sábado, 16 de julho de 2011

Telebrás aposta em parcerias para viabilizar plano de banda larga

Executivo da estatal diz que recém-anunciado acordo com Eletronorte antecipa em até seis meses atendimento a estados do Norte e que orçamento de R$ 350 milhões é suficiente para realizar o básico programado para 2011

Brasil Econômico - 15/07/2011

Caio Bonilha, que assumiu a presidência da Telebrás em junho, no lugar de Rogério Santanna, diz que o orçamento de R$ 350 milhões é suficiente para "fazer o básico programado para 2011". O valor é inferior ao previsto inicialmente, quando programava-se liberar o total de R$ 1 bilhão entre 2010 e 2011 para a empresa.

Agora, o maior trunfo da estatal para viabilizar seu papel no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) é fazer parcerias com companhias que tenham redes de transmissão e com empresas cujas redes chegue ao cliente final.

O objetivo da Telebrás é ofertar capacidade de rede para provedores e operadoras interessadas em vender pacotes do PNBL.

Especialistas dizem que o contingenciamento de recursos atrapalha a Telebrás a levar adiante sua parte no PNBL. Como o senhor vê isso?

Os projetos básicos previstos para este ano, que incluem ligar entre 250 e 300 empresas, além de 19 capitais, serão atendidos com os recursos de R$ 350 milhões que são o orçamento deste ano ainda mais agora que usaremos a rede da Eletronorte. Mas qualquer outro projeto que tenhamos que fazer, aí esse orçamento não será suficiente.

Que impacto terá o acordo com a Eletronorte?

Atenderemos os estados de Pará, Maranhão, Amapá, Acre, Rondônia e Mato Grosso. Tínhamos um plano para isso, mas exigiria de seis a oito meses para construir [a infraestrutura], em função das nossas disponibilidades. Com a Eletronorte, anteciparemos o atendimento ao Norte em seis a oito meses.

E Manaus?

Vamos cobrir com o acordo com a Tim [que construirá até 2013 uma rede de fibra óptica de 2 mil km ligando cidades de Pará, Manaus e Amapá]. Mas, em paralelo, estamos negociando com outras empresas.

A adesão das concessionárias ao PNBL, acertada em 30 de junho, deu impulso ao plano? Há críticas de que o projeto tenha ficado parado.

A assinatura das concessionárias é um processo com o Ministério das Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações e as empresas. O nosso é outro, em princípio com provedores (de quem temos mais de 500 solicitações) e agora com operadoras [Telebrás e Tim anunciaram acordo para trocar capacidade de rede]. A adesão das concessionárias ao PNBL foi uma feliz coincidência.

Como está o andamento do projeto da Telebrás?

Temos trabalhado na montagem e implantação de Backbone (infraestrutura de rede de transmissão) e interligação de cidades desde setembro do ano passado.

Entregamos a primeira cidade conectada, Santo Antônio do Descoberto (GO), em tempo recorde, em junho, e o lançamento comercial será na próxima semana. Além disso, fizemos acordo com a Eletrobrás e com a Petrobras, que têm redes que cobrem o Norte e o Nordeste.

Estamos em fase de implementação do anel Nordeste, que sai de Brasília e passa por estados como Tocantins, Piauí, Ceará, Paraíba, Alagoas e volta para Brasília por Minas Gerais. Este anel estará pronto até dezembro.
Redes de comunicação podem se tornar gargalo ao avanço dos tablets

A consultoria IDC revisou para cima a previsão de vendas para este ano, de 300 mil para mais de 400 mil; a adoção do dispositivo por empresas e por instituições de ensino, aliada aos incentivos do governo, garante um crescimento acelerado da tecnologia

O Estado de S.Paulo - 16/07/2011

Pouco mais de um ano após ter chegado ao País, o tablet parece ter enfim caído no gosto dos consumidores brasileiros. Adotado por empresas e pelo setor educacional, a venda de aparelhos deve superar as expectativas em 2011. O IDC Brasil, empresa de consultoria em tecnologia da informação e telecomunicações, reviu a projeção das vendas de 300 mil para mais de 400 mil unidades no ano.

Mas há grande preocupação quanto aos investimentos em infraestrutura de rede, para permitir o acesso por centenas de pessoas ao mesmo tempo, como em um conjunto de salas de aula. Em 2010, quando o tablet chegou ao mercado brasileiro, foram vendidas 100 mil unidades.

O barulho em torno do lançamento do aparelho atraiu a atenção dos consumidores, que já estão conhecendo melhor a nova mídia, segundo Martim Juacida, analista de mercado de PC do IDC Brasil. "Embora tenhamos revisado o número, acreditamos que o tablet ainda não vai se desenvolver tanto em 2011, mas sim em 2012", contou Juacida.

Os incentivos do governo, como redução de impostos sobre o aparelho, e a chegada de novos fabricantes devem baratear o produto. Além dos preços menores, a adoção pelo mundo corporativo também aumenta a demanda. A tendência é de que os tablets substituam os notebooks.

Mas é o uso do aparelho no ensino que deve puxar as vendas já no segundo semestre. Em apenas uma universidade, serão seis mil alunos de uma só vez a receber a ferramenta, a partir de agosto. Juacida ressalta que escolas e faculdades privadas ainda usam a mídia apenas em projetos pilotos. "Até o governo vai acabar fazendo algumas licitações desse tipo", diz.

A Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior (Fappes) já começou um projeto-piloto de oferecer tablets gratuitamente aos novos alunos do curso de graduação em Administração, desde que se comprometam a pagar pelo menos um ano de mensalidade. Oito aparelhos já foram distribuídos, mas a faculdade espera que o número aumente para 40 com o início das aulas do segundo semestre.

"Até agora o investimento não foi tão grande. Estamos comprando sob demanda", explicou Bruno Berthielli, diretor de comunicação e informática da Fappes. Cada aparelho saiu por apenas R$ 340, mas, como a meta não incluía tantos alunos, a faculdade optou por não fechar um pacote com operadoras de telefonia para fornecimento de internet 3G.

Infraestrutura
Já a Universidade Estácio de Sá, que entregará seis mil tablets a alunos do segundo período dos cursos de graduação em Gastronomia e Hotelaria em São Paulo e Rio de Janeiro e Direito no Rio e no Espírito Santo, apostou mais alto. Embora não revele o custo dos tablets comprados da Semp Toshiba, a universidade desembolsou R$ 188 mil para reforçar a infraestrutura de rede, com a compra de equipamentos como roteadores e switches, além de pagar mensalmente R$ 27 mil pelo aluguel de links para suas 30 unidades. "Sem investimento na rede, com 400 alunos navegando ao mesmo tempo, certamente teríamos problemas", disse Pedro Graça, diretor de Mercado da Estácio.

A instituição fechou acordo com a Claro para garantir acesso a planos de dados mais baratos aos alunos. O investimento tem retorno em marketing, mas também elimina custos com a impressão de apostilas e com o envio do material didático pelo correio. A meta é estender o uso de tablets aos alunos de todos os cursos em até 4 anos - cerca de 240 mil estudantes.

Operadoras negociam com instituições de ensino

De olho em uma possível explosão da demanda por pacotes de dados puxados pelo setor educacional, as operadoras já negociam com instituições de ensino. As empresas têm investimentos programados, mas os especialistas não sabem mensurar se são suficientes para recuperar a defasagem do setor.

A TIM informou que investirá R$ 2,9 bilhões em infraestrutura até o fim do ano, sendo 85% apenas na cobertura e capacidade da rede. De 2011 até 2013, o aporte chegará a R$ 8,5 bilhões. A operadora Oi investiu, nos primeiros três meses de 2011, R$ 829 milhões no serviço 3G, mas, até o fim do ano, prevê que o valor chegue a até R$ 5 bilhões.

A Claro deve investir R$ 1,92 bilhões em fibra óptica no Brasil só este ano, 88,8 mil quilômetros de fibras em todo o País. "O mercado está abrindo segmentos e a fibra óptica vai permitir aumentar a velocidade de transmissão de dados", disse Gabriela Darenne, diretora da Claro para o Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A PUC-Rio planeja introduzir os tablets no ensino da instituição já no próximo semestre. O Ibmec também está desenvolvendo um projeto na segunda metade do ano. A TIM confirma que foi procurada por diversas instituições de ensino.

"Realmente é um movimento que já começou e é só a ponta de um iceberg", disse Roger Solé, diretor de Marketing Consumer da TIM. "É um movimento que tende a expandir e aumentar o uso de tablets entre os jovens."

Entretanto, o professor Xanthopoylos, da FGV, alerta para um gargalo no acesso. "Já existe um gargalo de infraestrutura de rede. Os servidores estão estrangulados. A cada ano, estamos piorando", avisou.

O editor de imagens e DJ Felipe Frék Hannickel ainda não teve problemas com seu iPad 2, mas lembra que há sempre risco de pane. "Tecnologia sempre dá defeito. Imagina você perder tudo da noite para o dia?", questionou Hannickel.
Banda larga popular mais rápida não será obrigatória

Objetivo de quintuplicar a velocidade de acesso dos pacotes está somente em ""acordo de intenções"" [br]assinado com as teles

O Estado de S.Paulo - 16/07/2011

Apesar de os contratos firmados pelo Ministério das Comunicações com as operadoras preverem um esforço para que a banda larga popular quintuplique a velocidade de conexão até a metade da década, a meta que as empresas precisarão cumprir efetivamente até 2014 é apenas oferecer um pacote de 1 megabit por segundo, a R$ 35 por mês.

De acordo com o secretário executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) determina apenas a universalização das conexões de 1 megabit por segundo (Mbps) até o fim de 2014, sendo que as cidades-sede da Copa do Mundo e as regiões metropolitanas devem ser atendidas pelo serviço até a metade daquele ano.

Já a velocidade de 5 Mbps entrou nos documentos apenas como um "acordo de intenções" para elevar a qualidade do plano básico até 2015 ou 2016, prazo final da vigência dos contratos. Além disso, apesar de os contratos fixarem o plano básico em R$ 35 mensais, não há menção sobre as velocidades superiores. "Seria irresponsabilidade colocar já o preço no contrato, para daqui a quatro anos", afirmou Alvarez.

