sábado, 9 de junho de 2012


Embraer y Telebras fundan Visiona Tecnologia Espacial S.A para crear el primer satélite geoestacionario de Brasil

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30/05/2012
(infoespacial.com) Brasilia.- Las empresas brasileñas Embraer SA y Telecomunicaciones Brasileiras SA (Telebras) acaban de firmar el contrato por el que crean Visiona Tecnologia Espacial S.A., la compañía a través de la cual diseñarán y desarrollarán conjuntamente el que será el primer satélite geoestacionario de Brasil.

"El satélite brasileño permitirá la expansión del acceso a Internet a millones de hogares brasileños. Además, la propiedad y operación de un satélite propio nos permitirá no sólo tener la seguridad necesaria para la transmisión de información en las redes estratégicas del Gobierno Federal, sino también tener autonomía para desarrollar tecnología aeroespacial ", explicó Caio Bonilha, presidente de Telebras.

Como avanzó infoespacial en febrero y según quedó rubricado el martes 29 de mayo, el capital registrado de la nueva empresa será el 51 por ciento de Embraer y el 49 por ciento de Telebras, y su sede será ubicada en el Parque Tecnológico de San José de los Campos, cerca de San Paulo.

"Este proyecto supone un paso histórico en la evolución del sector tecnológico y espacial de la industria de Brasil. Embraer está contento y orgulloso de ser el socio estratégico de Telebras y el gobierno brasileño en un acontecimiento tan importante para la nación", afirmó Frederico Curado, Presidente y CEO de Embraer.

El objetivo principal de Visiona Tecnologia Espacial S.A. es desarrollar y lanzar el primer satélite geoestacionario de Brasil con el objetivo de satisfacer las necesidades de comunicaciones vía satélite del Gobierno Federal, entre ellas una amplia gama de transmisiones de la defensa estratégica.

Para ello, en principio, la nueva compañía contará con poco más de un año y medio, ya que el gobierno de Dilma Rousseff espera poner en órbita el ingenio a lo largo del año 2014. Eso si, para lograrlo contará con un presupuesto aproximado de 700 milllones de dólares y el apoyo de los Ministerios de Defensa, Comunicaciones y Ciencia y Tecnología, también implicados en el proyecto, está incluido en el Plan Plurianual (PPA) de 2012-2015.

"Las compañías que fabrican satélites forman parte de un grupo muy restringido en el mundo, y el Gobierno vio la oportunidad de reanudar su programa espacial geoestacionaria. Nos unimos a este grupo. Ya hemos establecido la posición orbital. Este proyecto comienza a jugarse el próximo mes", ha declarado el presidente de Telebrás, Caio Bonilha, según recoge Valor Económico.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Uma isenção de R$ 16 milhões

Correianeto - 05/06/2012

Não sou bandido, como querem fazer crer que sejam todos os que, de alguma forma discordam de atitudes adotadas pelo poder. Não sou contra nem totalmente à favor do governo, como não tenho nenhuma participação em alguma das quatro empresas provedoras de Internet no Estado, mas não sou burro, nem cego.

Sou contra – e assim continuarei até que me provem o contrário- o governo do Estado conceder uma isenção de R$ 16 milhões a uma multinacional milionária, que não tem um centavo de capital nacional, para trazer banda larga através de fibra ótica, o que o linhão de Tucurui está trazendo para o Amapá, sem custo para o seu povo.

Banda Larga nós já temos aqui, recebida em Belém em fibra ótica, e transportada para o Amapá via rádio.

O ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, não viria ao Amapá para inaugurar o sistema de banda larga da Telebrás, se não existisse banda larga. E é preciso dizer que não existe diferença entre a banda larga da fibra ótica do rádio, nem em velocidade, nem em qualidade. A única diferença que existe é na capacidade de armazenamento do sinal. A fibra ótica armazena uma quantidade muito maior. Só isso. Nisso está o porque de eu ser contra a isenção.

Mas ainda existem algumas outras coisas, e quem estiver interessado em avaliar a questão, do ponto de vista dos reais interesses da população de um estado pobre como o nosso. Procure saber, por exemplo, o que aconteceu em Roraima, onde o verdadeiro interesse da OI era passar com o cabo de fibra ótica, trazido da Venezuela, para atingir seu objetivo real, Manaus, um mercado muito maior que o roraimense, onde ficaram apenas cento e cinquenta megas, no primeiro ano, suficientes para atender apenas o centro a cidade de Boa Vista.

Este é um assunto sério, muito sério, porque envolve gasto de dinheiro público, o que não pode ser decidido por um pequeno grupo de pessoas, sem uma consulta mais ampla ao principal interessado, o povo. É um tema que não pode ser decidido ao sabor de pequenas vaidades pessoais, por birra ou pirraça. 

Por conta de tudo isso, é clara a posição do governo brasileiro contra as isenções concedidas a empresas que receberam, praticamente de presente, as concessões hoje utilizadas para ganhar dinheiro no Brasil, e enriquecer países lá fora. Atenta a esse aspecto, a presidente Dilma Rousseff tem preferido estimular as pequenas empresas brasileiras, não só as do Amapá, que geram empregos e renda para brasileiros que vivem aqui. Este é um argumento que ninguém pode refutar.

