sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dilma quer prioridade na inclusão digital

Agência Estado - 04/11/2011

São Paulo - O ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, disse hoje que a presidente Dilma Rousseff estabeleceu que o desenvolvimento do setor de tecnologia da informação (TI) no País é fundamental e prioritário. "Dilma determinou que inclusão digital é 'top' na agenda de governo", comentou Barbosa.

Segundo ele, a presidente está inteiramente empenhada na expansão do setor. Ele disse que o mercado de tecnologia da informação (TI) tem grande potencial de expansão no Brasil, pois "deve se multiplicar de 5 a 10 vezes em 30 anos". Ele ressaltou ainda que o País têm dimensões continentais e há grandes oportunidades para incremento da informatização em algumas áreas fundamentais para a sociedade, tais como Saúde, Educação e Segurança Pública.

"Nós não temos um viés ante ou pró empresa estrangeira de TI no Brasil. Há espaço para empresa nacional, internacional e joint ventures. Trata-se de um mercado que se expande muito. Não se trata de uma questão do tipo 'rouba monte'", afirmou.

Nelson Barbosa afirmou ainda que a presidente Dilma considera essencial o Programa Nacional de Banda Larga, que vai tornar a inclusão digital mais barata, fácil e rápida para a população, em especial a de menor renda. O ministro participou hoje de fórum promovido pelo The Economist Group e pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), realizado em São Paulo.
Subvenção econômica, em TIC, privilegia projetos para banda larga

Convergência Digital :: 04/11/2011


A Finep, agência de fomento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, divulgou o resultado do maior programa de incentivo fiscal à inovação do país - o programa de Subvenção Econômica. TIC ficou com 18,96%, sendo que os projetos voltados para Banda Larga receberam maior parte dos recursos.

O Convergência Digital disponibiliza a lista das empresas contempladas no programa. Clique aqui. (PDF - 70 KB)

De acordo com as informações da Finep, este ano, foram recebidas 993 propostas, com uma demanda inicial de aproximadamente R$1,92 bilhão. Dessas, foram aprovadas 105, que receberão juntas cerca de R$ 242 milhões.

Das seis áreas do edital, a que recebeu o maior percentual dos recursos foi Desenvolvimento Social, com 21,22% do total. Em segundo lugar ficou a área de Biotecnologia, com 18,96%, seguida de Tecnologias da Informação e Comunicação (18,72%), Saúde (17,20%), Energia (12,66%) e Defesa (11,23%).

Ainda este mês, entre 21 e 25 de novembro, a Finep realizará o terceiro seminário de avaliação dos impactos do Programa de Subvenção Econômica na estratégia das empresas. Foram selecionados 40 projetos relativos aos editais de 2006 a 2008 que tiveram desembolso integral dos recursos até maio deste ano.

Desde 2006, a FINEP lança editais de Subvenção Econômica. Já foram atendidas cerca de 800 empresas de todos os portes, com investimentos na casa de R$ 1,5 bilhão. Desse universo, 74%, ou seja, cerca de 600, são micro ou pequenas empresas. Elas receberam mais de 60% dos recursos, o que representa cerca de R$ 1 bilhão.

Os projetos apoiados (em sua grande maioria) são das áreas de serviços de TI e fabricação de produtos de informática, eletrônicos e ópticos. O Convergência Digital disponibiliza a lista das empresas contempladas em TIC.
Plano de banda larga deve ir ao Congresso até fim do ano

Estadão - 04/11/2011


O ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que o governo deve enviar até o final do ano o Programa Nacional de Banda Larga ao Congresso. 'O objetivo é estabelecer um sistema de informações mais rápido e barato, com contrapartida das empresas para abranger inclusive a população de mais baixa renda', disse. 'O programa será uma espécie de PAC das telecomunicações', afirmou Barbosa, referindo-se ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Nelson Barbosa afirmou que o desenvolvimento do setor de tecnologia da informação (TI) é estratégico para o Brasil. Segundo ele, esse foi um dos principais motivos que levaram o governo a conceder isenções tributárias dentro do programa 'Brasil Maior' para o segmento. O plano de desoneração contemplou ainda os segmentos de calçados, móveis e vestuário. 'O setor de TI é muito importante para a geração de empregos e desenvolvimento de pesquisas', comentou.

Segundo o ministro interino, um dos principais desafios para o setor de tecnologia da informação do Brasil é se tornar um membro relevante do mercado global em 5 anos, com exportações de produtos feitos no País. 'O Brasil pode suprir o mercado de TI em importantes blocos econômicos', disse, ressaltando que é preciso haver aperfeiçoamento tributário para o setor, mas também mais qualificação dos produtos de TI nacionais.

Barbosa participou nesta manhã de um fórum promovido pela The Economist Group e Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), em São Paulo. Barbosa está substituindo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participa da reunião de cúpula do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), em Cannes, na França.
Telebrás e Embraer criam empresa para gerenciar satélite brasileiro

Nova companhia atuará no atendimento das necessidades do governo federal relativas ao plano de desenvolvimento satelital para o Brasil

Exame - 04/11/2011

Satélite StarOne C2, da Embratel

A escolha da Embraer para coordenar a integração do SGB se deve ao fato de a empresa já ter experiência nesse tipo de atuação e facilidade logística de atuar em vários países

São Paulo - A Telebrás e a Embraer anunciaram, através de um fato relevante no site da CVM, nesta quinta, 3, a assinatura de um memorando de entendimento para a criação de uma empresa conjunta para gerenciar o projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB). A Embraer terá 51% do capital da companhia e a Telebrás, 49%.