Para ele, entretanto, a elevação da velocidade de conexão no futuro não deve ter grande impacto no preço do plano básico. "A implantação do PNBL aponta para um cenário de mais rede, mais capacidade, mais cobertura e mais competição. E isso levará a melhores preços. A tendência é inescapável", completou.

Segundo Alvarez, é provável que, nos locais onde a assinatura de um plano de 1 mega de velocidade custa mais do que R$ 35 por mês, as operadoras passem a oferecer conexões mais velozes pelos preços atuais de seus planos básicos.

Intervenção
De acordo com o secretário executivo, o fato de os contratos já assinados dentro do PNBL não incluírem uma cláusula de reversibilidade (devolução das redes ao governo no fim da concessão) não impedirá o governo de assumir a infraestrutura de suporte do sistema de banda larga, caso isso seja necessário para garantir a qualidade do serviço.

A questão, porém, pode se tornar um imbróglio jurídico. Para o Ministério das Comunicações, não é certo que será preciso construir uma nova infraestrutura para o cumprimento das metas de universalização. Mas, se isso for feito e a manutenção da rede for essencial para garantir o serviço, haverá espaço para aplicar a regra de reversibilidade. "De qualquer forma, não é através deste instrumento que vamos garantir a qualidade", disse Alvarez.

Segundo ele, o cumprimento pelas operadoras do regulamento de qualidade de banda larga, que deve ser aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) até outubro, é mais importante. Até o momento, TIM, Oi, Telefônica, Vivo, Sercomtel e Algar já firmaram contratos para oferecerem o plano básico do PNBL.

PARA LEMBRAR

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) foi lançado em maio do ano passado, com a publicação de um decreto presidencial que reativou a estatal Telebrás. Apesar de ter sido tema de campanha, o plano começou a sair do papel somente agora, depois de o novo governo abandonar o discurso contrário às empresas privadas, e fechar acordo com as operadoras de telecomunicações para que elas ofereçam pacotes populares de acesso à internet.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Especial PNBL: O retrato da internet do Brasil

Conexaominicom - 14/07/2011


A TV MiniCom apresenta a partir desta semana uma série especial de reportagens para explicar o que é o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Nesta primeira reportagem, você vai conhecer um pouco sobre a realidade da internet no Brasil e saber porque o governo decidiu criar o programa. A reportagem é uma produção da equipe da Assessoria de Comunicação Social (Ascom) do Ministério das Comunicaçõe.


Qualquer semelhança…

Capital Digital - 13/julho/2011

Antiga rede da falida Eletronet, que acabou absorvida pela Telebrás:



Rede anunciada no site da UNOTEL

* Dá para entender porque algumas entidades de provedores estão caladas, esperando que algum ‘milagre’ reative a antiga massa falida da Eletronet.


Nota do Laboratório de Idéias, extraída do site da UNOTEL:
A Unotel Telecom S/A foi fundada em 2006 no município de Lagoa Santa - MG através da associação de alguns empresários ligados a empresas regionais de telecomunicação (Provedores de Internet e Serviços de Valor Adicionado) com o objetivo de oferecer inicialmente acesso dedicado à internet e IP fixo com melhor qualidade, maior valor agregado e menos onerosas para as empresas clientes.

Ao longo destes anos, a empresa passou por algumas mudanças visando adequar seus negócios frente às transformações ocorridas no setor. O perfil empreendedor dos dirigentes aliado a altos investimentos em tecnologia, fizeram da Unotel Telecom S/A uma empresa extremamente dinâmica e comprometida com os resultados para seus clientes, originalmente também acionistas.

Atualmente a empresa tem possibilidade de atuação em quase todo o território nacional, utiliza mais de 30 mil quilômetros em fibra óptica, e atinge, através de mais de 300 clientes, em mais de 1 mil cidades, há 1,5 milhão de usuários corporativos e residenciais. É a maior e única empresa nacional com foco na oferta de trânsito IP, transporte, telefonia IP e outros serviços de valor agregado para este segmento, oferecendo custos competitivos e estabilidade de rede e NOC (Núcleo de Operações Central) especializado.

Unotel planeja abertura de capital dentro de dois anos

A Unotel, empresa especializada na compra de capacidade de acesso à internet no atacado para revenda a pequenos provedores, planeja abrir capital dentro de dois anos, revela o presidente da companhia, João José Ranzani. A empresa, que nasceu como uma espécie de cooperativa, tem hoje 180 provedores de Internet como sócios. Antes do IPO, outros provedores poderão se associar: em breve a Unotel venderá uma reserva de ações, informa o executivo.

Atualmente a companhia tem faturado aproximadamente R$ 2 milhões por mês. Ela administra uma capacidade de 10 Gbps, alugada na rede de operadoras de telecomunicações. Dentro de seis a nove meses essa capacidade deve aumentar em 50%, atingindo 15 Gbps, estima Ranzani. O preço médio cobrado pela Unotel por link de 1 Mbps gira em torno de R$ 180 ao mês, o que está abaixo do que as operadoras de telecomunicações venderiam para um provedor isoladamente. Cerca de 300 provedores são clientes da Unotel hoje, entre associados e não associados.

Telebrás

A Unotel não enxerga a Telebrás como competidora, mas como parceira. Por sinal, o presidente da estatal foi o principal palestrante em evento organizado pela empresa nesta sexta-feira, 6, no Rio de Janeiro. "Em certas localidades pretendemos comprar capacidade em grande escala da Telebrás e revender mais barato para os pequenos provedores", diz o presidente da Unotel. A Telebrás pretende vender por R$ 230/mês o link de 1 Mbps.
Alvarez: PNBL é um avanço, uma conquista

MIniCom - 15/07/2011


O secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez , disse nesta sexta-feira em conversa com jornalistas, que o Programa Nacional de Banda Larga, lançado pelo governo federal representa “um avanço, uma conquista da população”.

Alvarez destacou que os Termos de Compromisso firmados entre o Governo Federal e as operadoras de telefonia, publicados no Diário Oficial da União no último dia 13 de julho, fazem parte de um conjunto maior de medidas para massificar o acesso da internet no Brasil a preços populares. “É a linha industrial que irá baratear os custos de equipamentos como tablets, modems, etc.., os acordos firmados pela Telebrás e empresas como a Eletronorte para o uso da infraestrutura que irá aumentar a competição em vendas no atacado, a inclusão dos provedores no SIMPLES, tudo isso junto são fatores que apontam mais competição, mais rede, mais acesso, o que mostra um cenário inescapável de avanço”, enfatizou o secretário.

Os Termos de Compromisso foram firmados entre o Ministério das Comunicações, a Anatel e as operadoras de telefonia fixa – Oi, Sercomtel (Paraná), Telefônica e CTBC (Minas Gerais). A operadora TIM também aderiu ao PNBL em contrato assinado com a Telebrás no último dia 13 de julho e irá oferecer internet de 1 mega a R$ 35 reais primeiramente nas cidades de Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, e Santo Antônio do Descoberto e Águas Lindas, em Goiás, e até o final de 2012 pretende atingir cerca de mil municípios.

Estão previstos esforços para que a velocidade de 1 Mbps inicial oferecida no varejo evolua para até um mínimo de 5 mega na grande maioria dos municípios brasileiros até 2015.

Segundo o ministro Paulo Bernardo, por ocasião da assinatura do Programa de Metas de Universalização 3, o mundo da tecnologia “evolui com tal rapidez que daqui a quatro anos é provável que esta velocidade de internet já esteja superada”, mas mesmo assim será importante para o público alvo do Programa Nacional de Banda Larga que é a “grande maioria deste país que hoje não dispõe do serviço de internet”.

O secretário-executivo do MiniCom lembrou que no Brasil, hoje, apenas 27% dos domicílios têm acesso à banda larga. “O PNBL pretende mudar esta realidade e chegar a 2014 com pelo menos 70% dos domicílios com acesso à rede mundial de computadores”, disse Alvarez.
"Termo de compromisso é oferta ao consumidor, por isso não traz reversibilidade", diz Minicom

Teletime - 15/07/2011


Membros do Ministério das Comunicações se reuniram nesta sexta, 15, com a imprensa para explicar mais detalhadamente os termos de compromisso assinados com as concessionárias. Um dos assuntos da entrevista foi a ausência de cláusula que garanta a reversibilidade do backhaul nos termos de compromisso, como defende a ProTeste. De acordo com o consultor jurídico do ministério, Rodrigo Zerbone, o termo de compromisso trata de uma oferta de serviço e não de rede e por isso o ministério entendeu que não cabia falar em reversibilidade. “Aqui (no termo de compromisso) a gente está falando de oferta ao consumidor final, não de infraestrutura. Se eles construírem rede e essa rede for suporte do STFC, aí é reversível, mas isso é no final da concessão”, diz ele.

O secretário-executivo do Minicom, César Alvarez, acrescenta que a reversibilidade é “um instrumento de Estado para garantir a continuidade dos serviços prestados em regime público”. Alvarez afirma que o backhaul sim pode ser reversível, como foi o entendimento expresso no PGMU 2,5, que estabeleceu a troca dos PSTs por backhaul nas sedes dos municípios. Naquela ocasião, a cláusula da reversibilidade foi inserida nos contratos de concessão graças a uma ação da ProTeste na Justiça. Neste caso, de acordo com o secretário, se as empresas construírem rede para atender ao PNBL e essa rede for de suporte do STFC, ela será reversível ao final da concessão. Alvarez, entretanto, admite que a maior parte do plano será atingido através da infraestrutura que as empresas já têm.

450 MHz

Como já foi declarado por representantes da Anatel, a agência estuda criar uma tarifa maior para as chamadas destinadas ou originadas da zona rural, em função dos custos decorrentes da instalação nestas áreas. O secretário de telecomunicações do Minicom, Maximiliano Martinhão, afirma que uma eventual tarifa diferenciada para chamadas destinadas ou procedentes da zona rural não será impeditivo para que os usuários de fato utilizem os serviços.

