sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Instituições de pesquisa aptas a desenvolver projetos de inovação com a Telebras

Telebras - 26/08/2011

Já está disponível a lista das entidades de pesquisa brasileiras sem fins lucrativos selecionadas pela Telebras para o desenvolvimento de projetos conjuntos nas áreas de redes e infraestrutura de telecomunicações, computação em nuvem, cidades digitais e dados abertos. São essas instituições que a Telebras considera aptas a participar do desenvolvimento de projetos nessas áreas.

Os critérios utilizados na seleção foram: declaração da existência de pesquisadores do quadro efetivo da instituição com titulação no tema selecionado e declaração da existência de grupo de pesquisa vinculado à instituição com atuação em linha de pesquisas relacionadas ao tema selecionado e em pelo menos um dos subtemas associados.

Também foi exigida que a instituição comprovasse a realização de trabalhos anteriores ou atuais acerca do tema solicitado e existência de pedido de patente registrada junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) ou a organismos internacionais congêneres.

As instituições também tiveram que apresentar declaração de existência de infraestrutura de laboratórios da instituição, na área de interesse da Telebras, relacionado ao tema selecionado.

Os nomes das entidades selecionadas podem ser acessados em www.telebras.com.br/inst/wp-content/uploads/2011/03/ResultadoFinal1.pdf .


Preço cobrado por direito de passagem em rodovias não cabe nos planos da Telebrás, afirma Bonilha

TelComp – 26/8/11

Em encontro promovido pelo Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) da Amcham (SP) nesta quinta-feira (25/8), o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, criticou os altos valores cobrados pelas concessionárias de rodovias pelo direito de passagem em seus domínios. “O preço cobrado pelas concessionárias para passagem de redes de telecomunicações não cabe no plano de negócios da Telebrás”, afirmou.

A crítica do presidente da Telebrás é semelhante à posição das Associadas TelComp que enfrentam dificuldades em negociar com concessionárias em todas as regiões do Brasil. “Se o plano de negócios da Telebrás não fecha, imagine a situação das operadoras que já tinham planos estabelecidos, baseados em preços negociados com o DNIT [Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes] e que foram majorados, em alguns casos, em até cinco vezes pelas concessionárias”, ressalta João Moura, presidente executivo da TelComp.

O direito de passagem é uma questão que afeta todas as empresas de telecomunicações e não está restrito a negociações com empresas detentoras de concessões de estradas, mas também com as de ferrovias e elétricas. “Além da majoração de custos que impactam diretamente os investimentos das operadoras na expansão e construção de novas redes de telecomunicações, o argumento de que a cobrança é feita para colaborar na modicidade tarifária dos pedágios demonstra conflito com a política de massificação da banda larga proposta pelo governo”, lembra Moura.
Grupo CCR e Telebras podem estar estudando parceria

Insight - Laboratório de Ideias - 26/08/2011

A aceleração do Programa Nacional de Banda Larga e o investimento de 9,6 bilhões de reais previstos pelo Governo para serem alocados à Telebras até 2015 estão despertando o interesse de grandes grupos nacionais e internacionais, bem como de fundos de capital de risco (private equity, venture capital e angel funds), para as múltiplas oportunidades de negócios diretos e indiretos que surgirão.

A presença de executivos da Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) ontem, em São Paulo, no almoço com o Presidente da Telebras, Caio Bonilha, pode ser indício de que uma das mega-empresas privadas interessadas no PNBL seja o Grupo CCR, já que, dos mais de 1,8 mil quilômetros de rodovias que este administra, grande parte possui fibra ótica estendida ao longo dos leitos. A propósito, na manhã desse mesmo dia, Bonilha realizou palestra na AMCHAM com o tema "A Telebrás no cenário brasileiro de telecomunicações, uma visão estratégica".

Em janeiro deste ano, nos dias 13 e 17, a agenda do Min. Paulo Bernardo previu audiência para o empresário Renato Vale, presidente do Grupo CCR. No mês seguinte, o jornal Valor Econômico, em edição de 03/02/2011, publicou matéria com o título "Banda larga eleva busca por redes", onde escreveu que "o mercado aquecido já chama a atenção de empresas que não são originalmente do setor. Em agosto [de 2010], o presidente da Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), Renato Vale, disse ao Valor que preparava o lançamento de uma empresa - batizada de Samm - para vender acesso à rede de fibra óptica que o grupo tem ao longo das rodovias que administra. Procurada nesta [naquela] semana, a CCR afirmou que não comentaria o assunto por estar em período de silêncio".

Segundo a última edição do Formulário de Referência da CCR, a SAMM é um empresa constituída pela CCR (99,90%) e pela Actua Assessoria (0,10%), tendo como objeto social a exploração e prestação, por conta própria ou de terceiros, de serviços de telecomunicações, seja por meio de concessão, permissão ou autorização, bem como atividades correlatas e participação no capital social de outras sociedades.

A CCR é um dos maiores grupos privados de concessões de infraestrutura da América Latina, atuando no setor de concessões de rodovias, vias urbanas, pontes e túneis, operação metroviárias e outras atividades correlatas, tais como inspeção veicular e cobrança automatizada de pedágio, além de deter participação em outras sociedades.

O grupo é responsável por 1.922,6 km de rodovias da malha concedida nacional, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, sendo que em 1.832,02 km responde pela administração e em 90,58 km pela conservação e manutenção. As rodovias estão sob a gestão das concessionárias Ponte, NovaDutra, ViaLagos, RodoNorte, AutoBAn, ViaOeste, RodoAnel Oeste e Renovias, esta última por meio de sua controlada CPC.

Além da atuação em concessões rodoviárias, busca investimentos em outros negócios correlatos. Exemplo disso são as as participações, diretas ou indiretas, nas empresas ViaQuatro (Linha 4 – Amarela do Metrô de São Paulo), Controlar (Inspeção Veicular do Município de São Paulo) e STP (serviços de pagamento automático de pedágios e estacionamentos Sem Parar, Via Fácil e Onda Livre).

Atualmente, fazem parte do Grupo CCR, como controladas, as seguintes empresas:

 Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A. (NovaDutra)
 Concessionária do Sistema Anhanguera-Bandeirantes S.A. (AutoBAn)
 Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. (ViaLagos)
 Concessionária da Ponte Rio-Niterói S.A. (Ponte)
 Rodonorte - Concessionária de Rodovias Integradas S.A. (RodoNorte)
 Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo – ViaOeste S.A. (ViaOeste)
 Concessionária do RodoAnel Oeste S.A. (RodoAnel)
 Companhia de Participações em Concessões (CPC)
 Parques Serviços Ltda. (Parques)
 Actua Assessoria S.A. (Actua Assessoria)
 SAMM – Sociedade de Atividades em Multimídia Ltda. (SAMM) (*)
 CPCSP - Companhia de Participações em Concessões de Serviços Públicos (CPCSP)
 Companhia de Concessões Rodoviárias México S. de R.L de C.V. (CCR México)
 CCR – USA, LLC. (CCR Estados Unidos)
(*) Anteriormente Companhia de Participações de Infra-Estrutura. (CPCI)
Rede da Telebrás chegará ao Sudeste no fim de setembro

Valor Econômico - 26/06/2011

A região de Campinas marcará a estreia do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) no Sudeste. O anúncio foi feito ontem por Caio Bonilha, presidente da Telebrás, durante evento realizado pela Amcham Brasil, em São Paulo. Segundo o executivo, a infraestrutura de conexão no entorno do município paulista deve estar pronta até o fim de setembro. Para o mesmo período, ele prevê a conclusão da interligação da rede nacional de telecomunicações (backbone) com a cidade de Imperatriz, no Maranhão.

Com 377 quilômetros de rede, o primeiro trecho do backbone do PNBL interligou municípios de Goiás e regiões do Distrito Federal. O projeto envolve a instalação de pontos de presença da Telebrás, que abrigam os equipamentos ópticos, de infraestrutura, de rede e rádio para a transmissão do sinal digital por meio de fibras ópticas.

De acordo com o plano, as redes de fibras ópticas gerenciadas pela Telebrás devem atingir 30,8 mil quilômetros e 4.283 municípios até 2014. "Teremos mais capacidade, pois estamos negociando com grandes operadoras para usar suas redes", disse Bonilha ao Valor, sem entrar, no entanto, em detalhes sobre esses possíveis acordos.

Para 2011, o executivo confirmou a revisão da meta de fechar o ano com uma cobertura de 150 cidades. A projeção anterior era alcançar 250 municípios. Além dos acordos em andamento para o uso das redes de concessionárias elétricas, como a Eletronorte, ele explicou que iniciativas pontuais de provedores de menor porte devem contribuir para alcançar a nova estimativa. Essas empresas estão começando a levar suas estruturas até os pontos de presença da Telebrás para atender a alguns municípios de sua área de atuação.

Bonilha também reforçou a proposta de concentrar a oferta da Telebrás no atacado, em detrimento da atuação no varejo. "Não vamos nos aventurar na última milha [trecho que liga a central da operadora ao domicílio do cliente]. Nosso papel é estimular a competição nessa ponta. A ideia é que cada cidade tenha ao menos dois provedores". Segundo o presidente da estatal, mesmo em regiões como São Paulo existem cidades com apenas um provedor, especialmente no Oeste do Estado.

Quanto à previsão da estatal receber um aporte de R$ 200 milhões para complementação das redes de transmissão de dados para a Copa do Mundo de 2014, Bonilha observou que o projeto ainda está em fase de estudos, mas que deve ser iniciado pelo Rio de Janeiro, Fortaleza e Porto Alegre.

Em outra frente, a Telebrás está investindo em centros de pesquisa regionais para realizar testes e homologar produtos nacionais. "A proposta é dar visibilidade para as empresas que apostarem em tecnologias do futuro", disse Bonilha. Entre essas possíveis evoluções está a tecnologia LTE (Long Term Evolution, na sigla em inglês), padrão adotado internacionalmente em redes de quarta geração de telefonia celular (4G).

