sexta-feira, 13 de julho de 2012

NIC.br vai construir PTT em Brasília e terá acesso à Infovia federal

Convergência Digital :: 13/07/2012

O Ministério do Planejamento e o NIC.br firmaram acordo de compartilhamento dos 32,5 km de fibras da Infovia Brasília, que também prevê a implantação de Pontos de Troca de Tráfego (PTTs) na capital federal.

Além disso, a partir de agosto o projeto vai incentivar a migração dos sítios governamentais para a sexta versão do protocolo de internet (IPv6) e otimizar o tráfego da rede brasileira neste novo formato de endereçamento.

Segundo a SLTI, todos os órgãos integrantes do Sistema de Administração de Recursos de Tecnologia da Informação devem utilizar o novo protocolo, que permitirá um maior número de endereçamentos e mais segurança para transações na rede.

A cooperação também estabelece que o NIC.br deve capacitar servidores no âmbito do SISP em rede e segurança da informação. O acordo tem duração de 60 meses e não implica transferências de recursos financeiros.

A parceria envolve operacionalmente o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), da Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) e da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), pois nestes serão hospedados os equipamentos de rede do PTT em IPv6.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Telebras quer R$ 1 bi do Orçamento da União de 2013

Proposta da estatal foi aprovada hoje pelo conselho de administração


O conselho de administração da Telebras aprovou, nesta quarta-feira (11), a proposta de orçamento da estatal para 2013. O total de recursos proposto está na casa de R$ 1 bilhão, necessários para andamento dos projetos – Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), satélite geoestacionários, cabos submarinos e anel óptico sulamericano.

A estatal pretende ainda ampliar sua rede para cidades não atendidas na versão inicial do PNBL. O conselho aprovou também proposta de compra de equipamentos de rede, sem licitação, para atender as cidades-sedes da Copa das Confederações e da Copa do Mundo.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Em dois anos de PNBL, conexões 3G crescem 270%

Serviço já conta com mais de 56 mi de usuários.


IPNews - 10/07/2012

De acordo com o Ministério das Comunicações, em dois anos de implementação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), a quantidade de usuários de tecnologia 3G cresceu 270%, passando de 15,2 milhões em maio de 2010, para 56,3 milhões em maio deste ano. Os dados foram apresentados no último dia 04 pelo secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, no 2º Fórum da Internet no Brasil, em Olinda Pernambuco.

Alvarez explicou que o PNBL, ao contrário do que muitos imaginam, não se restringe apenas à oferta de internet a preços populares e sim, o programa engloba a redução das desigualdades regionais e sociais, geração de emprego e renda e competitividade do Brasil no cenário internacional.

Os dados apresentados pelo secretário-executivo do MiniCom revelam que a quantidade de cidades brasileiras que contam com o serviço 3G aumentou 232%, passando de 681 municípios para 2.261, entre 2010 e 2012. A base de assinantes da banda larga fixa atingiu o total de 18,7 milhões, salto de 42% em relação a 2010. Apenas no ano de 2011, 6 milhões de domicílios em todo o Brasil passaram a contar com serviço de internet rápida e a meta do governo é cobrir 70% das casas brasileiras até 2015.

Principais ações do PNBL

Alvarez destacou a reativação da Telebras e a venda de capacidade a pequenos provedores locais de internet para dinamizar o mercado. Até o final do ano, a rede de fibra óptica administrada pela Telebras deverá atingir 21 mil quilômetros de extensão, cobrindo duas mil cidades. A expectativa para 2014 é que essa rede atinja 31 mil quilômetros, propiciando uma cobertura para 4.283 mil municípios.

A licitação das faixas de 2,5 GHz para a tecnologia 4G, e da faixa de 450 MHz, para levar telefonia e internet às áreas isoladas do país, também são medidas previstas no PNBL para promover a massificação do acesso à Internet.

Outras medidas são a assinatura de acordos com empresas privadas para ofertar internet a R$ 35, na velocidade de 1 Mbps; redução de preços no atacado; construção do satélite geoestacionário; anel de fibra óptica interligando os países da América do Sul; aprovação do Plano Geral de Metas de Competição, pela Anatel; o Regime Especial de Tributação, que desonera a construção de redes de telecom; além de atualização na legislação, para disciplinar a instalação de antenas e definir o compartilhamento de infraestrutura de redes entre as empresas.