Ele explica que o regulamento da Anatel deverá obedecer as diretrizes do decreto do PGMUIII, sendo que uma delas é que o serviço tem que ter o menor preço para o usuário. “A Anatel está procurando modelos para tornar o plano economicamente eficiente. Mas está no PGMU que tem que ter o menor preço para o usuário; a Anatel precisa seguir essa diretriz”.

5 Mbps

Alvarez explicou também que a disposição de que as concessionárias envidem esforços para que se chegue a banda larga popular de 5 Mbps em 2015 é um referência para a evolução do plano e, por isso, não há metas nem preço definidos. “Temos que aumentar em 2015, que é o momento de revisão dos contratos. Vamos ter uma referência. É uma cláusula genérica que indica uma intenção conjunta de trabalhar no futuro para aumentar”.
No Ceará, infraestrutura estatal protagoniza expansão da internet

Observatório do Direito à Comunicação - 14/07/2011


O Governo do Estado do Ceará está criando condições para oferta da banda larga no atacado e varejo com qualidade e preço mais vantajosos do que o pacote divulgado pelo governo federal no último dia 30 de junho pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Tal possibilidade está prestes a se concretizar devido o Cinturão Digital, um investimento estatal em infraestrutura na casa dos R$ 65 milhões, que através de rede de fibra ótica com 3.020 km está "iluminando" 85% da população cearense.

Atualmente o ente estadual já possibilita a órgãos públicos o pacote básico mensal por R$ 30,00 com 1 Mbps de velocidade e 1 Gb de download/upload, e pretende expandir o mesmo plano em setembro para o cidadão.

Fernando Carvalho, diretor da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice), destaca a rentabilidade da empreitada: "O investimento pode ser recuperado em menos de 3 anos", mas lembra que o objetivo é outro: "Vale ressaltar que nosso foco não é o retorno financeiro, mas o retorno que trará a massificação do acesso digital de qualidade."

A Etice obteve da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) licenças de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), aptas a oferecem internet ao usuário final. Contudo não é desejo do governo competir com a iniciativa privada neste quinhão: "Não é nosso negócio. Íamos ter que recriar uma estatal estadual de telecomunicações. Nem o próprio PNBL se propõe a isso."

O compartilhamento da infraestrutura será feito por leilão de concessão pública em setembro de 2011, seja com lotes de fibra apagada e lotes de capacidade. Cada 2 pares de fibra deve ficar em R$ 10Milhoes. Cada Mbps full deve ficar em R$ 140, com internet.

Caso nesse modelo as empresas não promovam a expansão da última milha esperada pelo governo, Fernando Carvalho admite que poderá haver um programa para levar diretamente a banda larga para pessoas de baixa renda ou cadastradas no bolsa família.

O projeto da Etice viabiliza diversas tecnologias para o usuário final como: 3G, 4G, PLC, Wimax, LTE, FTTH e TV Digital Interativa. Hoje já existem 56 cidades com Wimax instalado pelo Cinturão, um mecanismo de rede sem fio mais avançado que o WiFi, adequado para locais onde não há fibras e cabos.

Impactos

O projeto foi lançado em 2008 e tinha a previsão de terminar em julho de 2009, segundo Fernando Carvalho, o principal entrave se deu porque: "Dois dos fornecedores foram à falência, nos obrigando a aplicar estratégias alternativas".

Uirá Porã, Articulador de Políticas Digitais na Prefeitura Municipal de Fortaleza, diz ter muitos elogios ao projeto, enquanto política estrutural. Ele destaca que o Ceará foi o primeiro a dispor a rede física para o PNBL, independente da grandes empresas de telecomunicações: "É muito melhor do que o PNBL, há barateamento da infraestrutura e autonomia do estado".

Além disso, a concorrência com o setor privado no setor é compreendida de forma positiva por Uirá: "O Estado pode ter maior interferência no valor final, com certeza pode baratear, ao aumentar a concorrência."

Além do atraso, as críticas de Porã são voltadas para a ausência de avaliações sobre o impacto social e cultural para ao estado: "Eles estão construindo uma grande estrada e sem conversar com as pessoas que moram ao lado ou vão transitar. No geral, o uso ainda é deficitário", defende Uirá.

Fortaleza

Na região metropolitana de Fortaleza a rede RNP já viabiliza o provimento de internet para universidade e instituição de ensino e pesquisa. Em Fortaleza tem o Gigafor, voltado para esses fins. Na capital, a rede é denominada Gigafor e a prefeitura municipal faz contrapartida ao expandir para equipamentos públicos, como escolas e postos de saúde. A pretensão é que tal ação seja base de infraestrutura para chegar ao cidadão: "A partir daí espera-se promover acesso da população em geral, a exemplo de praças digitais, com acesso wi-fi ou wi-max livre", explica Uirá Porã.
Telebras negocia com empresa de TV a cabo em São Luís para implantar PNBL em outubro

Maranhão é notícias - 15/07/2011


Provavelmente a partir do mês de outubro o Maranhão já estará integrado ao Programa Nacional de Banda Larga – PNBL – criado pelo Governo Federal tem o objetivo de ampliar o acesso à internet no país.

A Telebras negocia com uma empresa de televisão a cabo em São Luís para começar a operar na capital maranhense com preços mais acessíveis. No momento não há provedor no estado habilitado junto à Telebras, que pretende levar internet com velocidade de 1 Mbps para todo o país, com custo de R$ 35 ao mês para os assinantes

O PNBL é uma política pública instituída pelo Decreto 7.175 de 12 de maio de 2010, com o objetivo de fomentar e difundir o uso e o fornecimento de bens e serviços de tecnologias de informação e comunicação

O plano será implementado por meio das ações fixadas pelo Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital- CGPID, instituído pelo Decreto no 6.948, de 25 de agosto de 2009, e estabelece que a Telebrás – Telecomunicações Brasileiras S.A – será responsável pela consecução dos objetivos previstos no referido Programa.
Para Minicom, acordo com teles é o piso nacional de banda larga

Convergência Digital :: 15/07/2011


Para o governo, o acerto com as concessionárias de telefonia para a oferta de acesso a internet em velocidade de 1Mbps por R$ 35 garante um serviço mínimo, válido para todos, com potencial para ampliar a base de internautas brasileiros.

É o que sustenta o secretário executivo do Ministério de Comunicações, Cezar Alvarez, um dos principais negociadores do acordo, sobre a avaliação de que o resultado de tal acerto já é de certa forma contemplado pelas condições atuais do mercado e ainda pelas obrigações de cobertura impostas às operadoras pela Anatel.

“Analisamos mais de 120 ofertas que existem no mercado. É óbvio que pode ser encontrado, circunstancialmente, algo próximo do que negociamos, mas existe uma combinação de variáveis entre velocidades e preços. O que fizemos foi o ‘flat’, válido para todos, que como programa básico é altamente positivo”, defende Alvarez.

Segundo ele, o compromisso de oferta de internet a R$ 35 já provocou reações no mercado. “Já vemos empresas oferecendo velocidades maiores para que clientes mantenham o mesmo valor que vinham pagando. Tem oferta para elevar para 2Mbps em casos onde os consumidores pagam R$ 49 por acessos de 1Mbps”, completa.

Uma das críticas ao acerto é que, como reconhece Alvarez, existem atualmente ofertas próximas ao que foi negociado – é possível contratar acesso de 1Mbps por R$ 29,90, com conexão móvel. O ministério entende, porém, que isso não é oferecido em todo o país.

É nesse ponto que recaem as considerações sobre a cobertura das ofertas. No acordo com as teles, o serviço no valor combinado chegará a todo o país até meados de 2014. O compromisso prevê que a maior parte dessas ofertas (85%) se dará por conexões móveis. E boa parte da cobertura móvel já é obrigação assumida desde o leilão do 3G, em 2007.


MiniCom diz que plano de 5 Mbps é intenção de evolução do PNBL


Para Cezar Alvarez, o objetivo do acordo com as teles é elevar a base da banda larga para no mínimo 1 Mbps

Tele.Síntese - 15/07/2011

O secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, disse nesta sexta-feira (15) que o plano de conexões à internet com velocidade de 5 Mbps, incluído no termo de adesão das teles ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), é um compromisso de intenção futura de evolução da oferta de 1 Mbps, que deverá estar implantada em todo o país até 31 de dezembro de 2014. Por essa razão, diz ele, somente está previsto para 2015 e não em 2014, como chegou a ser anunciado antes da divulgação dos termos.

No texto do termo, a evolução do PNBL não é passível de sanção, caso não atendida, nem é mencionado o preço a ser cobrado. Determina apenas que a tele “envidará os melhores esforços para tornar técnica e comercialmente disponível, plano de serviço de banda larga no varejo com velocidade de, pelo menos, 5 Mbps, procurando atingir o maior número de municípios possível até 2015”.

Alvarez disse que o termo de compromisso, apesar de valer até 2016, poderá ser revisto ou repactuado a qualquer tempo, como prevê uma das cláusulas. “O importante é que, com esse acordo, conseguiremos elevar a base da banda larga mínima, já que hoje 70% das assinaturas não atingem a velocidade de 1 Mbps e o preço médio é de R$ 70”, enfatizou. Ele admitiu que numa foi intenção do governo tornar orbigatória a oferta de plano de 5 Mbps.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Telebrás pode ter lucro operacional em 2013, diz Bonilha

Para 2011, Telebrás prevê receita via 250 contratos com provedores e órgãos públicos

A economia na contratação de equipamentos para a venda de infraestrutura de banda larga a ajudará a atingir o equilíbrio entre prejuízo e lucro no prazo, disse Caio Bonilha


Bloomberg - Exame - 13/07/2011

São Paulo - A Telecomunicações Brasileiras SA pode começar a ter lucro operacional a partir de 2013, antecipando em um ano a estimativa da empresa, disse seu presidente, Caio Bonilha.

A Telebrás fez uma economia “razoável” na contratação de equipamentos para a venda de infraestrutura de banda larga e isso a ajudará a atingir o equilíbrio entre prejuízo e lucro dentro de dois anos, disse Bonilha. Ele não revelou o total economizado. Em janeiro, o ex-presidente da companhia, Rogério Santanna, havia previsto lucros a partir de 2014.