A nova companhia atuará no atendimento "das necessidades do governo federal relativas ao plano de desenvolvimento satelital para o Brasil, incluindo o Programa Nacional de Banda Larga e comunicações estratégicas de defesa e governamentais", diz o comunicado.

A negociação da parceria envolveria ainda uma espécie de golden share (poder de veto) por parte da Telebrás na empresa formada junto com a Embraer, bem como a necessidades de aportes financeiros por ambas as partes, e não apenas a Telebrás.

A escolha da Embraer para coordenar a integração do SGB se deve ao fato de a empresa já ter experiência nesse tipo de atuação e facilidade logística de atuar em vários países. O estudo nesse sentido foi feito pela AEB (Agência Espacial Brasileira). O prazo para o lançamento do primeiro satélite é 2014, mas informalmente fala-se em uma data um pouco mais longa, talvez 2015 ou 2016. O primeiro satélite será, provavelmente, contratado todo fora, com baixo teor de "conteúdo nacional" e pouca transferência de tecnologia.

As Forças Armadas não devem participar da joint-venture, mas são elas quem, efetivamente, coordenarão o projeto, já que o propósito principal é atender as demandas da Defesa. A operação dos satélites terá uma parte voltada para o uso militar, uma parte voltada para a Telebrás e o PNBL e uma terceira para eventuais usos comerciais que sejam feitos. Na parte do PNBL, o satélite servirá apenas para backhaul, e não para atendimento direto ao consumidor.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Telebras e Embraer comunicam a constituição de nova empresa

Insight - Laboratório de Ideias - 03/11/2011

Em reunião acontecida hoje, o Conselho de Administração da Telebras aprovou a proposta da diretoria de autorizar a participação da estatal na empresa a ser criada em parceria com a Embraer Defesa, nos termos do memorando de entendimento a ser assinado.

Logo após, as duas empresas emitiram o seguinte Comunicado ao Mercado:










































Em 14/10/2011, o boletim Tele.Síntese publicou a seguinte matéria:


Embraer vai ser sócia da Telebras na construção do satélite brasileiro

O governo está avançando rapidamente na definição da Sociedade de Propósito Específico (SPE) que será constituída para a construção e o lançamento do satélite de comunicações brasileiro. A pressa tem razão de ser, uma vez que o satélite deve estar no espaço sideral em 2014, e a presidente Dilma Rousseff não abriu mão de, também neste primeiro lançamento, o Brasil já se apropriar de novas tecnologias.

Para dar o start a essa grande empreitada, foi criado um grupo de trabalho formado por representantes da Telebras, da Agência Espacial Brasileira (AEB), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério da Defesa.

Conforme fontes do governo, já está decidido que um dos sócios da Telebras nessa SPE será a empresa de aviação Embraer. Mas o que uma empresa com 57,23% das ações ordinárias em poder de investidores da Bolsa de Valores de Nova York e da Bovespa tem em comum com a estatal de telecomunicações ou com um satélite nacional? “A sua capacidade de integração”, reforçam fontes do governo. Ou seja, a Embraer, uma empresa privada, mas que tem entre seus controladores a Golden Share da União (que dá poder ao governo de voto e de veto nas transferências do controle acionário, nas mudanças do objeto social e na criação e alteração de programas militares), vai entrar no negócio com um papel muito maior do que participação acionária.

Irá contribuir com sua expertise na construção das diferentes partes do satélite que serão adquiridas em separado justamente para o país agregar tecnologia. A Embraer tem o seu capital bem pulverizado, e apenas seis grupos detêm mais de 5% de suas ações ordinárias. O maior controlador é o fundo de pensão do Banco do Brasil, Previ, com 10,65%; seguido pelos fundos OppenHeimerfunds (8,65%); Thornburg Investment Management (6,84%); Cia. Bozano (6,05%); BNDESpar (5,49%) e BlackRock (5,08%).

A SPE é uma sociedade com as mesmas características de um consórcio, mas tem personalidade jurídica própria (ao contrário dos consórcios) e é criada para executar um projeto previamente identificado e com prazo limitado. Isso significa que outros sócios também poderão dela participar. Embora não haja a confirmação de seu ingresso ou de qual seria o seu papel nessa sociedade, sabe-se que a empreiteira Odebrecht está bastante interessada no projeto. O presidente da Telebras, Caio Bonilha, chegou a admitir que na SPE a Telebras poderá participar minoritariamente do capital, “a depender do interesse estratégico e da conveniência.”

Na prática, o governo quer mais empresas privadas nesse projeto porque as limitações orçamentárias da Telebras são muitas e devem permanecer pelo menos enquanto a crise econômica internacional não arrefecer.

Ontem, decreto presidencial autorizou aumento do capital da Telebras em R$ 300 milhões, recursos orçamentários que já foram liberados. Desse montante, mais de R$ 200 milhões serão canalizados pela estatal para cobrir de banda larga as cidades-sede da Copa do Mundo, cumprindo, assim, o acordo firmado pelo governo federal com a Fifa. O restante será aplicado para dar continuidade à ampliação da rede de banda larga.

O primeiro satélite será dedicado principalmente a telecomunicações civis, basicamente para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Mas 20% de sua capacidade serão destinados às Forças Armadas, com cerca de três a quatro transponders na banda X. O valor total previsto, inclusive com lançamento, é de R$ 716 milhões. O segundo lançamento está previsto para 2018.

Além de contar com transponders militares, o satélite deverá vir com as bandas Ka, Ku e C (para atender a região Amazônica), o que significa que será mesmo um grande e pesado equipamento. Por isso, explicaram as fontes ouvidas pelo Análise, não se cogita, pelo menos nesse primeiro momento, a parceria com a empresa que explora a base de Alcântara, no Maranhão.