Inclusão Digital

O secretário-executivo destacou o projeto Cidades Digitais, que pretende implantar e fortalecer conexão rápida à internet em órgãos municipais. A medida deve beneficiar diretamente a população, uma vez que a meta é ampliar a oferta de serviços de governo eletrônico, como marcação de consultas pela internet ou a efetivação de matrículas em escolas municipais, por exemplo.

A ampliação do número de telecentros e de pontos de acesso livre à rede também estão entre as ações do ministério. Já são mais de 6,6 mil telecentros em todo o país e o objetivo é instalar quase 3.500 novos espaços ainda este ano, sendo 810 na zona rural.
Brasil reforça negociações para construção do anel óptico sul-americano

Ministério das Comunicações - 09/07/2012

Brasília, 09/07/2012 – O secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, participa nesta segunda-feira de reuniões com representantes do governo e de empresas de telecomunicações do Uruguai. Alvarez está acompanhado do presidente da Telebras, Caio Bonilha.

O tema da reunião é o projeto de construção do chamado anel óptico sul-americano, que pretende interligar as redes de telecom dos países que fazem parte da porção sul do continente americano. No Brasil, a Telebras será a entidade responsável pelas conexões aos países vizinhos.

Amanhã, terça-feira, o secretário-executivo do MiniCom e o presidente da Telebras têm uma nova rodada de reuniões de negociações, desta vez, em Buenos Aires, onde se encontrarão com governo e empresas locais, também para tratar do anel óptico.

Negociações – Em novembro de 2011, os ministros de comunicações da América do Sul reuniram-se em Brasília e declararam ter como objetivo estratégico a integração das redes de telecomunicações da região em um anel continental de fibras ópticas. A reunião foi uma iniciativa do ministro brasileiro das Comunicações, Paulo Bernardo, que propôs o encontro durante o Fórum Brasil-Colômbia, realizado em agosto de 2011, em Bogotá.

O objetivo do anel óptico é garantir um tráfego mais eficiente, mais seguro e menos custoso para os países sul-americanos. Atualmente, o caminho percorrido pelos dados numa simples conexão à internet é extenso e caro: se um internauta do Brasil acessa um site do Chile, por exemplo, a conexão segue até um servidor nos Estados Unidos, via cabos submarinos, para, então, voltar ao Chile. Com o anel ótico interligando os países sul-americanos, o tráfego circulará diretamente entre as redes locais. A estratégia regional também prevê a atração de servidores e data centers para a instalação de mais conteúdos na América do Sul.

Além disso, o Brasil tem por objetivo lançar três sistemas de cabos submarinos até 2012, sendo um para os Estados Unidos, um para a Europa e outro para a África. O projeto está sendo conduzido pela Telebras em parceria com empresas privadas e investidores de vários continentes. Com esses sistemas, o Brasil e a América do Sul terão muito mais independência no tráfego de banda larga mundial.

Para saber mais sobre a proposta, confira abaixo a reportagem que a TV MiniCom fez sobre o tema.

Brasil e Uruguai assinam pré-contrato para construção de cabo submarino

Medida é parte das negociações da interligação das redes de telecomunicações de países da América do Sul


O secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, e o presidente da Telebras, Caio Bonilha, assinam nesta segunda-feira (9), o pré-contrato de interconexão via cabo submarino com a empresa Antel, do Uruguai. A medida faz parte das tratativas de construção do chamado anel óptico sul-americano, que pretende interligar as redes de telecom dos países da porção sul do continente americano.

O Brasil vai lançar três sistemas de cabos submarinos, sendo um para os Estados Unidos, um para a Europa e outro para a África. O projeto está sendo conduzido pela Telebras em parceria com empresas privadas e investidores de vários continentes. Com esses sistemas, o Brasil e a América do Sul terão muito mais independência no tráfego de banda larga mundial.

Amanhã, terça-feira, o secretário-executivo do MiniCom e o presidente da Telebras têm uma nova rodada de reuniões de negociações, desta vez, em Buenos Aires, onde se encontrarão com governo e empresas locais, também para tratar do anel óptico.

O objetivo do anel óptico é garantir um tráfego mais eficiente, mais seguro e menos custoso para os países sul-americanos. Atualmente, o caminho percorrido pelos dados numa simples conexão à internet é extenso e caro: se um internauta do Brasil acessa um site do Chile, por exemplo, a conexão segue até um servidor nos Estados Unidos, via cabos submarinos, para, então, voltar ao Chile. Com o anel ótico interligando os países sul-americanos, o tráfego circulará diretamente entre as redes locais. A estratégia regional também prevê a atração de servidores e data centers para a instalação de mais conteúdos na América do Sul.