“Tivemos um grande ganho nas nossas licitações porque os preços que obtivemos dos serviços que compramos foram melhores do que estávamos prevendo. Talvez possamos ganhar um ano de breakeven”, disse Bonilha em entrevista em 11 de julho, em Brasília. “Do ponto de vista operacional, já entramos no azul em 2013.”

Do total de R$ 1 bilhão pedido pela Telebrás ao governo para 2011, o Tesouro Nacional repassou R$ 350 milhões para investimentos na rede de infraestrutura de banda larga na rede Sudeste e Nordeste. Bonilha, que assumiu a empresa em primeiro de junho, disse que pedirá mais R$ 250 milhões neste ano para investir na rede que ligará as regiões Sul e Norte.

“Estamos acelerando processo de implantação da rede e dependendo do nosso fôlego para fazer o investimento, temos condição de termos mais recursos”, disse ele. “É um compromisso do governo como um todo.”

A Telebrás fechou contratos para implantação da rede de infraestrutura com equipamentos e serviços no valor de R$ 269 milhões, disse Bonilha. Segundo ele, a empresa irá pagar R$ 3 milhões em 2011 pelo aluguel das fibras óticas da Centrais Elétricas Brasileiras SA.

Contratos em 2011

A Telebrás foi reativada pelo governo federal em agosto do ano passado para ser a responsável pelo Plano Nacional de Banda Larga. O objetivo é levar o acesso à Internet, com uma tarifa de R$ 35 por mês, a 4.283 cidades brasileiras até 2014, dependendo do orçamento, disse Bonilha. A implantação do serviço é prioridade do governo Dilma Rousseff, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em 7 de janeiro.

A empresa vai incluir no orçamento de 2011 a previsão de receita com cerca de 25 contratos já fechados de venda no atacado de banda larga para pequenos provedores. A expectativa da Telebrás é fechar 250 contratos ao todo em 2011, disse Bonilha.

A Telebrás descarta emitir dívida ou vender ações no mercado para se capitalizar, disse Bonilha. O governo, segundo ele, está focado agora na implantação da rede de infraestrutura de banda larga e sua comercialização.

O objetivo da empresa é implantar a rede de banda larga e criar valor pra essa rede em cima do que estamos implantando”, disse Bonilha. “Na medida em que vamos ampliando a rede, sedimentando a nossa estrutura, o caminho natural é dar liquidez às ações da empresa na bolsa.

A Telebrás fechou em alta de 9,8 por cento, cotada a R$ 6,73, na BM&FBovespa. Os papéis acumulam baixa de 47 por cento neste ano.

Além da venda de Internet no atacado para provedores, a Telebrás pretende oferecer serviço a órgãos de processamento de dados do governo federal, como Serpro, Dataprev, Rede Nacional de Pesquisas do Ministério de Ciência e Tecnologia e setores de segurança pública, segundo o presidente da estatal.
Rio terá banda larga ultrarrápida em 2012

O Globo - 14/07/2011

BRASÍLIA. O Rio será a primeira cidade do país a contar com banda larga ultrarrápida, com velocidades entre 50 megabits por segundo (Mbps) até 100 Mbps. A Telebrás, em parceria com a administração local, colocará, em junho do ano que vem, a infraestrutura de rede à disposição da Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável). A superinternet será ampliada para boa parte da capital fluminense em 2013, quando também servirá às demais quatro cidades da Copa das Confederações, chegando em 2014 às 12 sedes da Copa do Mundo.

A informação foi dada ontem pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Os jogos da Copa das Confederações acontecerão em 2013 no Rio, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre. Elas se juntam a São Paulo, Curitiba, Cuiabá, Manaus, Recife, Natal e Fortaleza para formar o time de cidades-sede da Copa do Mundo, que acontecerá em 2014.

A Telebrás, com ou sem parceiros locais, construirá a rede de fibra ótica para a internet ultrarrápida. O foco inicial serão os eventos esportivos, mas a infraestrutura estará disponível para que empresas a utilizem para oferecer o serviço (pago) posteriormente à população.

Na capital fluminense, sede do projeto-piloto da Rio+20, para a implantação do serviço foi firmado um acordo entre o Iplan-Rio e a Telebrás, que vai desenvolver projetos conjuntos de rede e definir a captação de recursos. Ainda não há locais pré-definidos de implantação da infraestrutura, mas o Porto do Rio deverá sediar a Rio+20.

Para a Copa das Confederações, as redes devem estar prontas em dezembro de 2012 e para a Copa do Mundo, um ano depois. Os estádios precisarão ter duas redes de fibra ótica, uma delas para back-up. Poderão ser utilizadas as redes da Petrobras e das empresas de energia. O atendimento em Manaus, o mais complicado, foi solucionado com redes da Oi e da Embratel.

A Telebrás e a Eletronorte fecharam ontem um acordo operacional de troca de capacidade, isto é, uma empresa utilizará a rede de fibra ótica da outra para transmissão de dados para antecipar a oferta de banda larga no Norte e Centro-Oeste. As redes da Eletronorte de Porto Velho, em Rondônia, até Barra do Peixe, no Mato Grosso, e de lá até Brasília, já estão prontas.

Mas a Telebrás precisa ainda instalar os chamados pontos de presença. Em 90 dias, segundo a empresa, a demanda pelo serviço de banda larga começará a ser atendida.
Acordo com a Telebrás leva TIM ao interior

Empresa deverá levar internet rápida a preços populares a até mil municípios do País até o fim de 2012

O Estado de S.Paulo - 14/07/2011

Um contrato assinado entre a Telebrás e a TIM para o fornecimento de internet rápida a preços populares dentro do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deve alcançar até mil municípios até o fim de 2012.

De acordo com anúncio feito ontem no Ministério das Comunicações, o acordo para o uso recíproco das infraestruturas deve entrar em operação a partir de setembro, mas em apenas quatro cidades - duas em Goiás e duas no Distrito Federal.

O plano popular de internet móvel da TIM oferecerá velocidade inicial de 1 megabit por segundo (Mbps) por R$ 35 mensais. O serviço, porém, terá limitação do consumo de dados a 500 megabytes de download por mês.

A partir desse ponto, a velocidade cairá para 128 quilobits por segundo (kbps). O plano de universalização do acesso à banda larga, porém, prevê que a velocidade das conexões deve chegar a 5 Mbps até meados de 2014.

Para o diretor de Marketing da operadora, Rogerio Takayanagi, as dificuldades que a TIM possuía em alcançar municípios do interior do Brasil devem ser superadas graças ao acordo.

O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, adiantou que outras oito cidades do Estado de Tocantins contarão com o plano da operadora em breve, e outras companhias devem firmar contratos com a estatal nos próximos meses.

Eletronorte
Bonilha também comemorou o acordo firmado com a Eletronorte, que deve acelerar o atendimento da Região Norte pelo programa de universalização do acesso à banda larga.

"Poderemos realizar uma antecipação do atendimento, que não estava prevista no orçamento da companhia deste ano, que é apertado", disse o executivo. "Vamos fazer acordos com várias empresas e evitar construir infraestrutura onde já existe", completou.

Já o diretor-presidente da Eletronorte, Josias Matos de Araújo, afirmou que o acordo com a Telebrás e outras operadoras para o fornecimento da banda larga popular poderá diminuir a tarifa de energia cobrada pela companhia aos consumidores.

"A cada quatro anos a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) leva em conta outros negócios que temos para determinar a modicidade tarifária", concluiu.

Além da TIM, outras operadoras como Oi, Telefônica, Vivo, Sercomtel e Algar também já firmaram contratos no âmbito do PNBL, mas com o Ministério das Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Telebrás firma parcerias com o setor público e privado

Telebrás - 13/07/2011

As empresas Tim e Eletronorte são as mais novas parceiras da Telebrás na implementação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Na manhã desta quarta-feira (13.07) a estatal fechou parceria com a Tim que vai utilizar a sua rede para promover o acesso à banda larga móvel em desktops e notebooks via modem. A solenidade foi realizada no Gabinete do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em Brasília.

Os serviços serão oferecidos inicialmente em Santo Antônio do Descoberto e Águas Lindas, no Goiás, e em Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal. Mas a expectativa é contemplar 1000 cidades do país até 2012 com o plano criado pela empresa especialmente para esta parceria.

Conforme regras estabelecidas pelo PNBL, a Tim vai oferecer conexão à web com velocidade de até 1Mbps nominal por R$ 35 mensais. Também deverá garantir um mínimo de 20% dessa velocidade de acordo com os critérios de avaliação definidos na Metodologia para Análise de Qualidade de Acesso à Internet em Banda Larga Fixa emitida pelo Inmetro.

Já a cooperação com Eletronorte possibilitará que a rede da Telebrás chegue mais rapidamente e ainda este ano a estados como Maranhão, Pará, Amapá, Mato Grosso, Rondônia e Acre. Com isso, ambas as empresas vão trocar capacidade de rede para otimizar a infraestrutura de telecomunicações. A Eletronorte, assim como as demais empresas do setor elétrico, também já tem contrato com a Telebrás para a cessão do uso das fibras ópticas instaladas nas linhas de transmissão de energia elétrica.

Na ocasião também foi firmado um protocolo de intenções com a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) para o desenvolvimento de ações conjuntas no âmbito do PNBL. O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, destacou a relevância das parcerias que estão sendo firmadas e que as mesmas fortalecem o papel da Telebrás no Programa Nacional de Banda Larga.

O ministro Paulo Bernardo ressaltou que os acordos firmados são fruto de alguns meses de tratativas junto aos novos parceiros e que a cooperação com a Eletronorte vai agilizar o atendimento dos estados do Norte. Ele reconheceu que o Norte do País enfrenta um “apagão” em termos de acesso à internet e disse que tem recebido “cobranças amistosas” por parte de deputados e senadores, muitos deles presentes ao evento, para acelerar a inclusão digital da região.