Lá, a empresa binacional Brasil/Ucrânia, a Alcântara Cyclone Space, dedica-se ao desenvolvimento do veículo lançador de satélite. Mas o desenvolvimento desse foguete binacional não pode atender ao programa tocado pela Telebras porque os satélites de comunicações são muito grandes e poucas são as empresas do mundo que têm tecnologia para fazer lançamentos desse porte. Depois da tragédia de 2003, quando a explosão do primeiro foguete nacional matou 21 brasileiros, as projeções da Cyclone são de que, em meados do próximo ano, o foguete resultante dessa parceria finalmente consiga lançar o seu primeiro satélite.

Telebras investirá R$ 3,2 milhões na montagem de laboratório de testes para o PNBL

TI Inside - 03/11/2011

O Ministério das Comunicações vai repassar R$ 1 milhão para a Telebras montar o laboratório de testes dos equipamentos que serão utilizados na rede do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). O investimento total no projeto é de R$ 3,2 milhões, sendo que a estatal vai arcar com R$ 2,2 milhões.

A previsão é que o laboratório comece a operar já no ano que vem. O laboratório será montado em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), que tem um prédio disponível em seu Parque Científico e Tecnológico, em Porto Alegre, a que também fornecerá a equipe de pesquisadores.

Os recursos virão de várias áreas do Minicom, incluindo o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Comunicações (Funttel). Segundo o secretário-adjunto do Funttel, Eder Alves, o principal objetivo é fortalecer as ações do PNBL e reforçar a política pública de inclusão digital. "O ministério vai repassar os recursos solicitados pela Telebras porque é nosso interesse como política pública ajudá-la a concretizar esse projeto. A iniciativa é muito importante, pois o laboratório vai ajudar a testar a rede de referência do PNBL, o que permitirá a redução de custos e garantia de qualidade das soluções de rede que atenderão às demandas do programa", destacou.

Segundo ele, o laboratório servirá como ambiente de teste para toda a infraestrutura de rede utilizada no PNBL, permitindo a homologação dos vários equipamentos diferentes que se interligam formando a estrutura de fibra ótica que levará a internet em banda larga a todas as regiões do país. "A ideia é que o laboratório sirva de espaço para testar previamente esses vários equipamentos de vários fabricantes diferentes. O que queremos é montar uma rede de testes. Tudo o que for licitado pela Telebrás será testado no laboratório", afirma.

Entre as atividades que serão desenvolvidas no novo espaço estão a validação e qualificação técnica de fornecedores, testes de conformidade, estudos de compatibilidade técnica e a validação de novas tecnologias. Segundo Alves, o laboratório também poderá ser utilizado por fornecedores nacionais de equipamentos para testar seus componentes, o que se adequa à política do governo federal de privilegiar fabricantes nacionais na rede do PNBL.
Provedores de Internet vão à Justiça por planos de numeração

Convergência Digital :: 03/11/2011

Provedores regionais de acesso à Internet cansaram de esperar uma posição da Anatel e foram à Justiça para tentar garantir recursos de numeração e, consequentemente, operar serviços de telefonia com tecnologias VoIP.

Para o presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), Wardner Maia, “o pedido liminar é o primeiro passo para frear o que a Abrint considera que seja o patrocínio de um monopólio da comunicação no país”.

A entidade sustenta que os regulamentos da Anatel sobre o Serviço de Comunicação Multimídia permitem aos provedores a oferta de oferta de capacidade de transmissão utilizando quaisquer meios. Dessa forma, a Abrint quer oferecer telefonia com tecnologias de voz sobre IP.

A associação de provedores recorda, ainda, que em 2005 a própria agência publicou informação ao mercado dizendo que “não há restrição regulamentar que impeça uma prestadora de Serviço de Comunicação Multimídia usar a tecnologia Voz sobre IP no provimento de comunicação de voz”.

O que os provedores querem é que sejam liberados planos de numeração de forma a poderem oferecer telefones aos assinantes, que passariam a contar com um serviço semelhante ao da telefonia tradicional, mas que funcionaria com base na rede de Internet.

Wardner Maia, que acusa a agência de inércia na definição dos recursos de numeração afirma que o país tem três mil potenciais fornecedores de serviços de telefonia que passariam a competir com as teles – potenciais competidores que aguardam há 10 anos pelos planos de numeração.

A Abrint propôs à Anatel que os provedores ofereçam internet de baixo custo – R$ 35 por meio do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) – junto com o serviço de VoIP. “Sem a numeração, cujo direito temos há 10 anos, esta proposta fica inviabilizada e quem perde é o consumidor”, afirma Maia.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

State of Brazil IT: World Cup & Olympic Games

IT Decisions 02/11/2011

With The Economist in Brazil this week focused on where Brazil is heading in the next decade, IT Decisions is commenting on a series of points raised during discussions in our LinkedIn forum. This is the state of Brazil IT today in relation to the key technology implications of the World Cup of 2014 and the Olympic Games of 2016.

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Imagine what would happen if, at the moment Brazilian sprinter Nilson André crosses the finish line in his 100m final in the Rio Olympic Games, the IT systems had a glitch and the result wasn’t broadcast.

How’s that for pressure on the IT department managing what goes on behind the scenes? For the technology systems supporting the most watched sporting events in the world – the Olympics and the World Cup - failure of any kind is not an option.

The investment in technology needed to enable the World Cup and the Olympic Games in Brazil will reach R$ 5.7bn ($ 3.4bn), according to IT industry association Brasscom. But there are still concerns around whether the country will be able to deliver what is needed: looking back at similar sporting events that have taken place in Rio, overall spend for the Pan-American Games in 2007 was eight times more that initially expected.

