior na área espacial da America do Sul. Estão sendo representados com duas empresas a Europa, com três os EUA, uma do Japão e outra da Rússia.

O satélite irá operar em banda X (faixa de frequência de transmissão dos dados), para as comunicações estratégicas do governo, com cobertura regional (Brasil), América Latina e Oceano Atlântico, usando cinco transponders (sistema que converte o sinal recebido do satélite para outra frequência determinada). Para as comunicações em banda larga usará a banda Ka, esse sinal será recebido pelos provedores autorizados e daí será distribuído para as residências de acordo com o plano de cada provedor com o cliente.
banda_larga_movel_1024

Segundo Himilcon de Castro Carvalho da Agência Espacial Brasileira a construção do satélite esta a cargo de uma sociedade formada entre a Telebrás (49%) e a Embraer (51%), essa sociedade estará encarregada de escolher fornecedores e também os serviços de lançamento do satélite.
Marcos Castelo Branco do CPqD que ainda no governo Lula foi discutido sobre as funções do satélite, que teria diversas aplicações, entre elas: meteorologia, controle aeronáutico, segurança pública e aplicações estratégicas e militares de governo. Agora no governo Dilma houve algumas alterações nas suas funcionalidades e o satélite ficará restrito a dois focos, o acesso a banda larga e aplicações militares.
A Agência espacial brasileira esta programando para 2019 o lançamento de outro satélite para estudar o clima do Oceano Atlântico e suas alterações.

domingo, 7 de abril de 2013

Banda larga chega ao Acre até setembro

Compromisso foi assumido pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em reunião com os senadores Jorge Viana e Aníbal Diniz


Os senadores Jorge Viana e Aníbal Diniz, do PT do Acre, ouviram do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a garantia de que o serviço de banda larga chegará ao Acre até setembro deste ano. A afirmação foi feita durante audiência dos parlamentares na tarde desta quarta-feira, 3 de abril, no gabinete do ministro.

Também estavam presentes senadores do Amazonas, Rondônia e o diretor-presidente da Rede Amazônica, Phelippe Daou. A implantação do Plano Nacional de Banda Larga será feita pela Telebrás com o uso de fibra ótica, o que vai garantir um serviço de qualidade a preço menor do que os praticados hoje.

Paulo Bernardo disse que vai visitar o Acre para a entrega dos serviços. “Essa é uma ótima notícia para a população acreana. Nós vamos ter a esperada e sonhada mudança na qualidade da internet no estado. Para mim, banda larga é sinônimo de cidadania”, disse Jorge Viana.

O Programa Nacional de Banda Larga foi criado pelo Decreto nº 7.175, de 12 de maio de 2010. O objetivo do Programa é expandir a infraestrutura e os serviços de telecomunicações, promovendo o acesso pela população e buscando as melhores condições de preço, cobertura e qualidade. A meta é proporcionar o acesso à banda larga a 40 milhões de domicílios brasileiros até 2014 à velocidade de no mínimo 1 Mbps.

A intenção do governo é oferecer velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35. Para baixar um arquivo de 1,2 GB da internet com conexão de 1 Mbps, o usuário levaria 2h40, em média.