O ministro citou o exemplo de moradores do Amapá que chegam a pagar R$ 220,00 por mês para ter acesso a uma internet com velocidade de 128 Kpbs. “Isso é proibitivo”, frisou o ministro, destacando que a meta é levar o PNBL à região com a garantia de internet a R$ 35,00 a uma velocidade de 1 Mbps.

Na ocasião o ministro revelou que o governo federal vai realizar um projeto piloto com internet ultrarrápida durante a Rio Mais 20, conferência da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável, que será celebrada no Rio de Janeiro no próximo ano. O objetivo é testar a implantação dos serviço de internet em mega velocidade e a telefonia móvel de 4ª geração, a chamada 4 G. Paulo Bernardo disse que o projeto piloto será importante para garantir internet ultrarrápida nas cinco cidades que vão sediar a Copa das Confederações, em 2013, e também para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Além disso, o ministro disse que “o governo está trabalhando para ter internet de 5 Mbps amplamente ofertada no Brasil até 2014”.

Para acelerar o PNBL e expandir o acesso à internet, o ministro também anunciou que o governo quer incentivar a expansão das redes de telecomunicações no País. Para isso, deverá reduzir os impostos que incidem sobre equipamentos que compõe a infra-estrutura da rede como fibra ótica, antena e roteadores. Entre os incentivos, Paulo Bernardo citou a isenção de PIS e Confins, além da desoneração que beneficia equipamentos incluídos no Processo Produtivo Básico (PPB) e que incluem componentes nacionais.

Entre as autoridades presentes na solenidade estavam os senadores Romero Jucá, Valdir Raupp, Randolfe Rodrigues, Geovani Borges, Aníbal Diniz, Acir Gurgacz e Ângela Portela e os deputados federais Sebastião Bala Rocha, Teresa Surita, Lourival Mendes e Dalva Figueiredo.

Outras parcerias para o PNBL
A Empresa Municipal de Informática do Rio de Janeiro (Iplan-Rio) é outra parceira da Telebrás e já havia firmado um termo de cooperação para possibilitar o desenvolvimento de projetos conjuntos de rede, em especial, aqueles relacionados ao atendimento das demandas de conexão que a cidade terá ao sediar competições e eventos internacionais. É o Caso da Copa das Confederações em 2013, o Rio + 20 em 2012 e os Jogos Olímpicos em 216.

Com a finalidade de acelerar a conexão da Região Norte por meio do PNBL, a Telebrás também vai trabalhar em conjunto com a Federação das Associações de Municípios do Estado do Pará (Famep) para a interconexão de redes. O termo de cooperação havia sido assinado em abril passado. Participaram ainda da solenidade representantes da Associação dos Municípios do Alto Jacuí (Amaja), no RS, que já firmou uma cooperação com a Telebrás para prestar assessoria técnica para o desenvolvimento de um projeto de cidades digitais na região.



Telebrás e Eletronorte fecham parceria para banda larga na Amazônia

Folha de Boa Vista - 13/07/2011

Solenidade de assinatura dos contratos para implantação do Plano Nacional de Banda Larga contou com a presença de parlamentares da região Norte

Com a presença de senadores e deputados de vários estados da Amazônia, o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, e o presidente da Eletronorte, Josias Matos de Araujo, assinaram o contrato para uso recíproco de infraestruturas a fim de implantar o Plano Nacional de Banda Larga na Região Norte. Na prática, o contrato permitirá que a Telebrás use as redes de fibra ótica presentes nas linhas de transmissão da Eletronorte para interiorizar a banda larga na Amazônia.

O presidente da Telebrás afirmou que a parceria vai possibilitar a antecipação do atendimento na Região Norte. Na primeira vez em que falou em Plano Nacional de Banda Larga, o governo federal estimou que algumas regiões da Amazônia só seriam atendidas a partir de 2014 por ausência de fibras óticas. Com a assinatura dos contratos ontem, no gabinete do ministro das Comunicações, Caio Bonilha disse que será possível, agora, antecipar este cronograma e atender mais de 1.000 cidades em todo o país até 2012.

O ministro Paulo Bernardo também destacou, entre os diversos contratos assinados hoje, a parceria com a Eletronorte. “Convidamos os parlamentares porque o contrato com a Eletronorte vai permitir atender a Região Norte. Temos recebido cobranças muito enfáticas, mas que são corretas, justas e pertinentes”, afirmou o ministro, citando pessoalmente a senadora Ângela Portela (PT/RR) que, segundo ele, foi a primeira a procurá-lo para pedir a inclusão de Roraima no PNBL.

Paulo Bernardo reconheceu que grande parte da Região Norte vive um verdadeiro apagão de internet e que, além dos preços proibitivos cobrados pelas empresas de telefonia, onde o serviço existe a qualidade é muito ruim. “Começamos hoje a resgatar essa deficiência porque reconhecemos que estamos em dívida com a população dos estados da Amazônia”. Bernardo ressaltou que inicialmente o PNBL oferecerá pacotes de 1 Mbps (Megabit por segundo) a 35 reais, mas que o objetivo é chegar a 2014 com pacotes de 5 Mbps, cinco vezes mais rápidos.

Em conversa com a senadora Ângela Portela o ministro Paulo Bernardo informou que Roraima, por já ter uma linha de transmissão da Eletronorte dotada de fibras óticas, será um dos primeiros estados a participar do Plano Nacional de Banda Larga após essa assinatura do contrato com a Telebras. Ele lembrou que, além das operadoras de telefonia, a Telebras poderá fazer parcerias também com os provedores locais, com empresas públicas estaduais e municipais e com as prefeituras para a oferta de internet mais rápida e mais barata.
Telebrás/TIM alcançará mil cidades até o final de 2012

Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, e Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, serão os primeiros municípios a contarem com o plano popular de internet móvel da TIM

Agência Estado - 13/07/2011

O contrato entre a Telebrás e a TIM para o fornecimento de internet rápida a preços populares dentro do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deve alcançar até 1 mil municípios até o fim de 2012. De acordo com anúncio feito hoje (13/07) no Ministério das Comunicações, o acordo para o uso recíproco de infraestrutura deve entrar em operação a partir de setembro, mas em apenas quatro cidades.

Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, e Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, serão os primeiros municípios a contarem com o plano popular de internet móvel da TIM, com velocidade inicial de 1 megabits por segundo por R$ 35 mensais. O serviço, porém, terá limitação do consumo de dados a 500 MB de download por mês. A partir desse ponto, a velocidade cairá para 128 kilobits por segundo.

O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, adiantou que outras oito cidades do Tocantins contarão com o plano em breve. "Daremos tratamento isonômico à TIM e aos demais provedores. O fato de a TIM ter contrato com a Telebrás em mil cidades não dará nenhuma vantagem para a empresa em cidades específicas", acrescentou o executivo.

O diretor do Marketing da operadora, Rogerio Takayanagi, destacou a dificuldade que a TIM possuía em alcançar municípios do interior do País, que deve ser agora superada graças ao acordo com a Telebrás. "O Brasil tem uma demanda reprimida muito grande, porque o serviço custa caro e não tem infraestrutura", afirmou.

Bonilha também comemorou o acordo firmado com a Eletronorte, que deve acelerar o atendimento da Região Norte pelo programa de universalização do acesso à banda larga. Ele destacou a possibilidade de a Telebrás utilizar a rede que a companhia energética possui entre Porto Velho (RO) e Barra do Peixe (MT).

A Telebrás está finalizando a ligação entre a cidade mato-grossense e Brasília. "Poderemos realizar uma antecipação do atendimento, que não estava prevista no orçamento da companhia deste ano, que é apertado", disse Bonilha. "Vamos fazer acordos com várias empresas e evitar construir infraestrutura onde já existe", completou.

Já o diretor-presidente da Eletronorte, Josias Matos de Araújo, afirmou que o acordo com a Telebrás e outras operadoras para o fornecimento da banda larga popular poderá diminuir a tarifa de energia cobrada pela companhia aos consumidores. "A cada quatro anos a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) leva em conta outros negócios que temos para determinar a modicidade tarifária", concluiu.

TIM firma acordo com Telebrás para oferecer internet a R$ 35

Convergência Digital :: 13/07/2011

Com um contrato inicial de 40 Mbps, firmado com a Telebrás, a TIM vai oferecer, a partir de setembro, acesso a internet nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga – ou seja, conexões de 1Mbps por R$ 35. Esta capacidade inicial é para atendimento em quatro cidades – duas em Goiás, duas no Distrito Federal – mas a meta da operadora é ampliar o serviço a mil localidades até o fim do próximo ano.

Além das quatro primeiras cidades – Santo Antônio do Descoberto e Águas Lindas, em Goiás, e Samambaia e Recanto das Emas, no DF – outras oito, ainda não reveladas, devem fazer parte da primeira ampliação do contrato já firmado, pelo qual a Telebrás vende capacidade entre R$ 120 e R$ 200 o megabit.

Segundo o diretor de Marketing da TIM, Rogério Takayanagi, as mil cidades previstas até o fim de 2012 serão discutidas com a própria Telebrás e o Ministério das Comunicações, mas a empresa adianta que parte da lista vai contemplar municípios onde já existem obrigações de cobertura pelo leilão 3G. A rede da Telebrás, no entanto, deverá garantir maior capacidade às conexões.

Semelhante aos termos acordados entre o Minicom e as concessionárias, a oferta da TIM a R$ 35 também prevê um limite para download, ainda que sensivelmente superior àquele previsto para as conexões móveis conforme o Termo de Compromisso assinado entre as teles e o governo.

No caso da TIM, esse limite será de 500 MB – similar, portanto, ao que as concessionárias deverão oferecer nos acessos fixos. Quando os consumidores esgotarem esse limite, dentro do período mensal dos contratos, o acesso de 1Mbps será reduzido para 128 kbps.

A diferença mais significativa em relação ao acordo com as concessionárias, no entanto, é que o PNBL nos moldes da Telebrás já impõe uma garantia mínima de qualidade. No caso, a estatal exige o cumprimento dos critérios definidos pelo Inmetro e pelo Comitê Gestor da Internet (CGI).