Building, integrating and managing the technology supporting such events is one of the most complex and high-profile assignments in IT worldwide. Additionally, if billions will be watching next year’s Olympic Games in London and interacting and sharing content over a myriad of different channels including TV, social media web tools and mobile phones, then the World Cup 2014 and Rio 2016 teams will need to brace themselves for a scenario that will be a lot more intricate.

The events also present a huge opportunity for Brazil – some commentators have said that this is even bigger than the economic miracle of the 1970s. From an IT perspective, the sporting competitions present not only the prospect of a valuable and lasting legacy for the country in concrete terms, but also from a skills standpoint.

Infrastructure matters

According to IDC Brazil president Mauro Peres, having sound telecommunications networks is essential to start off.

“Having a telecoms infrastructure that will last would enable a massive jump in Brazil’s development. It is all very well using cloud to host the systems and so on, but if we only have a rented infrastructure that will not last, it will be a wasted opportunity,” said Peres, referring to the fact that a considerable amount of the telecoms set-up in Brazil will be available only for the duration of the sporting events.

In terms of the resilience of the set-up, senior figures at the Federal Service of Data Processing (Serpro, in the Portuguese acronym) have been quoted recently as saying that, despite the fact that infrastructure investment is needed, the possiblity of an IT collapse during the events is “unlikely” and that the sporting competitions will serve as a “test bed” for future government services to the population.

Serpro also accepts that this jump in quality and quantity of public services to citizens also depends on the state and permanent availability of telecommunications networks across the country.

An example of such initiatives is the $80m ($46m) plan led by the administration of the Distrito Federal (DF) state, where Brasilia is located, to provide wi-fi access across the whole city ahead of the World Cup.

Since Brasilia will be one of the host cities in the 2014 event, the intention is that the project, a first in Brazil, will be fully operational in two years’ time. Three locations with wi-fi access have already been made available: the city’s stadium and main park, as well as the central bus station.

In terms of the infrastructure required to make the project possible, the government is looking to take advantage of the fiber optic network owned by the central government in the city and also use resources owned by Brasilia-based organizations, such as the city’s university, Universidade de Brasilia, the local utilities firm, Companhia Energética de Brasilia, as well as the metro system.

The National Broadband Plan

Another important piece in the IT infrastructure jigsaw to be put together ahead of the upcoming sporting events is the Brazilian National Broadband Plan (PNBL).

A new proposal for PNBL was launched in May 2010 with the aim of providing mass internet coverage at low prices until 2014, taking 11,9 million households online and promoting the growth of the telecommunications infrastructure of the country. The plan will cost about R$13bn ($7.4bn).

According to Telecomunicações Brasileiras (Telebrás) – the public sector body accountable for the execution of the broadband initiative – about 100 Brazilian cities will benefit from the PNBL. The list does not include cities from the Southern region of the country. It predominantly covers the Northeast region, with more than 50 cities listed; the Southeast, where São Paulo and Rio de Janeiro are located, has had 30 cities included in the plan.

The states with more cities listed are Bahia, Minas Gerais and Rio de Janeiro, with eight each. Cities from the Midwest and North which will benefit from the plan are located are Goiás and Tocantins, respectively.

Under the plan, the government is looking to enforce minimum speeds of 1 Mbps with prices starting at R$35 ($20). Plans under that specification, which would enable a user to download a 1.2GB file in 2 hours and 40 minutes, are currently offered at about R$45 ($25.8) on average by internet service providers in the state of São Paulo.

The number of broadband users in Brazil has reached 50 million in September, according to the Brazilian Association of Telecommunications (Telebrasil). Out of that total, 34.5 million are 3G subscribers and 16.2 million are paying for fixed internet access. This represents 2.9 million new users during the month, 60% above the monthly average of 2011, which is 1.8 million.

Brazilian telcos are reacting to the increased consumer demand. Companies have invested R$17.4bn ($10bn) last year in expanding infrastructure, while this year the total investment exceeded R$ 9bn ($5.1bn) in the first half of 2011 alone.

And corporate owners of large fiber optic portfolios are also joining forces with Telebrás to deliver the PNBL: earlier this year, Brazilian oil giant Petrobrás signed an agreement whereby its network will be used to meet part of the requirements set out by the national broadband plan.

Sport vs. skills

A better-skilled IT workforce with English language and technical expertise is another angle of the legacy that ideally will be created as a result of the World Cup and the Olympic Games.

According to the Brazilian secretary of informatics policy at the Ministry of Science and technology, Virgilio Almeida, the government intends to use the appeal of sports to bridge the digital gap, as well as showing how sports can be helped by science and technology and attract young people to careers in these fields.

“We have the World Cup and the Olympics ahead of us and we are looking to use these events to attract young people to IT careers. We are working with private sector companies and trade bodies to create a plan that will include an ‘IT Olympics’, where advanced technology will be used to challenge students and present IT careers as a desirable option,” secretary Almeida told IT Decisions.

While the projects mentioned by the government have yet to be announced, Brazil only has three years to go until the next major event takes place. The 15 year-olds that will be entering the workforce in 2014 need guidance and so far, little has been done in that respect – and time is running out.

Alta tecnologia militar vira novo foco da Embraer

Folha de São Paulo - 02/11/2011

Nem só de aviões vive a Embraer. A Embraer Defesa e Segurança, unidade empresarial da fabricante de aeronaves que em dezembro completa um ano de vida, está abrindo um novo campo de atuação: o desenvolvimento de sistemas e softwares de alta tecnologia para fins militares e de segurança.

Com 1.436 funcionários, dos quais 450 engenheiros e projetistas, a EDS hoje representa 13% das receitas da Embraer. Serão US$ 850 milhões (R$ 1,5 bilhão) em 2011.