O primeiro laboratório entrará em operação ainda neste ano, no Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) da PUC-RS, por meio de uma parceria com a universidade. Segundo Bonilha, em curto prazo o plano é investir em outros dois centros. O primeiro deles deverá ser implantado em Fortaleza. "O outro local ainda está sendo estudado, mas temos propostas do Rio de Janeiro, Pernambuco e Espírito Santo", afirmou.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Campinas e Imperatriz são as próximas cidades a receber o PNBL

Valor - 25/08/2011


SÃO PAULO - As regiões de Campinas (SP) e Imperatriz (MA) são as próximas a receber a infraestrutura de conexão do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). O anúncio foi feito hoje por Caio Bonilha, presidente da Telebrás, durante evento realizado em São Paulo. Ele afirmou que a extensão da rede de fibras ópticas do projeto deve ser concluída nesses locais no fim de setembro.

O executivo confirmou a nova meta de atingir a cobertura de 150 cidades até o fim do ano, ante a projeção anterior de 250 municípios. Além dos acordos em negociação para o uso das redes das concessionárias elétricas, Bonilha explicou que iniciativas pontuais devem contribuir para alcançar essa estimativa. "Estamos atingindo muitas cidades indiretamente, pois alguns provedores estão levando suas estruturas até nossos pontos de presença para atender a dois, três municípios", afirmou Bonilha.

Ele reforçou a proposta de concentrar a oferta da Telebrás no atacado e, ao mesmo tempo, estimular a competição no âmbito do varejo, ou seja, na última milha das ofertas de conexão. Segundo Bonilha, mesmo em regiões como São Paulo, existem cidades que possuem apenas um provedor, especialmente no Oeste do estado.

Sob esse cenário, Bonilha destacou o que batizou de "efeito Telebrás", ao dizer que em um ano, o preço médio da banda larga no país caiu 50%. "Não é necessariamente só uma questão de preço. Com mais opções para o consumidor, fatalmente os provedores terão que aprimorar os seus serviços".
Telebras quer ajudar pequenos provedores, mas alerta que seu foco é comercial

Luiz Queiroz :: Convergência Digital :: 25/08/2011


O diretor Comercial da Telebras, Rogério Boros, ao participar do Forum TI, evento realizado em Brasília, pela Network Eventos, falou dos planos da companhia no cenário do Plano nacional de Banda Larga. A estatal terá como meta garantir infraestrutura de rede aos pequenos provedores que desejarem crescer no mercado, como forma de aumentar a competição com os grandes players.

Citou casos de pequenos provedores como uma empresa do Ceará, que investe em fibra óptica na última milha, mas se ressente de captar bons preços no mercado de rede em função da falta de competição neste segmento de telecom, dominado pelas concessionárias.

Segundo Boros, a Telebras veio para preencher essa lacuna: garantir rede para que o pequeno possa crescer e alargar as suas fronteiras de cobertura, oferecendo não apenas serviços de Internet, mas TV por Assinatura e VoIP.

Mas fez um alerta: a Telebras é uma Sociedade Anônima e, portanto, precisa garantir retorno financeiro ao seu principal acionista: o povo brasileiro.


Nota do laboratório de Ideias: No vídeo, Boros deixa claro que a Telebras é uma empresa comercial, com milhares de acionistas e precisa ser rentável para remunerá-los.

Transcrição de trechos:
"A Telebras é uma S.A., está na Bolsa, inclusive pode ser que algum dos senhores seja até acionista.

Nós temos uma responsabilidade muito grande, a Telebrás ela tem um responsabilidade social em estar levando a banda larga, mas ela tem que ser economicamente sustentável. Nós temos que trabalhar muito bem, com muito cuidado, porque ela não é uma empresa de um só acionista; é uma empresa de 190 milhões de acionistas: é o governo mais todos os outros que compram ações específicas. Nós temos que trabalhar para que ela seja sustentável economicamente.

E todo o desenvolvimento da rede que a gente tá fazendo, o foco de mercado é atender o lado social do desenvolvimento econômico, mas sendo sustentável economicamente e vindo a ter resultados positivos"
.


... algumas parcerias já foram anunciadas publicamente, outras não podem ser anunciadas publicamente.

Assista a participação de Rogério Boros no Forum TI, através da CDTV, do Convergência Digital.


PNBL: População deve cobrar compromisso de adesão dos futuros prefeitos

Luiz Queiroz :: Convergência Digital :: 25/08/2011


Ao comentar em sua palestra sobre as possibilidades de desenvolvimento econômico e social que o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) trará para os municípios brasileiros, André Kulczynki, presidente da Procempa - empresa de TI ligada à prefeitura de Porto Alegre - alertou a população para que exija no próximo ano dos candidatos às prefeituras, que os seus planos de governo contemplem propostas "que venham a concretizar o PNBL".

Kulczynki proferiu palestra sobre o tema: "PNBL - Os Serviços aos Estados e Municípios e as Possíveis Parcerias", durante o Forum Brasil TI, promovido pela Network Eventos, em Brasília. Para ele, o bom resultado do PNBL estará condicionado a adesão ou não das Prefeituras. E esse sucesso se dará em maior grau, caso os prefeitos que aderirem venham a entender que com bons projetos poderão não apenas acabar com a exclusão digital mas, também alavancar a economia local, elevando a cidade no contexto do mercado regional e até brasileiro.

Daí a necessidade, segundo o executivo da Procempa,da população cobrar o compromisso de adesão ao PNBL nas plataformas de candidatos das eleições municipais do ano que vem. Caberá ao cidadão analisar as melhores propostas e projetos. Assista participação de André Kulczynki no Forum TI pela CDTV, do Convergência Digital.


Telebras quer levar banda larga a 35 milhões de residências até 2014

AMCHAM - 25/08/2011

Se o objetivo da operadora de banda larga Telebras para 2014 for cumprido, 35,2 milhões de domicílios brasileiros em 4.283 cidades passarão a ter conexão de internet em alta velocidade, a preços bem abaixo dos praticados atualmente dentro desse prazo.

Com incentivos fiscais, será possível atender até 40 milhões de residências, acrescentou Caio Bonilha Rodrigues, presidente da Telebras, em participação no comitê de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) da Amcham-São Paulo nesta quinta-feira (25/08).

A meta é parte do esforço do governo, controlador majoritário da Telebras, de popularizar a internet de banda larga junto às populações de menor renda, previsto no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

“A Telebras é um dos veículos para que sejam aumentadas a cobertura e a velocidade da banda larga, com diminuição de preço”, disse o executivo.

Segundo Rodrigues, a meta preconizada no PNBL é chegar a 35 milhões de residências ao preço médio de R$ 35. “Se esse valor fosse R$ 15, subsidiado, chegaríamos a aproximadamente 40 milhões de casas com banda larga fixa”, estimou.

O governo pretende fazer com que o preço médio da conexão de internet em alta velocidade, que passa pela banda larga, caia para R$ 35, sendo R$ 29 para os estados que aceitarem abrir mão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Com redução tributária, o governo acredita que o preço chegue a R$ 15 mensais. As tarifas médias de banda larga estavam na faixa de R$ 58 em 2010 e R$ 96 em 2009.

A atuação da Telebras se concentrará no atacado, fornecendo estrutura de banda larga para que provedores de todos os portes possam levar serviços de internet ao usuário final, desde que respeitadas as condições de comercialização a preços acessíveis.

Chegada a 150 cidades em 2011

Neste ano, a Telebras pretende levar sua rede de fibra ótica a 150 cidades, afirma Bonilha. Essa meta será cumprida por meio da ligação de estruturas entre os pontos de presença da Telebras nas cidades e os provedores contratantes.

“Alguns provedores que nos contrataram levam seus equipamentos até nosso ponto de presença para atender duas ou três cidades. Dessa maneira, creio que conseguiremos cumprir a meta”, comenta.

A ampliação das redes de banda larga já começou em municípios como Fortaleza, Rio de Janeiro e outros em Goiás. No Rio de Janeiro, a estrutura de banda larga através de fibras óticas deverá estar pronta até a Copa.

A ideia é dar capacidade de banda larga para todas as operadoras, em igualdade de condições, principalmente as de 3G e 4G (tecnologias de telefonia móvel que permitem acesso à internet), que são as grandes consumidoras”, ressaltou.

Competitividade em telefonia

Bonilha Rodrigues entende que o PNBL trará mais competitividade ao setor de telefonia ao permitir a entrada de pequenos e médios provedores no mercado.

Embora a carência de banda larga seja mais sentida no Norte do País, há bolsões de exclusão também na região Sudeste, a mais desenvolvida.

“Existem cidades no interior de São Paulo onde não há competitividade nenhuma em telefonia, pois só contam com um provedor. O consumidor precisa ter mais opções (tanto de qualidade como preço)”, disse, instituindo um movimento que trará mais oportunidades para as empresas de pequeno e médio portes.

Para desenvolver a atividade entre esses provedores, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) disponibilizou um estudo onde mapeou 147 cidades no Brasil que poderiam ser atendidas por pequenos e médios provedores de internet.

“A Telebras ainda está fazendo o planejamento de como chegar a essas localidades”, segundo Bonilha.

A estatal não atuará como provedora de banda larga, mas, quando possível, "estabelecerá presença e venderá banda larga para todos os operadores que quiserem ir para essas regiões".
Analista da corretora Strategic Invest indica ações preferenciais da Telebras

Visão Técnica: grafistas indicam ações em bom "ponto de entrada"

InfoMoney - 25/08/2011

SÃO PAULO - No Visão Técnica desta semana, Luiz Eduardo Borges, da Strategic Invest, e Vitor Leitão, da Pax Corretora, destacam as ações do Bradesco (BBDC4), Ambev (AMBV4), Gerdau (GGBR4), TIM (TIMP3) e Telebras (TELB4) como oportunidades em "bom ponto de entrada".

