terça-feira, 17 de abril de 2012

TIM e GVT dizem que avanço da convergência depende de acesso à infraestrutura

Representantes das empresas pedem à Anatel para acelerar PGMC e novo regulamento da EILD

Tele.Síntese - 17/04/2012

Carlos Alberto Nunes, vice-presidente de relações institucionais da GVT, e Mario Girasole, vice-presidente de assuntos regulatórios e institucionais da TIM Brasil, disseram, durante o 29º Encontro Tele.Síntese, que se realizou hoje em Brasília, que o avanço do modelo de negócios convergentes depende do acesso à infraestrutura. “Nosso maior problema, hoje, para ampliar nossa rede e o atendimento à população é o acesso a dutos e postes”, informou Nunes, lembrando que a GVT já construiu um backbone de 25 mil quilômetros e opera em 17 estados, além do Distrito Federal.

À reivindicação de Nunes para que o regulador acelere a edição do regulamento de EILD (exploração industrial de linha dedicada), que na prática não existe como opção para as empresas entrantes, e a publicação do Plano Geral de Metas de Competição fez coro Mario Girasole. Segundo ele, essas medidas e a sua implementação prática serão fundamentais até para se avaliar se na revisão do marco regulatório será necessário ou não estabelecer a separação estrutural ou contábil de rede. “Não podemos esperar mais”, insistiu o vice-presidente da TIM, depois de ouvir do presidente da Anatel, João Rezende, que o PGMC deverá entrar na pauta do conselho diretor já em maio.

Telebras

Para Girasole, além dessas medidas regulatórias, a Telebras poderá cumprir um importante papel como provedora de infraestrutura a ser compartilhada por todas as operadoras. “Esse papel da Telebras precisa ser assumido e implementado pelo governo”, disse ele.

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