A maior parte está relacionada a aviões militares, como o projeto de desenvolvimento do KC-390 e a modernização dos caças F-5 para a FAB (Força Aérea Brasileira).

No entanto, de acordo com Luiz Carlos Aguiar, a parte dos "bits" concentra as maiores oportunidades de crescimento, além de complementar a venda do "hardware". "Queremos deixar de ser uma empresa exclusiva de produtos para ser uma empresa que entrega a solução completa para o cliente", diz Aguiar.

Para impulsionar a atuação no novo segmento, a EDS fez três aquisições ou associações no primeiro semestre. Comprou 50% do capital da Atech, empresa que desenvolveu o novo sistema de controle de tráfego aéreo que está sendo instalado no país e que tem contratos com Marinha, Exército e Aeronáutica. Adquiriu o controle da OrbiSat, fabricante de radares e sistemas de monitoramento e de defesa antiaérea. E criou uma empresa, a Harpia, em sociedade com a AEL Sistemas, subsidiária brasileira da israelense Elbit, para atuar no mercado de veículos aéreos não tripulados.

O grande foco da EDS são os programas de proteção e monitoramento do governo, como o Sisgaaz (sistema da Marinha que permitirá monitorar as águas jurisdicionais brasileiras, a chamada Amazônia Azul) e o Sisfron (sistema do Exército para monitorar fronteiras terrestres). Os dois sistemas estão em desenvolvimento pela Atech, que também tem contratos com a Aeronáutica na área de controle de tráfego aéreo.

"Queremos nos colocar como uma empresa líder na integração desse tipo de sistema, atuando no desenvolvimento e na gestão de projetos", diz Aguiar.

SATÉLITE

Outra área de interesse da EDS é a do desenvolvimento de um satélite nacional.

"Se for desejo do governo brasileiro, havendo programa de transferência de tecnologia, queremos entrar no programa de desenvolvimento de satélite", diz Aguiar.

Ao expandir os negócios na área de defesa para além da fabricação de aeronaves, a Embraer segue caminho já trilhado por Boeing e Airbus, que têm forte atuação na área e fornecem serviços para clientes governamentais em todo o mundo. Hoje, metade da receita da Boeing vem da área de defesa e segurança.

"Estamos reproduzindo um modelo que faz todo sentido", diz Aguiar, que tem por meta fazer a divisão crescer para atingir de 20% a 25% das receitas totais da Embraer.

"Essa diversificação dá mais segurança à companhia, pois a aviação comercial é muito cíclica." Ele lembra que, mesmo com cortes na área de Defesa, os EUA mantiveram investimentos em proteção e monitoramento.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Telebrás vai receber R$ 1 milhão em recursos do MiniCom para construir laboratório de testes do PNBL

Objetivo é testar equipamentos utilizados na rede do Programa Nacional de Banda Larga, contribuindo para redução de custos e garantia de qualidade

MiniCom - 01/11/2011

O Ministério das Comunicações vai repassar R$ 1 milhão em recursos orçamentários para a Telebrás, visando a criação de um laboratório de testes para os equipamentos utilizados na rede do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). O laboratório será montado em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), que já tem um prédio disponível para a finalidade em seu Parque Científico e Tecnológico, em Porto Alegre.

Os recursos virão de várias áreas do orçamento do ministério, incluindo o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Comunicações (Funttel). Segundo o secretário-adjunto do Funttel, Eder Alves, o principal objetivo é fortalecer as ações do PNBL e reforçar a política pública de inclusão digital defendida pelo Ministério das Comunicações.

O orçamento total para o projeto é de R$ 3,2 milhões, sendo R$ 1 milhão do MiniCom e R$ 2,2 milhões da Telebrás. A PUC-RS entrará com o espaço e com o corpo de pesquisadores.

O ministério vai repassar os recursos solicitados pela Telebrás porque é nosso interesse como política pública ajudá-la a concretizar esse projeto. A iniciativa é muito importante, pois o laboratório vai ajudar a testar a rede de referência do PNBL, o que permitirá a redução de custos e garantia de qualidade das soluções de rede que atenderão às demandas do programa”, destaca Eder Alves.

Segundo ele, o laboratório servirá como ambiente de teste para toda a infraestrutura de rede utilizada no PNBL, permitindo a validação dos vários equipamentos diferentes que se interligam formando a estrutura de fibra óptica que leva a internet em banda larga a todas as regiões do país.

“A ideia é que o laboratório sirva de espaço para testar previamente esses vários equipamentos de vários fabricantes diferentes. O que queremos é montar uma rede de testes. Tudo o que for licitado pela Telebrás será testado no laboratório”, afirma.

Entre as atividades que serão desenvolvidas no novo espaço estão a validação e qualificação técnica de fornecedores, testes de conformidade, estudos de compatibilidade técnica e a validação de novas tecnologias.

Outro ponto de destaque, segundo Eder Alves, é a possibilidade que os fornecedores nacionais de equipamentos terão para testar seus componentes no novo laboratório, o que dialoga com a política pública do governo federal de privilegiar fabricantes nacionais na rede do PNBL.

O laboratório da Telebrás começará a ser montado logo após o repasse dos recursos. A previsão é que comece suas atividades de testes em 2012.
Governo prevê investimentos de 84 milhões de euros em infraestruturas de telecomunicações para Mundial de 2014

Agência Lusa - 01/11/2011

O governo brasileiro prevê investir 200 milhões de reais (cerca de 84 milhões de euros) em projetos de infraestruturas para serviços de telecomunicações nas cidades que sedearão o Mundial de Futebol de 2014, informou hoje o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

"Já temos projetos detalhados do que precisa de ser feito. São cidades que já têm infraestruturas, mas todas elas precisam de ser reforçadas", explicou em conferência à imprensa estrangeira o ministro das Comunicações.