Leitão e Borges ainda indicam os papéis que devem ser evitados pelos investidores. Confira:



Comentário do Laboratório de Ideias: após a privatização ocorrida em 1998, esta é a primeira vez que uma corretora volta a indicar compra das ações da Telebras.
CVM pune ex-presidente da Embratel e ex-conselheiro

Eles teriam ido contra decisão da assembleia

Folha de São Paulo - 24/08/2011


A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) decidiu punir o ex-presidente da Embratel Jorge Luiz Rodriguez e o ex-presidente do conselho de administração da companhia Daniel Eldon Crawford, com a suspensão por três anos do direito de administrar companhias abertas.

Segundo a CVM, eles descumpriram a Lei das S.A. e tomaram decisões que excediam sua competência, resultando no pagamento de valores acima do estabelecido por assembleia-geral da empresa (de R$ 4,8 milhões para R$ 92 milhões em 2004). Eles poderão apresentar recurso, com efeito suspensivo, ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.

O ex-diretor de relações com investidores Norbert Glatt também era réu no mesmo processo, mas sob acusação diferente. Ele teria deixado de divulgar fato relevante considerado necessário, mas fechou acordo de pagamento de R$ 220 mil em 2009 e não foi julgado.

Os outros dois também apresentaram propostas, mas que não foram aceitas pela CVM. Rodriguez ofereceu pagamento de R$ 650 mil, e Crawford, de R$ 100 mil. Eles acabaram recebendo, no julgamento, a penalidade máxima concedida pela CVM, que é a inabilitação.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Claro anuncia adesão ao Programa Nacional de Banda Larga

Plano de internet com velocidade de 1Mbps vai custar R$ 29,90 pelo PNBL

Portal das Comunicações - 24/08/2011

A Claro anunciou oficialmente nesta quarta-feira a entrada no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Após reunião com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a empresa declarou que vai ofertar um plano popular de acesso à internet por R$ 29,90 com impostos incluídos.

A velocidade inicial será de 1 Mbps, como nas outras ofertas do PNBL. A capacidade máxima de download será de 200 MB. De acordo com o presidente da Claro, Carlos Zenteno, o plano já pode ser contratado pelo consumidor. Ele ressaltou que o serviço estará disponível pelo mesmo preço em todas as cidades onde a Claro está presente.

“Esse plano especial que estamos lançando vai atender as expectativas do PNBL. Achamos que temos que apoiar os esforços que governo e especialmente o Ministério das Comunicações estão fazendo para universalizar o serviço de banda larga no país”, disse Zenteno.

O acesso ao plano especial da Claro para o PNBL será via modem, que terá de ser adquirido separadamente. Segundo Carlos Zenteno, a Claro já atende 515 municípios com a internet 3G. A empresa assumiu o compromisso de atender 1017 cidades com o 3G até o fim deste ano.

Com Programa Nacional de Banda Larga, Claro vai oferecer internet móvel a R$ 29,90 por mês


Agência Brasil - 24/08/2011


Brasília - A operadora de telefonia móvel Claro anunciou hoje (24) que vai oferecer um plano popular de acesso à internet com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) por R$ 29,90 ao mês, já com os impostos incluídos, dentro do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

O presidente da empresa, Carlos Zenteno, se reuniu na tarde de hoje (24) com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. De acordo com Zenteno, o serviço estará disponível pelo mesmo preço em todas as cidades onde a Claro está presente.

O acesso ao plano especial da Claro para o PNBL será via modem, que terá de ser adquirido separadamente. Segundo Carlos Zenteno, a Claro já atende 515 municípios com a internet 3G e a empresa assumiu o compromisso de atender 1017 cidades com o 3G até o fim deste ano.

Em julho, a empresa TIM também fechou uma parceria para oferecer internet popular a partir de setembro. O acesso com velocidade de 1 Mbps a R$ 35 por mês será oferecido primeiramente às localidades de Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, e de Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, em Goiás.
Marco Civil da Internet prevê neutralidade de rede e guarda de logs

Convergência Digital :: 24/08/2011

O Brasil reconhece a internet como uma rede de escala mundial, na qual devem ser respeitados e preservados os fundamentos de direitos humanos, pluralidade, abertura e colaboração. A liberdade de expressão e a privacidade são garantias, assim como a proteção de dados pessoais e a neutralidade da rede.

É o que prevê o projeto do Marco Civil da Internet, que está pronto para ser encaminhado ao Congresso Nacional – fruto de uma iniciativa inovadora do governo brasileiro, que redigiu a proposta com base no ambiente colaborativo da rede mundial. Na prática, permite ao país superar, ainda que temporariamente, as discussões focadas em crimes e penas – cujo exemplo mais expressivo é o PL 84/99 – e dar parâmetros de como o país vê a web.

O projeto é relativamente enxuto em suas seis páginas, com foco em princípios, direitos, deveres e garantias para o uso da rede. Entre eles, o país garante, de um lado, a liberdade de expressão e por outro a proibição de suspensão de conexão à internet, salvo por questões de não pagamento pelo acesso. Foge, portanto, de modelos de leis europeias, como na França e Inglaterra, que permitem a desconexão em casos, por exemplo, de suposta violação de direitos autorais.

A proposta também é importante ao alinhar o Brasil ao princípio de neutralidade de rede – questão que, como visto durante audiência na Anatel nesta semana, desagrada empresas de telecomunicações, que preferem ter o direito de gerenciar o tráfego, inclusive com diferenciação entre o tipo de conteúdo buscado pelos internautas. E diferentemente de proposta em discussão pela agência, tem redação muito mais clara.

Pois diz o projeto em seu artigo 9º que “o responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicativo, sendo vedada qualquer discriminação ou degradação do tráfego que não decorra de requisitos técnicos necessários à prestação adequada dos serviços, conforme regulamentação”.

E para não deixar qualquer dúvida, o parágrafo único daquele artigo emenda ao prever que “na provisão de conexão à Internet, onerosa ou gratuita, é vedado monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes de dados”. Justamente o que as operadoras se queixaram na última terça-feira, durante audiência da Anatel, ao defenderem a possibilidade de tratamento diferenciado a, por exemplo, clientes que costumam baixar vídeos e músicas na rede.

Embora o texto do Marco Civil seja muito mais um parâmetro a ser seguido por legislações específicas, inclusive criminais, ele já toca em pontos importantes que já frequentam tribunais brasileiros. Um deles é o tratamento aos provedores de conexão, que não poderão ser responsabilizados por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros. Além disso, provedores de aplicações só poderão ser responsabilizados nesse caso quando, após ordem judicial, mantiverem disponível o conteúdo irregular.

Outro ponto é o que trata da polêmica guarda dos registros de conexão. Como norma geral, os “administradores de serviços autônomos” deverão manter arquivos de conexões durante um ano, prazo que pode ser dilatado – e cujas informações só podem ser requisitadas – por ordem judicial. A menção aos “administradores de serviços autônomos” é importante, porque isso significa que a guarda de logs cabe para os provedores que atribuem endereços IP, o que deixa de fora, por exemplo, telecentros e lan houses.

A única ressalva nesse ponto é como se dará essa guarda de logs no caso de municípios que disponibilizem acessos abertos, por exemplo, em uma praça ou outro espaço público. Ou escolas e universidades que disponibilizem rede para seus alunos, professores e funcionários.

Por outro lado, o Marco Civil também cria outro parâmetro importante, ao proibir o fornecimento a terceiros dos registros de conexão e de acesso a aplicações de internet, salvo mediante consentimento ou nas hipóteses previstas em lei. Na prática, é a linha de tornar ilegal o comércio de perfis de navegação.
Paulo Bernardo discute plano de banda larga na próxima quarta

Agência Senado - 24/08/2011


O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, participa, na próxima quarta-feira (31), às 9h, de audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), para analisar a implementação do Plano Nacional de Banda Larga.

Requerimento propondo o debate, de autoria do presidente da CCT, Eduardo Braga (PMDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (24). O ministro deve falar, entre outros pontos, sobre metas e indicadores do plano, preços e papel das operadoras privadas de telecomunicações.
Min. Paulo Bernardo tem encontro com empresário Mário Garnero, presidente do Grupo Brasilinvest

Insight - Laboratório de Ideias - 24/08/2011

Hoje, às 16h30, na agenda do Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, consta uma audiência ao empresário Mário Garnero, fundador e presidente do Grupo Brasilinvest.

Criado em 1975 pelo empresário, o Brasilinvest foi a primeira agência privada de desenvolvimento instalada no Brasil. Surgiu e consolidou-se como um clássico banque d'affaires ou merchant bank (banco de negócios), com 80 sócios de 16 diferentes países. Já estruturou e concluiu projetos de investimentos no Brasil na ordem de US$ 4 bilhões.

Ao longo de seus 36 anos, o Grupo consolidou a montagem de dezenas de projetos econômicos e de assessoria empresarial, desde a transferência e nacionalização da ITT-Standard Electric S.A. e da NEC, na década de 80, até o assessoramento, nos anos 90, da nova estrutura societária da Cofap e da Bombril. Auxiliou ainda a reestruturação acionária da Fiat, a criação da unidade de leasing da Volkswagen do Brasil e de rent-a-car da Varig e Volkswagen. Na área de agribusiness, assessorou o processo de instalação industrial da Boehringer em Suape, Pernambuco, e participou de empreendimentos como a Celupa (Companhia Industrial de Celulose e Papel Guaíba) e Mellita.

O Brasilinvest tem também marcante história no desenvolvimento de projetos imobiliários. Ademais, o Brasilinvest sempre reforçou seu perfil internacional com parceiros em cerca de 16 países e com representantes dos quatro cantos do mundo em seu quadro de Conselheiros Consultivos.

Foi também pioneiro na discussão de temas como a globalização e seus efeitos no mercado brasileiro, com a realização, em parceria com o Fórum das Américas, das grandes conferências sobre investimentos no Brasil realizadas em Salzburgo, na Áustria, no Principado de Mônaco e em Nova York.

Liderou igualmente importante iniciativa de negócios com o mercado asiático, com o incremento do intercâmbio comercial e de capitais mediante o estabelecimento do primeiro escritório de representação brasileira na China, na cidade de Pequim.