Silêncio no museu
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo foi ao Museu Sacaca, na sexta-feira passada, para inaugurar a banda larga trazida pela Telebrás ate Belém, e transportada via rádio para Macapá. O ministro ia falar com uma família do bairro São Lázaro, a primeira assinante que vai pagar R$ 35,00, do Plano Nacional de Banda Larga. Antes da solenidade a Você Telecom testou todos os equipamentos, e tudo estava normal. Na hora do ministro fazer contato, o som do Museu Sacaca falhou. O sinal de imagem estava perfeito, o som do Museu, não.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Telebras patrocina 4º Encontro Nacional de Provedores - ABRINT 2012

ABRINT - 04/06/2012

Pelo quarto ano consecutivo a ABRINT - Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações irá promover o encontro nacional de provedores, evento que já se consolidou como o mais importante do setor. Em 2011 participaram do evento representantes de 330 empresas que cobrem 829 municípios brasileiros, que geram 2.594 empregos diretos e que contratam mais de 16 gbps de banda de Internet.
Para 2012, a expectativa é que esses números cresçam em pelo menos 50%, na mesma proporção que cresceu o setor dos provedores regionais que hoje, juntos, representam a quarta empresa detelecomunicações do país segundo levantamentos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI)


Telebras chega ao Amapá e reduz custo de links em 90%


Convergência Digital :: 04/06/2012

Com direito a evento político – com governador, ministro das Comunicações e parlamentares – o Amapá festejou nesta sexta-feira, 1º/6, a chegada de conexões de Internet ofertadas pela Telebras, nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga, que devem reduzir significativamente os valores cobrados atualmente pelos links na região.

A mudança tem potencial para ser significativa. Provedores da capital Macapá chegam a pagar R$ 5,6 mil por um link de 1Mbps. Na ponta dos consumidores, a oferta mais “competitiva” é de conexões de 300 kbps por R$ 119. Mas há valores bem mais altos.

“Somos o estado com a menor cobertura e o maior preço”, reclamou, durante a solenidade, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). De fato, os pacotes da concessionária Oi, por exemplo, oferecem “banda larga” por R$ 219 (300 kbps) ou mesmo R$ 329 (por 600 kbps). “Os estados do Norte, especialmente o Amapá, reclamam com razão”, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Os valores ajudam a explicar porque uma empresa grande como a Oi conta com pouco mais de 1,1 mil assinantes de acesso à Internet em Macapá. A principal concorrência vem da Você Telecom, um provedor local que tem pacotes de R$ 119 (300 kbps) ou R$ 249 (600 kbps) e que foi o primeiro a apostar em infraestrutura própria – e que conta com cerca de 7, 5 mil clientes.

A empresa ergueu 8 torres para enlaces de rádio que cobrem 400 km, atravessando o rio Amazonas até a Ilha de Marajó e seguindo até Vila do Conde, no município de Barcarena. Com isso, conseguiu trocar o link via satélite, de R$ 5,6 mil, para outro, terrestre, originado em São Paulo, pelo qual pagava mais de R$ 1 mil por 1Mbps.

Há dois meses, a Você Telecom trocou o fornecedor. “Agora temos os preços da Telebras, de quem começamos comprando 600 MB, mas esperamos ampliar para 1 GB”, conta o diretor técnico da Você Telecom, Alaelson Tatsch. Na prática, uma nova redução no preço do megabit, para um quarto daqueles R$ 1 mil.

Na prática, a queda entre o valor cobrado pelos links de satélite, ainda praticados no Amapá, e o megabit nos moldes do PNBL representa uma redução superior a 90% nos custos do insumo. Por isso mesmo, a Você calcula que poderá levar a Macapá os preços já praticados em Belém-PA ao consumidor, com ofertas abaixo de R$ 89, por exemplo.

Fibra óptica

O esforço da Você Telecom, no entanto, acabou em segundo plano nos festejos desta sexta. O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, preferiu ressaltar a promessa de construção de 230 km de fibras ópticas entre Calçoene e Oiapoque, a ser feito pela Oi, em um investimento total de R$ 32 milhões.

Metade desse valor será bancado pelo governo do Amapá. “Estamos investindo R$ 16 milhões em renúncia fiscal”, disse Capiberibe. Como explica a secretaria estadual de Fazenda, Jucinete Alencar, a adesão do Amapá ao Convênio Confaz 85/2011 permitiu reduzir em 80% o ICMS devido pela Oi em troca da implantação da nova rede.

A Oi promete concluir os 230 km de fibras em seis meses, mas esse prazo só começa a contar a partir da emissão de licenças do Ibama e da Funai, visto que parte do trajeto cruza não só a floresta Amazônica, como uma reserva indígena. A empresa já tem autorização do DNIT para construir a rede (aérea) ao longo da rodovia BR 156.

Com esse trecho, será possível garantir uma segunda rota de conexões, visto que o objetivo é conectar o trecho da Eletronorte (cedido à Telebras) entre Macapá e Calçoene, levando as fibras até Oiapoque. Dali, será construída outra rede, da fronteira com o Brasil até a capital da Guiana Francesa, Caiena. O diretor operacional da Guyacom, Filip Van den Bossche, promete a construção em seis meses.