De acordo com o Paulo Bernardo, dos 200 milhões de reais previstos, 82 milhões de reais (aproximadamente 34 milhões de euros) deverão ser aplicados já no próximo ano.

"Nosso trabalho será feito através da Telebrás [empresa estatal reativada recentemente] e diz respeito basicamente a infraestruturas. A parte de serviço será feito pelas operadoras privadas que já fazem este tipo de serviço, nós vamos oferecer a infraestrutura necessária", garantiu.

O ministro adiantou ainda que o celular de quarta geração será licitado no Brasil em abril do próximo ano. "Será também muito importante para a Copa, porque são celulares mais modernos e têm velocidades [de conexão à internet] muito mais rápidas, e com certeza será muito útil durante a Copa", destaca.

Segundo Paulo Bernardo, independentemente do Mundial, a previsão do governo é que até 2014 as tarifas de telefonia móvel no Brasil também sofram uma redução "expressiva" nos preços.

Há uma semana, a Anatel, agência que no Brasil regula o setor de telefonia, aprovou uma regra que determina a redução gradativa, a partir de janeiro de 2012, até janeiro de 2014, de até 30 por cento das tarifas de interconexão (de telefone fixo para móvel).

"Nossa avaliação no governo é de que os preços da telefonia ainda podem melhorar muito [além dos 30 por cento já previstos para os próximos dois anos]. Essas tarifas de interconexão possuem um subsídio que foi gerado na época das privatizações, que não fazem mais sentido. Está na hora da Anatel começar a corrigir isto", ressalta o ministro.

Outro setor cujos preços deverão cair significativamente a partir do próximo ano é o de televisão por assinatura.

Em setembro, foi aprovado o projeto de lei que autoriza a entrada de novas empresas no setor de televisão paga, com o objetivo de interiorizar o serviço e reduzir os preços. Atualmente, no Brasil, o mercado de TV por assinatura é dominado por apenas duas grandes companhias.

"A nova lei vai abrir o mercado para novas empresas explorarem desde grandes empresas, como as telefónicas, até pequenas empresas que têm demanda de explorar o serviço no interior", declarou o ministro, acrescentando que, desde a aprovação da nova lei, o governo já recebeu mais de 600 pedidos de outorga de licença.

Segundo Bernardo, o preço da licença foi barateado - está em nove mil reais - e decidiu-se por não realizar leilão. "Todas as empresas que solicitarem irão entrar".

Entre as grandes empresas de telefonia que já iniciaram os trabalhos para passar a oferecer a televisão paga está e companhia de telefonia Oi, na qual a Portugal Telecom possui 25 por cento de participação.
Bernardo concede entrevista para jornalistas estrangeiros

Conexão MiniCom - 01/11/2011


O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, esteve no Rio de Janeiro nesta segunda-feira, 31.10, para a reunião do Conselho de Administração da FINEP. Depois da reunião, Bernardo conversou com jornalistas estrangeiros sobre os projetos e programas do Ministério.

Os jornalistas manifestaram particular interesse no Programa Nacional de Banda Larga e no projeto de regulação da mídia. Bernardo esclareceu que o PNBL é prioritário para o governo e envolve não apenas a massificação do uso da internet a preços populares, mas também novos investimentos em fibra ótica, licitação do celular de quarta geração e a equalização das telecomunicações entre as regiões brasileiras, hoje muito díspares.

Sobre o projeto de regulação da mídia, Bernardo mais uma vez esclareceu que o projeto "não se aplica à imprensa escrita", ou de "controlar o conteúdo de nada", mas de regulamentar artigos da Constituição até hoje sem definição, como o percentual nacional nas programações televisas ou "transmissões que agridam ou exponham de maneira vil crianças e adolescentes", por exemplo.
Cinturão Digital do Ceará será inaugurado na quinta-feira (03)

Portal do Ceará - 01/11/2011


A maior rede pública de banda larga do Brasil, o Cinturão Digital do ceará (CDC), será inaugurado nesta quinta-feira (03), às 14 horas, no auditório do Palácio da Abolição, pelo governador Cid Gomes e pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante. A inauguração acontecerá simultaneamente em diversos pontos do Estado e serão transmitidas ao vivo na solenidade no Abolição: Hospital regional do Cariri, em Juazeiro do Norte; Posto da Secretaria da Fazenda, em Tianguá; Liceu de Banabuiú; e imagens do radar meteorológico em Quixeramobim.

O CDC constitui de uma infraestrutura de 2.600 Km de fibra óptica conectando 92 cidades, com cobertura inicial instalada na sede de 53 municípios, o que corresponde a cerca de 90% da população urbana do Estado. A determinação do governador Cid Gomes de dar ao CDC a importância de projeto estratégico para o Estado, levou à construção de uma rede de transmissão de dados pioneira e que já é vista como modelo para outros estados. O Cinturão permite a conectividade dos cidadãos em alta velocidade. Serviços públicos serão beneficiados com aplicações de telemedicina, educação a distância, monitoramento de cargas nas fronteiras, câmeras de vigilância, entre muitos outros.

A população poderá acessar a rede mundial com qualidade, em telecentros, praças, escolas e comunidades. As empresas provedoras de serviços serão chamadas para compartilhar, por processo licitatório, a infraestrutura e a capacidade já instalada do CDC. É objetivo do Governo reduzir os custos do acesso à Internet no Interior do Estado e, com ganho em escala, universalizar serviços digitais de qualidade.