A curiosidade do mercado é saber se o encontro começará a materializar a parceria entre a Telebras e empresas privadas, anunciada no início de julho por Paulo Bernardo. Na mesma época, Bernardo disse ao jornal O Estado de São Paulo que um grande banco privado está interessado em investir em banda larga no Brasil. "Esse banco me disse que tem investidores que querem apostar em fibra óptica", disse, sem revelar o nome da instituição. Como o Brasilinvest se define como um "banco de negócios" e tem um rol de poderosos investidores, paira a dúvida sobre a que tipo de banco o Ministro se referia.

Entre seus projetos em andamento, o Brasilinvest tem uma empresa chamada Wisekey, que poderia se encaixar nos projetos do Ministério. A Wisekey foi formada através de uma parceria com US$1,500,000 de capital entre três parceiros de mesmos direitos, Wisekey S.A., Brasilinvest International LLC e Invest Lux.

Segundo a página do Grupo, "a Wisekey desenvolverá atividades de marketing e vendas de serviços tecnológicos da WiseKey, anti-falsificação, centros de dados seguros, tecnologias de computação em nuvem, transações eletrônicas de segurança e outros serviços e produtos. Além disso trabalhará pela implementação de uma abordagem disruptiva para consolidar o mercado de identidade digital e promover uma autenticação segura para serviços e transações online. A empresa assinará um acordo de parceria para o mercado brasileiro e para expandir os termos exclusivos da WiseKey Brasil; assinando acordos com Arábia Saudita e Espanha, com termos por serem discutidos".

Conheça quem são os conselheiros e acionistas do Grupo Brasilinvest:
# Georgette Mosbacher
CEO of Borghese, Inc., USA

# C. Fred Bergsten
C. Fred Bergsten
Former Assistant Secretary
of Treasury, Director of Institute
for International Economics, USA

# Oleg V. Deripaska
Oleg V. Deripaska
CEO of Siberian Aluminum, Russia

# Nemir A. Kirdar
Nemir A. Kirdar
President and CEO of Investcorp, England

# Carlo De Benedetti
Carlo De Benedetti
President of CIR S.p.A., Italy

# Sheik Salman Bin Khalifa Al-Khalifa
Sheik Salman Bin Khalifa Al-Khalifa
Chairman of Bahrain Petroleum, Bahrain

# Leonardo Ferragamo
Leonardo Ferragamo
CEO of Palazzo Feroni Finanziaria
S.p.A., Florence, Italy

# David Tang
#David Tang
President of DWC Tang
Development Ltd., China

# Silas K. F. Chou
Silas K. F. Chou
President & CEO, Novel
Holdings Limited, China

# John Fredriksen
John Fredriksen
Chairman of Frontline Management A.S., Norway

# Sant Chatwal
Sant Chatwal
President of Hampshire
Hotels & Resorts, USA and India

# Domingo Alzugaray
Domingo Alzugaray
President & Publisher of
Editora Três Media Group, Brazil

# Michael Darling
Michael Darling
Chairman, Caledonia
Investments, Sidney, Australia

# Hermínio Blanco
Hermínio Blanco
Former Mexico´s Secretary
of Trade, Mexico City, Mexico

# Nicolas Berggruen
Nicolas Berggruen
President of Berggruen Holdings, Inc., USA

# Ricardo Salinas
Ricardo Salinas
Chairman, Salinas Group, Mexico City, Mexico

# Ricardo Salinas
Cristina Valls Taberner
CEO of Chris & Cris, Madrid, Spain

# Ricardo Salinas
Yousef H.
Al-Ebraheem
Former Kuwait's Finance Minister and Advisor to the Prime Minister Kuwait

Acionistas internacionais:

ABN-AMRO Bank Amsterdam - Rotterdam Bank N.V.
Holanda

Aciérez Réunies de Burbach - Elch Dudelange/Arbed S/A
Luxemburgo

Agip Petroli International B V - Agip do Brasil S/A
Itália

Allstate Insurance Company
EUA

Amrep S/A
França

Banca Monte Dei Paschi Di Siena S.p.A
Itália

Banca Popolare Di Spoleto S.p.A - Spoleto Credito e Servizi Società Coop.Resp.Ltda - Itália

Banco Árabe Español S/A - ARESBANK
Espanha

Banco Popular Español S/A
Espanha

Banco Santander S/A - Banespa
Espanha

Bank One
EUA

Bechtel Construction Company - Bechtel do Brasil Construções Ltda - EUA Caterpillar Inc. Caterpillar Brasil S/A - EUA

Cie. de Saint-Gobain Pont-a-Mousson Cia. Administração São Lourenço - França

Cigna Corporation - Cigna Seguradora S/A
EUA

Dresdner Bank AG / Deutsche
Alemanha

Eaton Truck Components - Eaton Transmissões Divisão Ltda
EUA

Extraction De Smet S/A - De Smet do Brasil Comércio e
Indústria Ltda - Bélgica

Fiat S.p.A - Fiat do Brasil S/A
Itália

Générale de Banque
Bélgica

Groupe Lyonnaise des Eaux Dumez S/A
França

Groupe Lyonnaise des Eaux - Vega Consultoria e Planejamento S/C Ltda - França

HSBC - Credival Participações, Adm. Assessoria Ltda
Inglaterrra

Lehman Brothers Inc.
EUA

Ljubljanska Banka Associated Bank
Eslovênia

Magnetti - Marelli - COFAP - Cia. Fabricadora de Peças
Grupo Fiat - Itália

Mercedes Benz - Mercedes Benz do Brasil
Alemanha

Montedison S.p.A - Ocidental Com. Ind. e Construções Ltda
Itália

Nestlé AG - Nestlé Brasil Ltda
Suiça

Nuova Fin S.p.A
Itália

Ogilvy & Mather Worldwide - Ogilvy & Mather Ltda
EUA

Rhodia - Rhodia do Brasil Ltda
França

Seiko - Seiko Indústrial da Amazônia
Japão

Solvay & Cie. Solvay Indupa S/A
Bélgica

Union Miniere Societe Anonyme
Bélgica

Valtra Inc. Valtra do Brasil S/A
Finlândia

Volkswagenwerk A.G. Volkswagen Comércio e Participações Ltda
Alemanha

Whirlpool - Brasmotor S/A
EUA

William Simon WSGP
EUA

Xerox Corporation
EUA

Acionistas nacionais:

Banco Banerj S/A / Grupo Itaú

Banco BCN S/A / Banco de Crédito Nacional

S/A - Grupo Bradesco

Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S/A

Banco de Desenvolvimento do Estado de Goias S/A

Banco do Estado de Pernambuco S/A

Banco do Estado de São Paulo S/A

Banco do Estado Rio Grande Sul S/A

Banco do Nordeste do Brasil S/A

Banco Volvo S/A

Charonel Agropecuária S/A

Cia. Cacique de Café Solúvel

Eletrolux do Brasil S/A

Fittipaldi Empreendimentos e Representações Ltda

Glasslite Indústria Plásticos

Grupo Odebrecht - Tenenge Técnica Nacional Engenharia S/A

Jottapar Participações S/C Ltda

Klabin Cerâmica S/A

Maquinas Piratininga S/A

Ripasa S/A Celulose e Papel

S/A Indústrias Votorantin / Cimento Santa Rita Ltda

Sade Sul Americana de Engenharia S/A

Sobloco Construtora S/A

Technos da Amazônia Indústria e Comércio / Seiko

Industrial da Amazônia S/A

Themag Engenharia Ltda

Tigre Participações S/A

Unipar - União de Indústrias Petroquímicas S/A

Varig S/A Viação Aérea Rio Grandense

Vera Cruz Seguradora S/A

Confirmado o II Encontro Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação para os Municípios

TI Bahia - 24/08/2011


Salvador, 24 de agosto de 2011 - Quem esteve presente em 2009 lembra até hoje do primeiro Encontro Nacional de Tecnologia da Informação para os Municípios. O evento realizado em conjunto com o Ministério das Cidades e a Secretaria de Relações Institucionais, tornou-se o maior evento de tecnologia da informação para os municípios brasileiros, com a presença de mais de 450 municípios. As fotos podem ser vistas no endereço: http://www.softwarepublico.gov.br/4cmbr/xowiki/Destaque_Encontro_Fotos

Para o mês de outubro, o Ministério do Planejamento agora com apoio da Telebrás e, em conjunto novamente com o Ministério das Cidades e a Secretaria de Relações Institucionais, confirma a realização do II Encontro Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação para os Municípios, que agora conta com um eixo temático dedicado ao Plano Nacional de Banda Larga-PNBL. A intenção é preparar os municípios para as oportunidades geradas pelo PNBL.

Fique atento, pois as inscrições estarão abertas a partir do dia 29 de agosto. O II Encontro Nacional do SPB será organizado novamente no final do mês de outubro, nos dias 25, 26 e 27, e vai contar com mais 5 atividades paralelas:

* II Encontro Nacional do Software Público Brasileiro
* II Encontro Nacional de Qualidade de Software
* I Encontro de Governança em Tecnologia da Informação
* I Encontro Nacional de Dados Abertos
* Pré-Conferência Nacional de Governo Eletrônico

Coloque na sua agenda: como a inscrição é gratuita, as vagas são limitadas. Na primeira edição mais de 2.500 pessoas participaram do evento. Participe você também!
PNBL estreia em cidade goiana

Insight - Laboratório de Ideias - 24/08/2011

Reportagem do programa Gazeta News, de 23/08/2011, dando conta do início efetivo do Programa Nacional de Banda Larga - PNBL na cidade goiana de Santo Antônio do Descoberto.

Banda larga ''popular'' sai do papel em Goiás

Moradores de Santo Antônio do Descoberto são os primeiros a ter acesso ao PNBL

Estadão - 24/08/2011

Depois de mais de um ano de atraso, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) saiu do papel. Desde ontem, os moradores da cidade goiana de Santo Antônio do Descoberto podem contratar a internet de "alta velocidade", de 1 megabit por segundo, por R$ 35 mensais. O produto está sendo oferecido pela Sadnet, prestadora de serviços de telecomunicações do município.