O principal deles é a garantia de entrega de, pelo menos, 20% da velocidade contratada – o dobro dos 10% praticados atualmente pelo mercado. Além disso, a empresa deve aceitar a instalação de equipamentos de monitoramento de qualidade. Outro ponto é que, nos moldes da Telebrás, cada Mbps só pode ser compartilhado por até 20 clientes.

Telebrás e TIM assinam acordo que inclui Roraima no PNBL

Política com Pimenta - 13/07/2011

Brasília – A Telebrás anunciou nesta quarta (13), durante cerimônia com a presença do ministro do planejamento, Paulo Bernardo, parceria com a empresa TIM para levar internet móvel a preço popular para 1000 cidades brasileiras até o fim de 2012. Roraima foi incluído neste acordo, que faz parte do PNBL – Plano Nacional de Banda Larga, a pedido do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB/RR).

Participaram do anúncio deste acordo, além do ministro Paulo Bernardo, o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, além do presidente da Intelig, Antonino Ruggiero, e dos diretores de Assuntos Regulatórios e de Marketing da TIM Brasil, respectivamente, Mario Girasole e Rogério Takayanagi; além dos parlamentares de Roraima como os deputados Édio Lopes (PMDB/RR) e Teresa Surita (PMDB/RR ).

- Roraima entra de fato agora no PNBL e, sem dúvida o serviço vai melhorar agora com a concorrência entre as duas empresas que estarão operando o serviço de internet no estado, a Oi e a TIM. É uma grande vitória e temos que continuar cobrando melhor atendimento para nossa população – disse o senador Romero Jucá.

O Ministro Paulo Bernardo ressaltou durante a cerimônia, que a cobrança pela ampliação da banda larga na região norte é constante e justa por parte da bancada: - Recebo cobrança quase que semanalmente do líder do governo, Romero Jucá, não só para ampliar o atendimento, mas por um serviço de qualidade, e é isto que estamos fazendo com o anúncio deste acordo – disse ele.

Acesso à internet por R$ 35 reais mensais

Pioneira, a iniciativa utilizará a rede móvel da operadora, que possui abrangência nacional, para promover o acesso à banda larga móvel em desktops e notebooks via modem, e está em linha com o comprometimento da companhia com a inclusão digital.

O principal diferencial do projeto, disponível inicialmente em duas cidades de Goiás e duas do Distrito Federal, é a massificação do acesso à internet móvel com o plano Liberty Web Popular, criado especialmente para esta parceria. A oferta oferece conexão à web com velocidade de até 1Mb por R$ 35 mensais – o valor foi estabelecido como uma das diretrizes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Até o fim do próximo ano, a expectativa das empresas parceiras é contemplar 100 cidades do país com o Plano.

"Desde que mudamos o modelo de tarifação no segmento de voz, sinalizamos nossa preocupação em oferecer soluções de mobilidade plena para os brasileiros, com planos mais acessíveis. Consolidamos a estratégia com os planos de dados cobrados de forma ilimitada, simples e com preços competitivos. Nesta parceria da TIM com o governo federal, o consumidor será o principal beneficiado. Terá acesso de qualidade à internet móvel por um preço que cabe no seu bolso", diz Rogério Takayanagi, diretor de Marketing da TIM Brasil.

Com início de comercialização prevista até setembro de 2011, o Liberty Web Popular estará disponível em cidades do entorno de Brasília. Para contratar, bastará comparecer a um ponto de venda credenciado da TIM com comprovante de residência em um desses municípios. O minimodem sai por R$ 96, parcelado em até 12 vezes de R$ 8 no cartão de crédito. A venda do plano Liberty Web Popular será limitada a um acesso por CPF.

"É compromisso da TIM trabalhar para promover a inclusão digital para o maior número possível de consumidores", avalia Mario Girasole, diretor de Assuntos Regulatórios da TIM Brasil.

Acordo vai antecipar banda larga no Norte e no Centro-Oeste

Rede da estatal será usada para levar internet rápida a preços populares até o Maranhão, o Pará, o Amapá, o Acre, Rondônia e o Mato Grosso

Exame - 13/07/2011

Brasília - A Telebras assinou hoje (13) um acordo com a Eletronorte para acelerar o início da implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) nas regiões Norte e Centro-Oeste do país. Com o uso de redes da estatal, será possível levar a banda larga a preços populares aos estados do Maranhão, do Pará, do Amapá, do Acre, de Rondônia e do Mato Grosso.

O presidente da estatal, Caio Bonilha, disse que o acordo de cooperação técnica vai propiciar a antecipação do atendimento dessas regiões, que é uma antiga reivindicação da população. “Também vamos fazer outros acordos com outras empresas para atender mais rapidamente e evitar construir infraestrutura onde já existe”, informou.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a reivindicação da população da região Norte pela banda larga a preços populares é justa. Segundo ele, no Amapá, por exemplo, é cobrado R$ 220 por mês pelo acesso à internet com velocidade de 128 quilobits por segundo (kbps). “Isso é uma coisa proibitiva, além da qualidade ser ineficiente, é inacessível à imensa maioria da população”, disse.


Telebrás e Eletronorte assinam acordo de troca de capacidade de rede


Tele.Síntese - 13/07/2011


Com essa iniciativa, a estatal de telecom pretende antecipar a oferta de rede para a região Norte

Os presidentes da Telebrás, Caio Bonilha, e da Eletronorte, Josias Matos de Araújo, assinaram hoje um protocolo de intenção para uso recíproco da infraestrutura de fibra óptica das duas empresas.

Segundo Bonilha, com este acordo, a Telebrás conseguirá antecipar as metas de atendimento da Região Norte brasileira, que anteriormente estavam previstas no PNBL para serem contempladas em dois ou três anos

Araujo explicou que este acordo é diferente do que está previsto no decreto do ex-presidente Lula, que lançou o PNBL, porque este acordo refere-se a troca de capacidade, ou troca de serviços, enquanto o primeiro era um termo de cessão de fibras. Com este convênio, afirmaram os executivos, a Telebrás irá usar a rede de fibra óptica da concessionária de energia elétrica para levar a banda larga para os estados do Maranhão, Pará, Amazonas, Mato Grosso, Acre e Rondônia.

Em alguns desses estados, a Telebrás terá que construir o ponto de presença. A Eletronorte tem, por exemplo, a rede de fibra que liga Porto Velho (capital de Rondônia) à cidade de Barra do Peixe, em Mato Grosso. Para usar esta rede, a Telebrás irá construir um ponto de presença em Barra do Peixe e permitir que a Eletronorte ligue a sua rede até Brasília.

Segundo Araújo, este acordo não irá afetar a tarifa de energia elétrica, pois é simplesmente uma troca de capacidade, não havendo geração de novas receitas. Pelas regras do setor elétrico, as receitas auferidas pelas concessionárias com outros serviços que não o de energia devem ser consideradas para reduzir as tarifas de energia, a cada revisão tarifária, que ocorre a cada três ou quatro anos.


Acerto entre Telebrás e Eletronorte antecipa banda larga na região Norte


Convergência Digital :: 13/07/2011

A Telebrás e a Eletronorte firmaram nesta quarta-feira, 13/7, um novo acordo que prevê a troca de capacidades de rede de forma a permitir que a estatal antecipe a oferta de conexões nas regiões Norte e Centro-Oeste, além do Maranhão.

Com o acordo, a Telebrás já poderá começar a atuar no Pará, Acre e Maranhão. Também está prevista a chegada dos acessos no Amapá, Rondônia e Mato Grosso, mas nesses casos ainda há necessidade de instalação de infraestrutura.

Isso porque o acordo prevê a troca de capacidades entre as estatais, especialmente no trecho entre Porto Velho (RO) e Ribeirãozinho (MT), do lado da Eletronorte, e entre Brasília e Ribeirãozinho, da parte da Telebrás.

Com a presença de senadores e deputados da região, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, destacou que esse acordo atende às cobranças "amistosas, mas muito enfáticas", que vinham sendo feitas ao PNBL pela bancada amazônica, que ainda não tinha previsão de atender a região mais carente do país. "E que considero justas e pertinentes", destacou o ministro.

O ministro disse que reconhecia as críticas e os apelos de parlamentares da região, pois de fato havia quase que um 'apagão' em relação à Internet naquela região. Mas ressaltou que o governo cumpre agora a promessa de garantir a universalização do acesso à Internet no Norte do Brasil com preço de R$ 35

Segundo o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, nesse caso a empresa precisa concluir a implantação da rede, o que ele calcula estará concluído nos próximos dois meses. No caso do Amapá, há investimentos previstos pela Eletronorte.

Como se trata de troca de capacidades, a rede da Eletronorte está pronta para atender as demandas que chegam à Telebrás nos estados mencionados. “Isso vai permitir a antecipação do acesso às regiões Norte e Centro-Oeste, que não conseguiríamos fazer agora”, explicou Bonilha.

Acordos

A demanda já existe. Além do acordo com a Eletronorte, a Telebrás firmou um convênio com a Federação das Associações de Municípios do Estado do Pará, com o objetivo de garantir interconexão de redes – convênio que, segundo a estatal, vai acelerar a oferta no estado.

Também foi assinado um termo de compromisso com a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), com objetivo de oferta de conexões para os associados – a entidade atua em 17 estados, entre eles Pará e Mato Grosso.

Finalmente, a Telebrás também firmou um acordo de cooperação com a Associação dos Municípios do Alto Jacuí, do Rio Grande do Sul, que prevê a prestação de assessoria técnica para projetos de cidades digitais na região. Pelo menos um dos municípios – Lagoa dos Três Cantos – quer levar fibra óptica a todos os domicílios da cidade, que tem 1,5 mil habitantes.



TIM e Telebrás iniciam oferta de banda larga popular a R$ 35 por mês


Valor - 13/07/2011

BRASÍLIA – A TIM e a Telebrás assinaram hoje os acordos que permitirão o início imediato da oferta de conexão à internet, com velocidade de 1 Megabit por segundo (Mbps), ao custo mensal de R$ 35. A oferta de banda larga popular começará em duas cidades do Distrito Federal (Samambaia e Recanto das Emas) e outras duas de Goiás (Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto).

