segunda-feira, 13 de maio de 2013

RNP amplia rede metropolitana de fibra óptica em Brasília

Convergência Digital :: 13/05/2013

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e a Universidade de Brasília ativam nesta segunda-feira, 13/5, a primeira expansão da rede metropolitana da capital federal – batizada de Rede Gigacandanga – que se estende por 180km no Distrito Federal, antes restrita à Esplanada dos Ministérios e áreas muito próximas.

“A expansão acontece em duas fases e terá a conexão a mais 380 km de cabos ópticos no total. Nesta primeira fase, serão entregues 180 km, que beneficiarão as cidades de Planaltina, Gama e Ceilândia”, informa o Diretor de Engenharia e Operações da RNP, Eduardo Grizendi.

Com possiblidade de conexão a uma capacidade de rede de 10 Gbps, essas regiões passarão a ter acesso ao desenvolvimento de pesquisas científicas e serão integradas a universidades e unidades de pesquisa, como a própria Universidade de Brasília e o Instituto Federal de Brasília.

Trata-se, portanto, da versão “candanga” do projeto Redecomep – Redes Comunitárias de Ensino e Pesquisa – iniciativa da RNP que busca dotar as principais regiões metropolitanas do país de infraestrutura de fibras ópticas para conexões em alta velocidade.

O projeto beneficia não apenas universidades – e entre elas, nem só as públicas – mas uma série de institutos de pesquisa. Por isso, no caso da capital, a rede alcança também diferentes unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), além de instituições como o Inmetro e a Fiocruz.

Além disso, vale lembrar que a RNP tem um acerto firmado com a Telebras, de forma que as duas instituições compartilham infraestrutura. Além dos backbones – as grandes redes de transporte – há acordo para compartilhamento da própria Redecompep.

Como explica a RNP, a principal motivação desse projeto é a interligação das instituições acadêmicas e de pesquisa em uma rede de alta velocidade, permitindo o desenvolvimento de projetos específicos que necessitem dessa infraestrutura.

Ou seja, projetos de ensino à distância, telemedicina, laboratórios virtuais, bioinformática, computação distribuída e grids computacionais (Grid Computing), armazenamento distribuído, colaboração remota (teleconferência, videoconferência), vídeo digital (vídeo sob demanda, TV interativa), telefonia IP, visualização remota (jogos, simulação e ambientes de realidade virtual), serviços de diretórios, segurança ativa, etc.

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