Desde que a empresa assinou contrato com a Telebrás, no início de junho, a professora Marilene Abreu Pinho aguardava ansiosamente a comercialização da internet de banda larga do governo. Por isso mesmo, ela não perdeu tempo.

Ontem pela manhã, primeiro dia de comercialização do produto, a professora foi à sede da Sadnet para contratar o serviço. Marilene queria migrar de um plano mais caro oferecido por uma empresa de telefonia - que custava algo em torno de R$ 120 por mês - para o pacote do governo, que é quase um terço desse valor.

"Estava pagando muito caro. Esperei um ano para acabar a fidelidade e contratar um novo serviço. Contratei o serviço por um valor e sempre pagava mais caro. Quando ouvi a propaganda do programa de banda larga do governo, esperei o lançamento e vim conferir. Vou fazer um teste", contou Marilene. Ela utiliza a internet para fazer cursos online e visitar redes sociais.

Nem mesmo o pagamento de R$ 299 para adquirir o kit de acesso via rádio da Sadnet desestimulou a professora. Ela estava cansada de pagar caro por uma internet que só falhava. O preço do kit ou do modem, no caso de outras empresas, tem sido alvo de críticas por ser considerado alto para as famílias de baixa renda.

Recentemente, no entanto, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que iria negociar a redução do custo do modem.

Otimismo
Luiz Carlos Tomaz, um dos sócios da Sadnet, está otimista com os negócios depois do contrato assinado pela Telebrás. Além de mudar para um escritório maior, o empresário pretende conquistar 300 novos clientes até o fim do ano. Atualmente, a carteira da empresa é de mil clientes. A cidade de Santo Antônio do Descoberto tem 60 mil moradores.

"Vamos buscar parcerias de forma a criar um arranjo produtivo para baratear o custo", destacou Tomaz, referindo-se ao kit de acesso à internet rápida.

O primeiro dia de comercialização da internet rápida do PNBL foi bastante tranquilo. As poucas pessoas que compareceram à sede da empresas estavam atrás de esclarecimentos sobre os preços do serviço.

Segundo Tomaz, a procura foi maior em junho, logo após a assinatura do contrato com a Telebrás. "Hoje (ontem) as pessoas querem apenas ter esclarecimentos sobre a banda larga de R$ 35", frisou.

O plano de banda larga do governo foi anunciado em maio do ano passado e usado como uma das principais bandeiras da campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff. Mas somente ontem começou a ser oferecido efetivamente na primeira cidade brasileira. A meta do Executivo é estar em 1.163 municípios até dezembro. A intenção é levar internet básica a 4.278 municípios até 2014.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Anatel às teles: Regras são necessárias porque falta competição

Convergência Digital :: 23/08/2011


Criticada pela adoção de parâmetros de qualidade objetivos nos acessos à internet, a Anatel reagiu aos discursos das operadoras e disparou que o mercado isoladamente não resolverá a questão justamente porque falta competição.

“Se o mercado por si só pudesse resolver a questão da qualidade, não precisaríamos ter essa discussão. Acontece que não temos competição efetiva no setor de telecomunicações e temos problemas de qualidade menos naqueles segmentos com maior pressão de concorrência”, afirmou o gerente de regulamentação da Superintendência de Serviços Privados, Fábio Mandarino.

Foi uma resposta direta às alegações das teles de que países da Europa ou os Estados Unidos não adotaram parâmetros específicos - que no caso brasileiro é a proposta de que seja garantida a velocidade média mínima de 60% daquilo que foi contratado.

As empresas alinharam posição contra a definição do critério, ao ponto de tecerem considerações duvidosas sobre o uso da internet pelos consumidores e ameaçarem redução de investimentos e aumento nos preços cobrados pelo serviço.

Por exemplo, foi sugerido que clientes de baixa renda não usam a internet para baixar músicas ou vídeos e que, portanto, estariam indiretamente subsidiando os clientes ricos que fazem tal uso da rede mundial. Em suma, acreditam que pobres só querem ler e-mails.

“Obrigar investimentos para aumento de velocidade indiscriminadamente gerará distorções e o incremento dos preços ao consumidor”, alegou o gerente de processos normativos da Oi, Luiz Catarcione.

Outra consequência citada seria até bem-vinda: as teles acreditam que a vingar a metodologia proposta, será necessário fazer adequações nas ofertas, com redução das velocidades nominais constantes dos pacotes.

Teles criticam software de medição de velocidade

Mas a principal tecla das diferentes intervenções das teles é contra o sistema de medição de velocidade, que pelo regulamento será feita com a disponibilização, gratuita, de programas que façam isso a todos os consumidores.

Segundo as empresas, isso implica na generalização do estudo feito pelo Inmetro, CGI e Anatel - que baseou os critérios propostos - mas em condições diversas. Na prática, argumentam que aquele estudo foi realizado em ambiente controlado, com minimização de possíveis impactos adversos dos equipamentos dos clientes.

Nesse ponto, a agência até sinalizou que sugestões de aprimoramento da metodologia de medição são bem vindas. Mas insistiu que é importante que os clientes possuam algum instrumento de aferição da qualidade de suas conexões.

E, afinal, lembrou que é comum que medidas regulatórias tenham algum impacto nas operações. “Qualquer regulamento tem impacto técnico e econômico e é natural que melhorar a qualidade implique em algum investimento”, concluiu o gerente da SPV.
Telebras vai patrocinar Futurecom 2011, maior evento de comunicações da América Latina

Conexão MiniCom - 23/08/2011


A Telebras vai participar da Futurecom 2011, que ocorrerá entre os dias 12 e 14 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Serão mais de 200 Expositores de dezenas de países, demonstrando aplicações, soluções, serviços, equipamentos e sistemas, para um público composto de clientes corporativos, operadores, fornecedores de bens e de serviços, órgãos reguladores, governo e a imprensa geral e especializada de diversos países.

A Telebras, como patrocinadora Gold, contará com um estande para atender a seus clientes, mostrar seus produtos e tirar dúvidas sobre o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Além disso, Caio Bonilha, presidente da Telebras, fará uma palestra no dia 13/09.

Para saber mais sobre a Futurecom acesse: www.futurecom.com.br.

Internet banda larga do governo por R$ 35 começa nesta terça-feira

Serviço começa na cidade de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás.
Interessados têm que pagar R$ 300 por modem.

Do G1 - 23/08/2011

O município de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, é o primeiro a receber o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) nesta terça-feira (23), permitindo que os moradores da cidade possam contratar o serviço de internet rápida de 1 Mbps por R$ 35.

O serviço é oferecido pela Sadnet, uma prestadora de serviços de telecomunicações da cidade que tem cerca de 60 mil habitantes e está a cerca de 50 quilômetros de Brasília. O contrato entre a empresa e a Telebrás foi assinado no dia 8 de junho e, na época, foi dito que o serviço seria disponibilizado em 30 dias.

Entretanto, o gerente de Rede da Sadnet, Bruno Souza Santana, disse no dia 1º de agosto que a empresa já tinha condições de vender os planos dentro do PNBL, mas ainda não começou a fazê-lo porque aguardava a inauguração oficial do programa, prevista para acontecer em evento na cidade no dia 23 de agosto. Ele também disse que aguardava a presença do do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Os interessados em adquirir internet por R$ 35 precisam, também, pagar R$ 300 pelo modem, preço que poderá ser parcelado em 12 vezes no cartão de crédito.

O Plano Nacional de Banda Larga teve seu lançamento oficial em maio de 2010. Seu objetivo é massificar até 2014 a oferta de acessos de internet banda larga para a população. O plano será coordenado pelo Ministério das Comunicações e operado pela estatal Telebrás.
Positivo espera vendas maiores por plano banda larga

Empresa espera ajuda nas vendas com o Plano Nacional de Banda Larga do governo

Exame - 23/08/2011


São Paulo - A Positivo Informática, maior fabricante de computadores do Brasil, espera que o Plano Nacional de Banda Larga, do governo federal, impulsione as vendas de computadores pessoais no país, afirmou nesta terça-feira o presidente-executivo da empresa, Helio Rotenberg.

A companhia apresentou mais cedo uma queda ligeira na participação de mercado no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. De abril a junho, a participação da Positivo no mercado doméstico de computadores foi de 13,5 por cento, abaixo dos 14 por cento registrados no segundo trimestre de 2010.

Mas na comparação com o primeiro trimestre, quando a fatia da companhia foi de 10,9 por cento, a participação aumentou 2,6 pontos percentuais.

Rotenberg disse que não há sinais de "recessão" nas vendas de computadores pessoais no mercado doméstico e que as encomendas do varejo continuam firmes. Segundo ele, a retomada das compras por parte do governo no segundo semestre também deve impulsionar a receita da empresa.

Tablet
A Positivo lançará, em setembro, um computador tablet, disse Rotenberg. "As lojas estarão repletas no Natal", afirmou o executivo a jornalistas em evento em São Paulo.

Questionado sobre a concorrência de equipamentos como o Galaxy, da Samsung, e o iPad, da, o executivo afirmou estar confiante neste mercado.

"Acreditamos que há espaço para outros produtos", disse. O tablet da Positivo utilizará o sistema Android, do Google.

Ainda segundo Rotenberg, a companhia está olhando "para todo o espectro da convergência digital", se referindo a uma possível entrada da companhia no segmento de telefonia.
Net lança banda larga de 10 Mbps, 20 Mbps e 100 Mbps em Manaus

Teletime - 23/08/2011


A Net Serviços lança nesta terça, 23, planos de banda larga de 10 Mbps, 20 Mbps e 100 Mbps em Manuas. Quem já é cliente da Net terá sua velocidade migrada automaticamente e sem custos. Os clientes de 1 Mbps passam a navegar em 10 Mbps e os clientes com 5 Mbps passam para 20 Mbps.