O acordo firmado entre as duas companhias prevê o atendimento de 1.000 cidades até o fim de 2012. “A TIM foi a primeira grande operadora a aderir ao plano”, disse presidente da Telebrás, Caio Bonilha, ao se referir ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

A operadora de celular criou uma versão do plano Liberty Web para atender à demanda da população por meio do PNBL. De acordo com a companhia, os interessados em aderirem ao plano terão que se dirigir a um dos pontos de venda da companhia com comprovante de residência das cidades contempladas. O modem sairá por R$ 96, podendo ser parcelado em até 12 vezes.

A Telebrás informou que a TIM deverá garantir um mínimo de 20% da velocidade contratada. Segundo a estatal, os critérios de qualidade adotados estão de acordo com metodologia do Inmetro.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que a parceria não prevê aplicação de recursos públicos e nem subsídios. “Trata-se apenas de acordos comerciais”, salientou. Ele lembrou que o governo está trabalhando para garantir uma oferta de acesso à internet de 5 Mbps “amplamente ofertada em 2014”.

O diretor de Marketing da TIM Brasil, Rogerio Takayanagi, afirmou que a companhia pretende alcançar 30 mil quilômetros de redes de alta capacidade de tráfego de dados (backbone) no ano que vem. Nessa conta, ele considerou as redes de fibras ópticas da Intelig e de outros convênios, inclusive o firmado hoje com a Telebrás. “Com o transporte [de dados] da Telebrás, a gente consegue chegar com velocidade alta”, disse ao ressaltar as vantagens proporcionada pelos acordos comercias.

Durante a cerimônia, foram assinados também parcerias para compartilhamento de rede entre a Telebrás e a Eletronorte. A expectativa é viabilizar a oferta de serviços em estados da região Norte. Bernardo afirmou que os acordos comerciais também vão garantir a oferta de "internet ultra-rápida" nas cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo, em 2014.
Governo quer reduzir impostos para telecomunicações

PIS/Cofins para instalação de fibras ópticas pode ser reduzido

Exame - 13/07/2011

Brasília - O governo está estudando a redução de impostos para a construção de redes de telecomunicações. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (13) que está sendo avaliada a criação de um regime especial de tributação para redução de impostos como PIS/Cofins para equipamentos e redes de fibras ópticas. Segundo ele, o barateamento vai incentivar a construção de novas redes.

“O acordo que fizemos com as empresas vai massificar muito largamente a internet e se não tiver a infraestrutura podemos ter problemas. Com isso estamos apostando que vai ter grandes investimentos também”, explicou.

Hoje, a operadora TIM assinou um acordo com a Telebras para adesão ao Plano Nacional de Banda Larga, possibilitando a oferta de internet móvel a R$ 35 em algumas cidades.

Paulo Bernardo explicou que, assim como já foi feito com outros equipamentos como modem e computador, as empresas que aderirem ao Processo Produtivo Básico poderão ter mais descontos. “Vamos definir isso nos próximos dias, mas até agora está transitando bem no governo, não tem dificuldades, que eu tenha percebido”, disse o ministro.
TIM e Telebrás levam internet móvel a 1000 cidades

AdNews - 13/07/2011

A TIM Brasil fechou contrato com a Telebrás para participar do programa do governo federal de universalização do acesso à internet no Brasil. O anúncio foi feito hoje em cerimônia realizada no Ministério das Comunicações, com presença do Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, do presidente da Telebrás, Caio Bonilha, além do presidente da Intelig, Antonino Ruggiero, e dos diretores de Assuntos Regulatórios e de Marketing da TIM Brasil, respectivamente, Mario Girasole e Rogerio Takayanagi.

A iniciativa utilizará a rede móvel da operadora, que possui abrangência nacional, para promover o acesso à banda larga móvel em desktops e notebooks via modem, e está em linha com o comprometimento da companhia com a inclusão digital.

O projeto, disponível inicialmente em duas cidades de Goiás e duas do Distrito Federal, é a massificar o acesso à internet móvel com uma versão do plano Liberty Web, criada especialmente para esta parceria. A oferta oferece conexão à web com velocidade de até 1Mbps por R$ 35 mensais – o valor foi estabelecido como uma das diretrizes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Até o fim do próximo ano, a expectativa das empresas parceiras é contemplar 1000 cidades do país com o Plano.

“Desde que mudamos o modelo de tarifação no segmento de voz, sinalizamos nossa preocupação em oferecer soluções de mobilidade plena para os brasileiros, com planos mais acessíveis. Consolidamos a estratégia com ofertas de dados cobradas de forma ilimitada, simples e com preços competitivos. Nesta parceria da TIM com o governo federal, o consumidor será o principal beneficiado. Terá acesso de qualidade à internet móvel por um preço que cabe no seu bolso”, diz Rogerio Takayanagi, diretor de Marketing da TIM Brasil.

Com início de comercialização prevista até setembro de 2011, o plano estará disponível nas cidades de Samambaia, Recanto das Emas, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto. Para contratar, bastará comparecer a um ponto de venda credenciado da TIM com comprovante de residência em um desses municípios. O minimodem sai por R$ 96, parcelado em até 12 vezes de R$ 8 no cartão de crédito. A venda do plano será limitada a um acesso por CPF.

A parceria com a Telebrás é um dos grandes marcos deste ano. Estamos trabalhando a quatro mãos com o governo para definição das próximas cidades a serem contempladas pelo PNBL e nossa meta é superar 1000 localidades até o final de 2012. É compromisso da TIM trabalhar para promover a inclusão digital para o maior número possível de consumidores”, avalia Mario Girasole, diretor de Assuntos Regulatórios da TIM Brasil.
Rio contará com banda larga ultrarrápida para Rio 20

O Globo - 13/07/2011

BRASÍLIA - A primeira cidade a contar com banda larga ultrarrápida será o Rio de Janeiro. O governo decidiu implantar o serviço em junho de 2012 quando acontecerá a Rio 20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável). A internet ultrarrápida tem velocidades de 50 megabits por segundo (Mbps) até 100 Mbps. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que depois ela será ampliada em 2013 para as cinco cidades onde acontecerão os jogos da Copa das Confederações; e em 2014 para as cidades da Copa do Mundo.

Paulo Bernardo disse que até a Rio 20 o país ainda não terá realizado a licitação da 4G (telefonia móvel de alta velocidade) e precisará de um serviço rápido para receber cerca de 170 chefes de Estado.

- Começamos com uma licença especial da Agencia Nacional de Telecomunicações (Anatel) - disse o ministro.

Para a implantação do serviço, foi firmado um acordo entre a Empresa Municipal de Informática do Rio de Janeiro (Iplan-Rio) e a Telebrás com a finalidade de desenvolver projetos conjuntos de rede.

[A cerimônia, que aconteceu hoje no Ministério das Comunicações teve a assinatura de contrato da Telebrás com a Empresa Municipal de Informática (IplanRio), do Rio de Janeiro, para que a Telebrás forneça a tecnologia de comunicação de grandes eventos que acontecerão na cidade nos próximos anos, desde a Cúpula Rio +20 até os Jogos Olímpicos de 2016. (Agencia Estado)]

Governo quer testar internet ultrarrápida para Copa e Olimpíada

Folha de São paulo - 13/07/2011


O governo quer testar no próximo ano um projeto piloto de internet em altíssima velocidade, uma prévia do que será feito em eventos como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

O teste será feito durante a Conferência Rio+20, conferência das Nações Unidas para discutir desenvolvimento sustentável, que acontecerá no Rio de Janeiro de 4 a 6 de junho de 2012. O governo brasileiro estima a vinda de 180 chefes de estado de todo o mundo.

Conexões ultrarrápidas estão situadas entre as velocidades de 50 mpbs (megabits por segundo) e 100 mpbs. O PNBL prevê, atualmente, conexões com 1 mbps.

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, é possível que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) conceda licenças especiais e transitórias para uso das faixas de freqüência que serão usadas para telefonia 4G. Essas faixas ainda não foram licitadas e tampouco há data prevista para o leilão.

O ministro também falou de conceder mais incentivos às empresas para a construção de redes de fibras ópticas, por meio de um regime especial de tributação de fibras, equipamentos e demais componentes de redes.
Governo assina convênios para plano de banda larga

Folha de São Paulo - 13/07/2011

O governo federal oficializou nesta quarta-feira parcerias com a Eletronorte e a operadora TIM para condução do PNBL (Programa Nacional de Banda).

Com cronograma atrasado, o PNBL terá no acordo com a Eletronorte impulso para chegar às regiões Norte e Centro-Oeste, mesmo sem a revitalização de redes da Eletrobras concluídas.

Pelo acordo firmado hoje, a Eletronorte cede capacidade de transmissão em redes situadas nessas regiões, em troca do direito de transmissão em trechos da rede da Telebrás, ainda em fase de construção.

O acordo é importante porque, até hoje, a Telebrás não tem rede própria de fibras ópticas para tocar o plano de banda larga. Toda sua estrutura foi vendida às concessionárias de telefonia na privatização do setor, em 1998

Segundo o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, com esse acordo, os seguintes Estados começarão a receber conexão do plano dentro de três meses: Maranhão, Pará, Amapá, Mato Grosso, Rondônia, Acre e parte de Goiás.

"Estamos devendo isso para o Norte, é mais um passo dentro do PNBL", disse hoje o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), durante a cerimônia.

Com a TIM foi assinado acordo para fornecimento de banda larga móvel inicialmente em Santo Antônio do Descoberto e Águas Lindas de Goiás (GO), e Samambaia e Recanto das Emas (DF). A empresa projeta que irá chegar a mil cidades em todo o país até 2012.

É o primeiro acordo formal do PNBL com uma operadora, que vai fornecer conexão com velocidade de até 1 mbps (megabit por segundo) por R$ 35 mensais, com um mínimo de 20% dessa velocidade garantido. Início da venda para o consumidor final nas quatro primeiras cidades é até setembro de 2011.

A TIM informou que o modem, que pode ser usado em computadores e notebooks, custa R$ 96, e poderá ser parcelado em até 12 vezes.