A repercussão dessa iniciativa poderá ser medida na atração e criação de novas empresas, na performance dos alunos cearenses em exames, na redução do transporte de pacientes para centros hospitalares, na redução das taxas de homicídios (câmeras de monitoramento), na interiorização da atividade econômica, no atendimento imediato das necessidades de comunicação da Copa FIFA 2014 e, notadamente, na maior eficiência das ações de governo.

A inauguração do CDC vem abrir um leque de oportunidades para todas as áreas. Como já podemos verificar, todas as secretarias estão se articulando para prover serviços digitais em todo o Estado. As prefeituras estão se preparando para contratar serviços de acesso em praças e ambientes públicos. O Programa Nacional de Banda Larga – PNBL, ampliará os recursos do CDC, através de Convênio firmado entre a Telebrás e a Etice. A Rede Nacional de Pesquisa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, também se utilizará do CDC para prover banda larga nos campi universitários no Interior do Ceará.
Oi amplia ofertas do PNBL para mais 100 municípios

Operadora espera fechar o ano em 300 cidades, e chegar a 4.800 até 2014

Tele.Síntese - 01/11/2011

A Oi lançou nesta terça-feira (1º) planos banda larga com velocidade de 1 Mbps a R$ 35 em mais 100 municípios brasileiros, ampliando sua oferta das 100 cidades atendidas desde o dia 29 de setembro com a banda larga popular nos moldes do PNBL.

Os municípios estão distribuídos em 19 estados (veja a lista das novas cidades abaixo), alguns dos quais concederam ao serviços isenção de ICMS, o que reduz o preço da mensalidade para R$ 29,90.

A operadora planeja estender as ofertas nos moldes do PNBL para um total de 300 cidades até o final do ano. No primeiro semestre de 2012, mais 900 municípios serão beneficiados e, até o fim de 2014, as ofertas estarão disponíveis em todos os 4.800 municípios da área de atuação da Oi.

CE – Milagres
ES – Iconha e João Neiva
GO – Mundo Novo, Portelândia, Corumbá de Goiás, Pilar de Goiás e Hidrolina
MG – Nova União, Iraí de Minas, Buenópolis, Cordisburgo, Galiléia e Frei Inocêncio
MS – Juti e Selvíria
MT – Nova Lacerda, Jangada, Nova Canaã do Norte e Nossa Senhora do Livramento
PE – João Alfredo
PR – Campo Bonito, São Pedro do Paraná, São Jorge do Patrocínio, Santo Antônio do Paraíso, Virmond, Salto do Itararé, Saudade do Iguaçu, Pinhalão e Vitorino
RJ – São José de Ubá, Varre-Sai, Laje do Muriaé, Areal, Quissamã, Cantagalo e Itaocara
RO – Cacaulândia
RS – Formigueiro, Planalto, Vale do Sol, Selbach, Santo Antônio das Missões, Sertão, São Valentim, Alpestre, Harmonia, Jaboticaba, Lagoa dos Três Cantos, Barão de Cotegipe, União da Serra, Mormaço, Novo Machado, Salvador das Missões, Pouso Novo, Novo Barreiro, Marcelino Ramos, Independência, Westfalia, Montauri, Vanini, Mariano Moro, Silveira Martins, Camargo, Três Arroios, Caseiros, Pareci Novo, Severiano de Almeida, Paim Filho, Fortaleza dos Valos, David Canabarro, Erval Grande e Paraí
SC – Presidente Nereu, Guatambú, Urupema, Calmon, Painel, Marema, Ermo, Bela Vista do Toldo, Modelo, Abdon Batista, Galvão, Capão Alto, Celso Ramos, Sul Brasil, Leoberto Leal, Caxambu do Sul, Xavantina, Frei Rogério, Planalto Alegre, Major Gercino, Botuverá, Aurora, São João do Sul, Timbó Grande, Praia Grande e Anita Garibaldi
TO – Fortaleza do Tabocão

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Fundo Tâmisa já detém mais de 15% das ações da Telebras

Em setembro, a participação do fundo de investimento na estatal era de 8,72%.

Tele.Síntese - 31/11/2011

O Fundo Tâmisa ampliou sua participação na Telebras e detém agora 15,25% das ações preferenciais ou 3,2 milhões de papéis da estatal. No final de setembro, o fundo de investimentos comunicou ao mercado que já era dono de 8,72% das ações preferenciais ou 1,8 milhão papéis.

O Fundo Tâmisa, da gestora BCSul Verax Serviços Financeiros, do Banco Cruzeiro do Sul, porém, manteve praticamente estável sua participação nas ações ordinárias da estatal, passou de 6,58% no final de setembro para 6,61% nesta segunda-feira, o que representa 5,8 milhões de papéis da companhia.

O fundo afirma no comunicado que, ao adquirir as ações que compõem a participação atingida hoje, “tinha por objetivo a mera realização de operações financeiras e não buscava alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia, tampouco atingir qualquer participação acionária em particular”.

Ao contrário do mês passado, as ações da Telebras não sofreram grandes alterações e a TELB4 (preferencial) fechou com oscilação negativa de 1,07%, a R$ 12,95. Isso porque, dizem os analistas, o comunicado saiu após o fechamento do mercado. Em setembro, o anuncio do aumento da participação do Fundo Tâmisa na estatal provocou a alta de 10% nos papéis da companhia. O preço da ação chegou a R$ 11,82.
Fundo de investimento comunica ter elevado participação no capital da Telebras

Insight - Laboratório de Ideias - 31/10/2011

O Tamisa Fundo de Investimentos Multimercado comunicou à Telebras que passou a deter a participação de 15,25% das ações preferenciais da estatal. A participação representa um total de 3.203.400 ações preferenciais da companhia.

O Tamisa declarou também que, em relação às ações ordinárias da empresa, passou a deter um montante de 5.866.480 papéis, representando 6,61% do total de ações do tipo ON.