Com a ampliação, a oferta em Manuas é a mesma que a Net disponibiliza nas demais praças onde atua. A oferta dessas velocidades só foi possível depois que a Embratel conseguiu fazer com que os cabos de fibra atravessassem o rio Solimões. Até o início deste ano, esse trecho era transposto com enlaces de rádio, que limitavam as velocidades disponíveis na cidade.

O diretor de produtos e serviços da Net, Márcio Carvalho, explica que em fevereiro a companhia já fez um upgrade de velocidade sem custo aos clientes da região. Os que navegavam em 100 kbps foram para 1 Mbps e os que estavam com 1 Mbps foram para 5 Mbps. “Manaus vivia uma situação de isolamento digital. Com a chegada da fibra óptica, esse cenário mudou”, disse ele, lembrando que a cidade será uma das sedes da Copa de 2014.

O investimento da companhia na cidade em 2011 deve chegar a R$ 50 milhões, que serão aplicados na expansão e melhoria de qualidade da rede e no lançamento de mais canais em alta definição e de algumas transmissões em 3D.

Os preços dos combos variam de R$ 79,90 (Pacote conexão + Net Vírtua 1 Mega + Net Fone via Embratel) a R$ 629,90 (Pacote Total Cinema HD Max + Net Vírtua 100 Mega + Net Fone via Embratel).
Provedores do Amapá reúnem com presidência da Telebras

Diário do Congresso - 23/08/2011

Hoje (23) o senador Randolfe Rodrigues conseguirá reunir os representantes de três provedores do Amapá, com o presidente da Telebras, Caio Bonilha, em Brasília.

A reunião foi acertada pelo senador amapaense no começo desse mês, quando ele esteve com Bonilha e recebeu informações mais detalhadas sobre o processo de implementação da banda larga no estado e na Região Norte.A partir dessa reunião, Randolfe solicitou a agenda com o presidente da Telebrás para que os representantes dos provedores locais possam saber quais as alternativas para a oferta da banda larga ao estado, pelo preço do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), ou seja, R$ 35,00.

O encontro começa às 17h, na sede da Telebrás, e já confirmaram presença os representantes da Você Telecom – Eduardo Correa, da CompuService – Carlos Batista, da ProntoNet – Cláudio Katayama e do Prodap -Alípio Júnior.

O Senador aposta na Telebras para que o estado do Amapá saia do isolamento tecnológico imposto pela ausência da internet banda larga. Sua intenção é de que assim que o processo de implementação da banda larga for concluído, os provedores amapaense possam oferecer o serviço com baixo custo, qualidade e velocidade, como previsto no PNBL.

Na última semana, em seu discurso no Plenário do Senado, Randolfe defendeu o aumento de recursos e investimentos na Telebras para que as ações planejadas pelo governo para o Brasil nessa área, saiam do papel.“Investir no fortalecimento da Telebras é garantir a oferta de internet a todos os brasileiros, no caminho de “protagonismo do Estado”.

Ter internet banda larga com qualidade e baixo custo significa inserir as empresas na ponta da inovação e garantir aos brasileiros um direito fundamental, acesso à tecnologia da informação”, enfatiza Randolfe.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Município goiano será o primeiro com banda larga por R$ 35 ao mês

Agência Brasil - 22/08/2011


Brasília - A partir de amanhã (23), os moradores do município goiano de Santo Antônio do Descoberto vão poder contratar internet com velocidade de acesso de 1 megabit por segundo (Mbps) a R$ 35 por mês.

Esta será a primeira cidade atendida pelo Plano Nacional de Banda Larga. Santo Antônio do Descoberto fica na Região do Entorno de Brasília, a cerca de 50 quilômetros da capital, e tem 61,7 mil habitantes

O serviço será oferecido pela Sadnet, uma prestadora de serviços de telecomunicações da cidade. Segundo o gerente de Marketing da empresa, Evandro Sá de Menezes, há uma grande expectativa e, até, uma cobrança da população por internet popular na cidade, já que o contrato entre a Sadnet e a Telebras foi firmado no início de junho.

Essa demora foi até necessária, porque a Telebras fez todos os testes e foi bom para ter uma estabilidade maior na rede”, disse Menezes. Ele garantiu que a empresa tem condições de atender integralmente a demanda da população local.

Para ter acesso ao serviço, será preciso contratar com a empresa o modem de acesso à internet e a instalação do equipamento, ao preço de R$ 299.

Na semana passada, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que iria negociar com a empresa a redução do custo do modem, mas, segundo Menezes, ainda não houve um contato do ministério para tratar do assunto. De acordo com o gerente, é possível reduzir o valor do aparelho para, no máximo, R$ 199, se o governo oferecer redução na carga tributária que, segundo o gerente, representa 60% do preço do aparelho de conexão com a rede.

Outra opção em estudo é oferecer o modem aos usuários em regime de comodato, ou seja, o cliente só fica com o aparelho enquanto tiver contrato com a empresa. Mas, segundo Menezes, a ampresa teria que contar com uma linha de financiamento para comprar os aparelhos.

A partir de setembro, a empresa de telefonia móvel TIM também vai oferecer internet com velocidade de 1 Mbps a R$ 35 por mês, com os incentivos do PNBL. As primeiras localidades atendidas pela operadora de origem italiana serão Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, e Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, em Goiás.
MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES - NOTA DE ESCLARECIMENTO

Além de totalmente inverídicas, são de grande irresponsabilidade as ilações que tentam fazer sobre meu comportamento como Ministro de Estado e o uso de aeronaves particulares. Esclareço que jamais solicitei ou me foi oferecido qualquer meio de transporte privado em troca de vantagem na administração pública federal.

Em 2010, quando era Ministro do Planejamento, participei, nos fins de semana, feriados e férias, da campanha eleitoral do meu Estado, Paraná. Para isso, utilizávamos aviões fretados pela campanha, o que incluiu aeronaves de várias empresas, que receberam pagamento pelo serviço. Não tenho, porém, condições de lembrar e especificar prefixos e tipos, ou proprietários, dos aviões nas quais voei no período.

Não existe relação entre o exercício do cargo de Ministro do Planejamento e fatos decorrentes da execução de obras públicas no estado do Paraná. Como deputado federal paranaense, nos anos 2003 e 2004, e a pedido do então Prefeito de Maringá, Sílvio Barros, reconhecendo a importância da obra para o Estado, nos empenhamos para obter recursos, através de emenda de bancada.

O Contorno de Maringá foi incluído no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento porque preenchia todos os critérios, como importância do projeto para a economia local e para a população. Defendi a inclusão do Contorno de Maringá no PAC, assim como de outras obras prioritárias em outras regiões do país, por uma razão simples: eram importantes para o desenvolvimento daqueles Estados, não porque iriam beneficiar esta ou aquela construtora.

REVISTA ÉPOCA
A Revista Época fez nos últimos dois meses, quatro matérias em que cita a mim ou à Ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, com insinuações indevidas, algumas de forma absolutamente gratuita, sem me ouvir, como foi o caso da publicada na edição de 20 de junho de 2011, sob o título “Do Pantanal para Campinas”.

Este fato contraria os Princípios Editoriais das Organizações Globo que diz, na seção 2: “correção é aquilo que dá credibilidade ao trabalho jornalístico: nada mais danoso para a reputação de um veículo do que uma reportagem errada ou uma análise feita a partir de dados equivocados”.
Eu fui citado ao lado de uma grande foto, numa matéria totalmente alheia a mim, apenas porque deveria ser uma testemunha a ser ouvida.

Como se não bastasse, seguiram mais três novas matérias: “Os ministros indesejados”, publicada na edição de 10 de julho de 2011 ; “Mudar para ficar tudo igual”, edição de 17 de julho de 2011 e a desta semana “Por que ele não responde?”.

Tanto na matéria “Os Ministros Indesejados” como em “Mudar para ficar tudo igual”, segue um jogo de palavras, sem uma única fonte, com insinuações, sem nenhuma comprovação, expondo um ato legítimo de lutar por recursos para uma obra importante para o Estado, com malfeitos e desvios.

Novamente a Revista contraria outro item importante dos Princípios Editoriais das Organizações Globo que diz no item w da Seção 1: “denúncia anônima não é notícia; é pauta, mesmo se a fonte for uma autoridade pública: a denúncia deve ser investigada à exaustão antes de ser publicada.”

E por fim, quando, por causa dos antecedentes e insinuações colocados pelas reportagens anteriores, julguei desnecessário atender à reportagem da Revista Época, sou surpreendido com a matéria “Por que ele não responde?”, com novas insinuações sobre o uso de aeronaves particulares durante o ano de 2010.

De novo, a Revista contraria aqui os Princípios das Organizações Globo, no item e, da Seção I de que “ninguém pode ser perseguido por se recusar a participar de uma reportagem”.

Quero destacar que estou e sempre estive à disposição do Congresso Nacional para a prestação de quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. Defendo, como sempre defendi, o máximo de transparência na utilização do dinheiro público. Considero este o meu dever e minha responsabilidade política.

Brasília, 22 de agosto de 2011

Paulo Bernardo Silva
Ministro das Comunicações
Publicado em 22/08/2011

F/Nazca: Internet não cresce no Brasil há três anos

Convergência Digital :: 22/08/2011


A nona edição da pesquisa F/Radar, realizada semestralmente pela F/Nazca com o apoio operacional do Datafolha, constatou que 51% dos brasileiros com mais de 16 anos têm o costume de acessar a internet, apenas 4 pontos acima do resultado de março de 2008, tendência já apontada pela leitura anterior, a F/Radar 8. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou menos.

No mesmo período, a posse de banda larga doméstica saltou de 12% para 31% da população, o que indica melhoria na qualidade da navegação entre aqueles que já se conectavam à rede. O fenômeno, porém, ainda se restringe aos mais ricos.

Nas classes AB, 62% têm internet rápida na própria residência, enquanto que na classe C, 22%, e nas classes DE, somente 4%. Apenas indicado na edição anterior, o acesso em casa passou a ser, pela primeira vez, mais relevante do que em lan houses. Além disso, a parcela daqueles que acessam diariamente subiu desde então de 32% para 41% dos internautas.

Ainda nos últimos três anos, o acesso móvel dobrou, chegando a 11% da população, com alta principalmente entre os menores de 24 anos.

A F/Nazca realiza a pesquisa sobre internet desde o início de 2007. No levantamento de abril de 2011, foram feitas 2.286 entrevistas em 145 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas 2009 do IBGE.

Acesse a pesquisa completa no site da F/Nazca: http://virou.gr/pi4DpA ou no canal da agência no slideshare: http://virou.gr/pZovdv.

* Fonte: Assessoria de Imprensa da F/Nazca.
Telebrás formaliza renegociação de preços em pregão do PNBL

Convergência Digital :: 22/08/2011

A Telebrás publicou nesta segunda-feira, 22/8, o ajuste em um dos contratos atingidos pela renegociação de preços determinada pelo Tribunal de Contas da União relativa a parte do pregão 2/2010 – no caso, no anel Nordeste da rede pública de fibras ópticas – formalizando a redução do preço de R$ 35,1 milhões para R$ 29,1 milhões.

A redução, nesse caso de R$ 6 milhões, foi negociada com a Zopone Engenharia, uma das vencedoras do pregão para infraestrutura básica da rede. No total, a Telebrás acertou ajustes nos valores dos anéis Nordeste e Sudeste, este último com o consórcio formado pelas empresas Clemar e Eltek.

Com esse consórcio já fora feito um acerto para redução de R$ 300 mil no contrato que, inicialmente de R$ 27,7 milhões, ficou em R$ 27,4 milhões, para parte das instalações no anel Sudeste. Os ajustes, no entanto, são mais amplos e incluem equipamentos e serviços que não chegaram a ter contratos assinados.

No geral, a redução de preços chega a R$ 43,9 milhões em aquisições previstas para os anéis Sudeste, Nordeste e Sul – sendo que neste último nada foi contratado até agora. A ata relativa à região Norte foi anulada (tampouco houve contratação firmada). O resultado é que o pregão que somava R$ 411,6 milhões caiu para R$ 367,7 milhões.

A anulação da ata da região Norte foi pedida pelo próprio consórcio vencedor (Clemar/Eltek) e, por enquanto, é possível que não volte a ser realizado. Como a Telebrás negociou troca de capacidades com a Eletronorte, o atendimento na região será feito com base nesse acordo.

TCU

A negociação de preços foi determinada pelo Tribunal de Contas da União por conta de um processo movido pela empresa Seteh Engenharia, que questionou o resultado da licitação e acusou a ocorrência de sobrepreço. O Tribunal acatou parte dos argumentos – originalmente, a acusação era de superfaturamento de R$ 101 milhões – e chegou a suspender novas contratações.

Para o TCU, a Telebrás teve sucesso em renegociar os preços com os fornecedores – daí a queda de R$ 43,9 milhões – e, por isso, a estatal foi liberada para manter o pregão e assinar novos contratos. O cronograma de implantação do Plano Nacional de Banda Larga, no entanto, foi afetado. A expectativa é de que pelo menos 150 cidades sejam conectadas até o fim deste ano.
Isenção de ICMS para banda larga vigora só em sete Estados

Valor - 22/08/2011

Apenas sete Estados, que representam 49% da população brasileira, colocaram em prática a isenção de ICMS para baratear e ampliar a oferta de banda larga no país. A desoneração do imposto estadual é peça-chave para expandir e baixar a menos de R$ 30, como deseja a presidente Dilma Rousseff, o serviço de internet em alta velocidade. Mas a renúncia fiscal, por ter saído antes dos acordos firmados entre as teles e o governo federal, nem sempre estabelece como prerrogativa a velocidade mínima de 1 megabit por segundo (Mbps) exigida pelo Plano Nacional de Banda Larga.

Na prática, pode acabar ocorrendo uma sobreposição de esforços para popularizar o acesso à internet, sem os melhores resultados possíveis. Onde há isenção de ICMS sem exigência de alta velocidade, as teles oferecem pacotes abaixo de R$ 30, mas dificilmente superiores a 512 kilobits por segundo (kbps). Onde não há desoneração, e o PNBL for implantado, a velocidade chegará a 1 Mbps, mas com preço de R$ 35.

"O ideal é que os governadores revisem a isenção, ampliando a faixa para 1Mbps", sugere Paulo Mattos, diretor de regulamentação da Oi. Ao todo, 14 governos estaduais já assinaram a adesão ao convênio 38/2009 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que prevê a desoneração de ICMS. Só metade, no entanto, regulamentou a decisão por meio de decreto: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Goiás, Pernambuco e Pará.

No fim de setembro, a Oi chegará aos primeiros 300 do total de 1.200 municípios a serem atendidos no âmbito do PNBL, até junho de 2012. Mas, justamente pelo descasamento entre o programa federal e os incentivos estaduais, privilegiará localidades que tenham baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e isenção de ICMS.

Dessa forma, em vez de um pacote de banda larga a R$ 35, a operadora poderá oferecer velocidade mínima de 1 Mbps a R$ 29,80. "Parece pouca diferença, mas não é", diz Mattos, lembrando que o orçamento de muitos assinantes está comprometido pela compra de um computador em parcelas. "A chave do sucesso é aliar preço e velocidade."

Em estudo encomendado recentemente à LCA Consultores, o SindiTelebrasil, entidade que representa as operadoras de telefonia fixa e móvel, calcula que o número de acessos em banda larga no país pode mais do que triplicar até 2020, caso haja incentivos à demanda. Esses incentivos envolvem não só a retirada de tributos, mas o uso de fundos setoriais e a expansão de telecentros.

Já em 2014, segundo estimativas do SindiTelebrasil, o número de acessos pode saltar dos atuais 43,7 milhões para 57,3 milhões. Se houver incentivos, esse total passaria para 78 milhões.

O governo de Goiás lançou, em julho, programa de banda larga popular com preço inferior a R$ 30, conexão de 512 kbps e modem gratuito. Essa velocidade é menor do que a exigida pelo PNBL, mas representa velocidade "15 vezes mais rápida do que a internet discada", diz o secretário de Ciência e Tecnologia, Mauro Fayad.

O governo exigirá aumento da velocidade para 1 Mbps a partir de setembro, para manter a isenção de ICMS, a fim de acompanhar o plano federal. Oi e Net já aderiram ao programa, que vale para os 245 municípios do Estado. A GVT está em processo de adesão, diz Fayad.

Quem mais avançou até agora foi São Paulo, que implementou a isenção de ICMS há quase dois anos, para a oferta de serviço entre 200 kbps e 1 mega. Os planos são vendidos a R$ 29,80 por mês e incluem o modem. Houve 700 mil assinaturas da Net, 180 mil da Telefônica e 30 mil da Embratel. Esse cálculo inclui os chamados "combos", nos quais o assinante atrela a internet ao serviço de telefonia fixa e TV por assinatura, em um mesmo pacote.

"Mesmo com o Plano Nacional de Banda Larga, as coisas não têm funcionado como deveriam", diz o secretário de Gestão Pública, Júlio Semeghini, responsável no governo paulista pelo programa de popularização da internet. Ele adianta que, em até 40 dias, terá um mapeamento completo do investimento das operadoras, incluindo valores, datas e localidades contempladas. A partir disso, a secretaria montará um plano de investimentos públicos para municípios não contemplados.

"Queremos garantir que, nos próximos dois anos, todos os municípios de menos de dez mil habitantes em zonas urbanas tenham acesso à banda larga popular", afirma. Segundo ele, 230 cidades têm esse limite de população e começam a ficar excluídas de novos investimentos privados, por falta de infraestrutura adequada de telecomunicações.

É o caso da região de São José do Rio Preto, onde se instalaram indústrias de móveis, que precisam de conexão rápida de internet para viabilizar seus negócios. "Além disso, no mundo do agronegócio, a banda larga se tornou fundamental", diz o secretário. Se o mapeamento indicar que as atuais operadoras não pretendem chegar a todos os municípios, o governo paulista convocará outras empresas, oferecendo financiamento e isenções de impostos. "Vamos bancar a infraestrutura a longo prazo."

De acordo com técnicos do Confaz, uma das dificuldades para espalhar a isenção de ICMS a outros Estados é a prática de planejamento tributário, à qual muitas operadoras recorrem para reduzir o valor do imposto. O governo da Bahia, por exemplo, diz que as empresas devem cerca de R$ 500 milhões ao fisco estadual.

Além dos sete Estados que já implementaram a isenção de ICMS para banda larga, o Distrito Federal e outros seis já aderiram ao convênio do Confaz, mas ainda não regulamentaram a medida: Acre, Amapá, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.
MiniCom lança projeto de cidades digitais

Municípios serão escolhidos por meio de edital público e terão prioridade aqueles com menores níveis de IDH

Tele.Síntese - 22/08/2011

O Ministério das Comunicações publicou, nesta segunda-feira (22), o Projeto de Implantação e Manutenção de Cidades Digitais com o objetivo de construir redes de comunicação nos municípios brasileiros, promover a produção e oferta de conteúdos e serviços e facilitar a apropriação de tecnologias da informação e comunicação pela gestão pública local e pela população.

Os municípios beneficiados serão selecionados anualmente com base em um edital público. Serão priorizados os municípios com menores níveis de desenvolvimento humano e com maiores dificuldades de acesso à internet.

As ações de implantação das Cidades Digitais ficarão sob responsabilidade do Ministério das Comunicações, por meio da Secretaria de Inclusão Digital, em parceria com outros órgãos e entidades da Administração Pública Federal. Já a gestão e a manutenção das Cidades Digitais ficarão a cargo das prefeituras dos municípios atendidos.

A responsabilidade pelo planejamento, elaboração de editais, acompanhamento e avaliação da implementação da infraestrutura de conexão será compartilhada com a Telebras, com a qual será firmado um acordo de cooperação técnica renovável a cada ano. Outros órgãos públicos e entidades sociais poderão participar do projeto por adesão.