Segundo o comunicado enviado à Telebras e repassado por esta à BM&FBovespa nesta data, o fundo efetuou a aquisição com o intuito de realizar operações financeiras, e não alterar sua composição do controle ou estrutura administrativa da empresa.



Alvarez reage à Indústria e sustenta Telebrás como prioridade

Convergência Digital :: 31/10/2011

Ao afirmar durante o III Seminário Fiesp de Telecomunicações que acontece nesta segunda-feira, 31/10, na capital paulista, que o governo errou em 'ressuscitar' a estatal, o diretor de Infraestrutura da Fiesp, Carlos Cavalcanti, provocou o secretário-executivo do Minicom, Cezar Alvarez. E a resposta veio num tom duro: A estatal não será descontinuada e segue como prioridade do governo.

"É absolutamente necessário que tenhamos uma empresa pública, estatal, para tratar de infraestrutura. Estamos negociando acordos com as operadoras, construindo interligações sulamericanas, mas não vamos mudar o projeto. Se engana quem pensa que a política pode ser mudada", sustentou Alvarez.

De forma bastante dura, Alvarez em seu discurso fez questão de frisar que o projeto de ter uma infraestrutura de qualidade - que venha apoiar a competição - não será esvaziado.

Às teles, o secretário-executivo do Minicom reiterou que a qualidade da oferta da banda larga será, sim, fiscalizada. Assista a participação de Cezar Alvarez no evento da Fiesp aqui na CDTV, do Convergência Digital.


Banda larga: governo diz que não vai aderir a 'pacto de mediocridade"

Convergência Digital :: 31/10/2011

Ao participar do III Seminário de infraestrutura da Fiesp - Federação das Indústris de São Paulo - que acontece nesta segunda-feira, 31/10, o secretério executivo do Minicom, Cezar Alvarez, mandou um recado às teles: As metas de qualidade da oferta da banda larga, definidas pela Anatel, serão cumpridas e fiscalizadas. "As operadoras vão ter que entregar o que venderam", sustentou, diante de uma plateia formada por representantes do setor de Telecom.

Alvarez lembrou ainda que se não houver avanços, o país ficaria nas metas impostas na privatização. E mandou um recado para as teles: não vai aderir ao que chamou de 'pacto da mediocridade". "As teles não podem dizer que não vão reduzir seus investimentos porque estão fadadas a entregar o que vendem. Não dá para vender 10 Mbits e entregar 1 Mbits. Pensar apenas no anteontem não funciona nesse setor. Não podemos deixar maturar os investimentos em 2G e 3G para pensar o futuro. Olhar pra frente é o desafio sim que se impõe para todos nós", desafiou.

[Pelo Tweeter] - Outro forte recado [de Alvarez]: quem pensa que a Telebrás será extinta por critîcas vai cair no vazio. O projeto de uma estatal pública é prioridade.

A definição de metas de qualidade para a banda larga - entrega de 60% da velocidade contratada, definida pela Anatel para banda larga fixa e móvel - já tinha sido criticada pelo diretor de regulamentação da Oi, Paulo Mattos.

"Essa medida é algo irracional. É uma questão de quanto custa e quem vai pagar. Vai exigir mais investimentos que serão, como quase sempre, repassados para o consumidor", sustentou o executivo, que, no entanto, evitou em falar sobre possível ida à justiça. "Estamos avaliando os regulamentos", completou.

Se Alvarez mandou recados para o setor na sua participação no evento, também teve que ouvir duras criticas da Fiesp. Um dos temas em pauta foi a venda de frequências para a oferta de novos serviços. Para Carlos Cavalcanti, diretor de Infraestrutura da Fiesp, o governo acerta na manutenção do leilão de 4G para abril - apesar das reclamações das teles, que dizem não ser o melhor momento.

No entanto, lembrou o diretor da Fiesp, erra em sustentar uma política de comercialização de espectro pensando em arrecadar fundos para o cofre do Tesouro Nacional. "Esses recursos vão pagar contas públicas e não são revertidos para o setor. Isso é um equívoco para um país que precisa de infraestrutura para se desenvolver", reclamou o executivo.
Internautas já podem experimentar medição da Internet pela página da Anatel

Convergência Digital :: 31/10/2011

Junto com a publicação no Diário Oficial da União dos novos regulamentos que determinam parâmetros de qualidade na oferta de conexões à Internet, a Anatel disponibilizou em sua página na internet acesso para o Sistema de Medição de Tráfego de Última Milha (Simet). É a ferramenta do Comitê Gestor da Internet para testar a qualidade das conexões.

Nas contas da Anatel, os 250 mil acessos por mês à ferramenta crescerão para 1 milhão com a divulgação pela página do órgão regulador. Embora as novas regras não comecem a valer imediatamente – em essência as operadoras terão um ano para se adaptar – a ferramenta de medição de qualidade prevista nos regulamentos será baseada no próprio Simet.

O teste é realizado em função dos indicadores definidos no regulamento, como velocidade, latência e jitter (que é a variação da latência). São esses os principais indicadores para os quais a Anatel – com base em estudo do Inmetro e do CGI, com participação do próprio órgão regulador – fixou parâmetros mínimos a serem respeitados pelas prestadoras.

A grande força das novas regras, porém, está na definição dos percentuais de garantia da velocidade – ou seja, de ínicio os acessos deverão ter, em média, 60% da velocidade contratada (nominal), patamar que cresce para 70% e 80% no segundo e depois terceiro ano de aplicação da nova norma. Eventualmente, as medições poderão encontrar velocidades de 20% (depois 30% e 40%), mas a média do mês deve respeitar os 60%.