Entre as ações previstas no programa estão a implantação de infraestrutura de conexão entre órgãos e espaços públicos à internet, instalação de pontos públicos de acesso à internet para uso livre e gratuito pela população em espaços de grande circulação e qualificação e apoio a espaços públicos e comunitários de uso das tecnologias digitais, tornando-os centros irradiadores de informação e de integração das comunidades nas áreas onde são instalados, promovendo a comunicação comunitária.

O projeto prevê também formação e pagamento de bolsas para Agentes de Inclusão Digital, para que estes atuem como monitores e multiplicadores em espaços públicos e comunitários de uso das tecnologias digitais; apoio à formação continuada de servidores públicos na apropriação de tecnologias da informação e da comunicação como ferramentas de uso na gestão pública para a promoção da cidadania; e promoção de iniciativas conjuntas de capacitação, em parceria com outros programas sociais e institucionais do governo federal, voltadas para garantir a usabilidade dos equipamentos instalados por meio da adoção de metodologias que aproximem os indivíduos digitalmente excluídos de tecnologias da informação e da comunicação.

Está previsto ainda o apoio a Projetos de Inovação de Conteúdos Criativos e Aplicações Digitais para utilização em governos eletrônicos municipais e em espaços públicos e comunitários de uso de tecnologias da informação e da comunicação, privilegiando iniciativas que permitam adaptar tais conteúdos e aplicações aos padrões de linguagem compatíveis com as diversas realidades culturais locais.

A portaria do MiniCom instituindo o projeto foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

domingo, 21 de agosto de 2011

Câmara de Comércio Brasil / Estados Unidos - AMCHAM promove palestra sobre a Telebras

Insight - Laboratório de Ideias - 21/08/2011


A AMCHAM - Câmara de Comércio Brasil / Estados Unidos está promovendo, no próximo dia 25, uma palestra sobre a Telebrás.

Com o título "A Telebrás no cenário brasileiro de telecomunicações, uma visão estratégica", o evento é restrito aos associados e significará, na prática, a apresentação formal da estatal para os grandes empresários que integram essa que é a mais poderosa entidade que representa as relações comerciais entre os dois países.

O interesse da ANCHAM vem em linha com o do setor de Venture Capital americano, que, inicialmente, está sendo manifestado através de angel funds sediados nesse país, conforme reportagem anterior deste blog. Após a matéria sobre a palestra na AMCHAM, está colocado um print screen da página The Venture Capital Report, pertencente a David L. Clark, que se intitula como Venture Catalyst, Consultant, and Connector: A Navigator of Business Ventures - Indiana Angel Network. David e Robert Clark são os ativos líderes do Indiana Angel Network, um angel fund situado em Indianapolis, IN, USA. A importância que esse fundo atribui ao Brasil pode ser avaliada pelo menu e por parte da publicidade em português.




Programação

» A Telebrás no cenário brasileiro de telecomunicações, uma visão estratégica

08h00 - Welcome coffee

08h30 - Apresentação

09h30 - Espaço aberto para perguntas e debate

Inscrições: a participação nos Comitês é gratuita e apenas para sócios.
Valores: Convidados Cortesia: R$ 0,00
Data: 25/08
Horário: 08h00 às 10h00
Local: Amcham Business Center - São Paulo
Rua da Paz, 1431, São Paulo/SP

A AMCHAM

Além dos serviços típicos de uma câmara de comércio, a Amcham se concentra hoje em três grandes focos de atuação, interrelacionados e com inegável sinergia:

Portfólio de produtos e serviços

A Amcham é a mais ativa e complexa entidade na promoção de serviços para o meio empresarial. Nenhuma outra instituição dispõe de igual diversidade em seu portfólio. São 150 comitês temáticos de discussão; forças tarefa para trabalhar por avanços nas áreas de tributação, marcos regulatórios, propriedade intelectual e inovação; um intenso calendário de seminários, feiras e palestras com expoentes do empresariado nacional e autoridades brasileiras e americanas; diversas atividades voltadas à geração de oportunidades de negócios para os associados; programa de vistos em parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo; missões comerciais e serviços para o exportador e o importador; centro de arbitragem de conflitos; e business centers que abrigam eventos próprios e de terceiros. As atividades da Amcham atraem mais de 180 mil profissionais ao ano.

Painel do setor privado nacional

A Amcham reúne mais de 5 mil sócios distribuídos entre pequenas, médias (72% são de ambos os portes) e grandes companhias (18%) de múltiplas origens – brasileira (85%), americana (10%), alemã, suíça, inglesa, francesa, espanhola e japonesa (1% cada), entre outras. A entidade está presente em onze cidades do País – São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Uberlândia, Brasília, Goiânia, Recife e Salvador – e agrega os mais variados segmentos do empresariado nacional – como tecnologia, advocacia, indústria, prestação de serviços, comunicação, finanças, recursos humanos, marketing, agronegócio, construbusiness, saúde, logística, turismo, bens de consumo, comércio exterior e telecomunicações.

Trata-se, portanto, de uma instituição com representatividade plurisetorial e multirregional, geradora um rico conteúdo que se constitui em um painel inigualável do que de mais importante acontece no setor privado no País. Toda essa vida que transita pela Amcham permite identificar anseios, oportunidades e construir um melhor ambiente de negócios.

Defesa do fortalecimento das relações Brasil-Estados Unidos

A Amcham trabalha pelo aprofundamento das relações bilaterais Brasil-Estados Unidos. A base dessa postura está no fato de que a Amcham e os EUA lutam por elenco comum de valores – democracia, livre iniciativa, liberdade de expressão, respeito à propriedade intelectual, pleno funcionamento das instituições, empreendedorismo, inovação, desenvolvimento econômico e geração de empregos, apenas para citar alguns – e também na análise de que a ampliação do relacionamento bilateral tem potencial para trazer ao Brasil inúmeros benefícios, principalmente nos âmbitos de desenvolvimento social e econômico, geração de oportunidades de comércio e acesso contínuo a tecnologias de ponta.

Embora a iniciativa privada dos dois países mantenha um intenso intercâmbio comercial, ainda existe carência em termos de mecanismos oficiais de incentivo, como acordos bilaterais de comércio. Nesse campo, há muito que se fazer e a Amcham labuta continuadamente nesse sentido.

Para se ter uma idéia do poder empresarial representado pela AMCHAM, basta conhcer o Conselho de Administração da entidade para 2011:

NOME
EMPRESA
CARGO NO CONSELHO
EDUARDO WANICK Du Pont América Latina Presidente do Conselho
ALVARO NOVIS Odebrecht S.A. Vice-Presidente do Conselho
MARCOS S. OLIVEIRA Ford Motor Company Brasil Ltda. Vice-Presidente do Conselho
PEDRO PARENTE Bunge Vice-Presidente do Conselho
STEFANO BRIDELLI Bain & Company Presidente do Comitê de Nomeações
HERBERT STEINBERG Mesa Corporate Governance Presidente do Comitê de Organizações e Pessoas
GAETANO CRUPI Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Presidente do Comitê de Advocacy
IEDA NOVAIS KPMG Presidente do Comitê de Sustentabilidade
THACK BROWN SAP Latin America Presidente do Comitê de Sócios
FERNANDO ALVES PricewaterhouseCoopers - Brasil Presidente do Comitê de Finanças e Auditoria
ROBERTO PASQUALIN Pasqualin Advogados Conselheiro Legal
ACACIO QUEIROZ Chubb do Brasil Cia. de Seguros Conselheiro
BRITALDO SOARES AES Brasil Conselheiro
CHRISTOPHER LUND Lund Conselheiro
CHRISTINA CARVALHO PINTO Grupo Full Jazz de Comunicação Conselheira
FERNANDO PINHEIRO Fernando Pinheiro Advogados Conselheiro
FREDERICO CURADO Embraer Conselheiro
GERALDO CARBONE GC Capital Conselheiro
GUILHERME DALE Spencer Stuart Conselheiro
JAIME ARDILA GM Conselheiro
JOSÉ ANTÔNIO T. GRABOWSKY PDG Realty Conselheiro
JOSEPH TUTUNDJIAN British Cars do Brasil Ltda. Conselheiro
LUCIANO PENIDO Fibria Conselheiro
MANOEL AMORIM Abril Educação Conselheiro
MARCELO MARTINS Cargill Conselheiro
MARIA FERNANDA TEIXEIRA First Data Conselheira
MAURILIO BIAGI FILHO Maubisa Agricultura Conselheiro
REGINA HELENA J. NUNES Standard & Poor’s Brasil Conselheira
ROBERTO MEDEIROS Redecard Conselheiro
ROGÉRIO PATRUS GE - General Electric Conselheiro
ALEXANDRE SILVA TAM Linhas Aéreas Ex-Presidente
ROBERT MAX MANGELS Mangels Industria & Com. S.A. Ex-Presidente
MARCOS SANT'ANNA Grupo Sant'Anna Vice-Presidente Regional de Belo Horizonte
ROBERTO BUCKER Scholle Packaging Vice-Presidente Regional de Campinas
EDUARDO GUY DE MANUEL Sigma Dataserv Vice-Presidente Regional de Curitiba
CARLOS ANDRÉ MALTESE KLEIN ESADE Universidade Vice-Presidente Regional de Porto Alegre
LUIS DELFIM DE OLIVEIRA Coca Cola Guararapes Vice-Presidente Regional de Recife
MAURO VIEIRA Embaixada do Brasil nos EUA Presidente Honorário
THOMAS SHANNON Embaixada dos EUA no Brasil Presidente Honorário
THOMAS KELLY Consulado Geral dos EUA no Brasil Conselheiro Honorário
DANNY DEVITO Consulado Geral dos EUA no Brasil Conselheiro Honorário
ROBSON GOULART BARRETO Veirano Advogados Presidente Amcham Rio de Janeiro


Print screen de parte da página The Venture Capital Report, reproduzindo matéria deste blog