Também foi firmado hoje acordo com a Abrint (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações) para parcerias no plano.
TIM fecha parceria com Telebrás para Plano Nacional de Banda Larga

Plano deve oferecer velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35.
Também foram firmadas parcerias com a Eletronorte e com a Abrint.

Do G1 - 13/07/2011

A TIM assinou nesta quarta-feira (13) uma parceria com a Telebrás para fornecer internet rápida sob o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Pelos termos do acordo, o objetivo é levar a internet móvel para mil cidades brasileiras até o fim de 2012.

Até setembro deste ano, a expectativa é que o plano esteja disponível nas cidades de Samambaia, Recanto das Emas, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto, todas do Distrito Federal ou de seu entorno.

"Desde que mudamos o modelo de tarifação no segmento de voz, sinalizamos nossa preocupação em oferecer soluções de mobilidade plena para os brasileiros, com planos mais acessíveis. Consolidamos a estratégia com ofertas de dados cobrados de forma ilimitada, simples e com preços competitivos. [O consumidor] terá acesso de qualidade à internet móvel por um preço que cabe no seu bolso", avaliou Rogerio Takayanagi, diretor de Marketing da Tim Brasil.

Na última sexta-feira (8), a TIM anunciou a aquisição da empresa de telecomunicações da AES Brasil, a Atimus, por R$ 1,6 bilhão, com o intuito de reforçar sua rede de fibra ótica e abranger o mercado residencial.

Eletronorte
A Telebras informou nesta quarta-feira que também foram firmadas parcerias com a Eletronorte, para uso recíproco de infraestrutura, e com a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) para o desenvolvimento de ações conjuntas no âmbito do Plano Nacional de Banda Larga.

"O que estamos fazendo com a Eletronorte vai ter uma grande repercussão na possibilidade de atender com internet a Região Norte. Temos recebido cobranças a todo momento, amistosas mas muito enfáticas, que considero justas, corretas e pertinentes. Reconhecemos que há um apagão [na internet] em grande parte da Região Norte", disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Segundo ele, o estado do Amapá, por exemplo, tem grande deficiência no serviço. "Na residência do governador [do Amapá], ele paga R$ 220 por 128 Kbps. É uma coisa proibitiva para a imensa maioria da população, além da qualidade ser muito deficiente. Queremos levar a internet com preço de R$ 35 para essa população. No Amapá, temos de construir um trecho a mais de cabo de fibra ótica, mas esse convênio já abre espaço para isso", afirmou Bernardo.

Plano Nacional de Banda Larga
O Plano Nacional de Banda Larga teve seu lançamento oficial em maio de 2010. Seu objetivo é massificar até 2014 a oferta de acessos de internet banda larga para a população. O plano será coordenado pelo Ministério das Comunicações e operado pela estatal Telebrás.

A intenção do PNBL é oferecer velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35. As mensalidades dos planos de 1 Mbps oferecidos hoje pela maioria das operadoras custam a partir de R$ 39,90, considerando os preços de São Paulo.

A banda larga poderá chegar a R$ 29,90 nos estados que aceitarem retirar o ICMS do serviço. Os grupos Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel fecharam, em 30 de junho, contratos com o governo.

A expectativa do governo é disponiblizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014.
TIM e Eletronorte fecham acordo para o PNBL

DCI - 13/07/2011


São Paulo - A operadora de telefonia móvel TIM (Telecom Italia) vai assinar hoje, em Brasília, o contrato com a Telebrás firmando parceria no desenvolvimento do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Estarão presentes no encontro, além do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e do presidente da Telebrás, Caio Bonilha, o presidente da Intelig, Antonino Ruggiero, o diretor de Assuntos Regulatórios da TIM, Mario Girasole, e Rogério Takayanagi, diretor de Marketing da TIM. Os executivos da operadora deverão anunciar também os municípios onde o serviço será oferecido.

Outro acordo que também será assinado hoje é entre a Telebrás e a Eletronorte, controlada pela Eletrobras, que deve antecipar de seis a oito meses a implantação do PNBL em Estados das Regiões Norte e Centro-Oeste. O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, informou que a utilização da rede da Eletronorte possibilitará à companhia levar mais rapidamente o programa de universalização do acesso à Internet de alta velocidade aos moradores do Rondônia, Acre, Pará, Amapá, Maranhão, Mato Grosso e do oeste de Goiás.

"Isso permitirá que comecemos a pôr em operação o plano mais rápido, garantindo o acesso das pessoas até que a nossa rede esteja pronta", afirmou Bonilha. O executivo também revelou, sem entrar em detalhes, que empresas estrangeiras de outros setores têm procurado a Telebrás para propor parceria.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Telebrás faz acordo com Eletronorte para banda larga

Agencia Estado - 12/07/2011

BRASÍLIA - Além do contrato com a TIM, que deve ser assinado amanhã, a Telebrás firmará um acordo de cooperação técnica com a Eletronorte para acelerar a entrada em operação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) na Região Norte do País. Segundo informou à Agência Estado o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, o acordo com a Eletronorte permitirá antecipar de seis a oito meses a universalização do acesso à internet rápida pela rede da companhia nos Estados do Maranhão, Pará, Amapá, Acre, Rondônia, Mato Grosso e oeste de Goiás.

"Isso permitirá começarmos a botar em operação o plano em um tempo mais rápido, garantindo o acesso das pessoas até que a nossa rede esteja pronta", afirmou Bonilha.

Segundo ele, um outro acordo entre as duas companhias deve começar a ser discutido ainda nesta semana para a criação da "única vendedora pública brasileira" de infraestrutura de internet, um dos objetivos do governo para dar musculatura ao PNBL.

Bonilha também adiantou que várias outras empresas internacionais têm procurado a Telebrás para propor parcerias para implantação de redes no País nos mesmos moldes do acordo que será assinado amanhã junto à Eletronorte. O presidente da companhia, porém, não informou quais empresas seriam essas, mas revelou que as interessadas pertencem tanto ao setor de telecomunicações como também de outros setores.

Apesar do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ter dito na semana passada que um grande banco privado do exterior estaria interessado em investir em fibras ópticas no Brasil, Bonilha afirmou que a Telebrás ainda não foi procurada.

Segundo o presidente da Telebrás, o orçamento da empresa dentro do PNBL até 2014 é suficiente para cumprir o prazo e levar a internet de até 5 megabits por segundo aos cerca de 4,2 mil municípios que serão atendidos pela rede Telebrás.

Bonilha destacou que o contrato com a TIM, que será assinado amanhã, é o primeiro da Telebrás com uma grande operadora. Mas outros devem ser assinados em breve. Os contratos já assinados com a Oi, Telefônica, Vivo, Sercomtel e Algar foram feitos com o Ministério das Comunicações e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Além desses dois acordos, amanhã também será assinada parceria com a Associação de Pequenos Provedores e algumas associações de municípios dos Estados do Pará e Rio Grande do Sul. A cerimônia, que acontecerá às 11h, terá ainda a assinatura de contrato da Telebrás com a Empresa Municipal de Informática (IplanRio), do Rio de Janeiro, para que a Telebrás forneça a tecnologia de comunicação de grandes eventos que acontecerão na cidade nos próximos anos, desde a Cúpula Rio +20 até os Jogos Olímpicos de 2016.

Provedores regionais e Telebrás assinarão amanhã termo de compromisso pelo PNBL

Plano Nacional de Banda Larga prevê a oferta de internet a R$ 35,00

ABRINT - 12/07/2011

Wardner Maia, presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (ABRINT) assinará na manhã desta quarta-feira (13) um termo de compromisso com a Telebrás e Ministério das Comunicações que prevê a adesão dos provedores regionais ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

O documento será assinado por Maia, Caio Bonilha, presidente da Telebrás, e o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações. O encontro acontecerá às 11h na sede da Telebrás, em Brasília (DF).

O texto do acordo prevê que "a empresa Prestadora de Serviços de Telecomunicações deverá fornecer um produto popular para acesso a internet aos seus assinantes a velocidade nominal de 1 megabit, pelo preço máximo de R$ 35,00 mensais".

Maia observa que os valores dos links para acesso à Internet oferecido aos provedores pelas concessionárias são variáveis e, dependendo da região, tem preços abusivos. "O grande problema do nosso modelo é que as concessionárias, que compraram concessões de telefonia fixa mudaram seu foco e tornaram-se ao mesmo tempo fornecedoras de insumos aos provedores e suas principais concorrentes, já que atuam no mercado final", diz.

Ele observa que a Telebrás, por sua vez, além de praticar valores mais justos, próximos a R$ 100,00 por megabit contratado, tem o compromisso de não atuar no varejo. "Eles usarão a capilaridade dos provedores regionais para fomentar o PNBL", avalia.
TIM fechará parceria com Telebrás para Plano Nacional de Banda Larga

Plano deve oferecer velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35.
Na sexta (8), a Tim comprou a AES Brasil por R$ 1,6 bilhão.

Do G1, com informações da Reuters - 12/07/2011


A TIM vai assinar na quarta-feira (13) uma parceria com a Telebrás para fornecer internet rápida sob o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), informou a companhia em comunicado.

No evento, estarão presentes o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo e o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, além dos diretores da TIM Mario Girasole e Rogério Takayanagi. O presidente da Intelig, comprada pela TIM em 2009, Antonino Ruggiero também estará presente.

Na última sexta-feira (8), a TIM anunciou a aquisição da empresa de telecomunicações da AES Brasil, a Atimus, por R$ 1,6 bilhão, com o intuito de reforçar sua rede de fibra ótica e abranger o mercado residencial.

O Plano Nacional de Banda Larga teve seu lançamento oficial em maio de 2010. Seu objetivo é massificar até 2014 a oferta de acessos de internet banda larga para a população. O plano será coordenado pelo Ministério das Comunicações e operado pela estatal Telebrás.

A intenção do PNBL é oferecer velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35. As mensalidades dos planos de 1 Mbps oferecidos hoje pela maioria das operadoras custam a partir de R$ 39,90, considerando os preços de São Paulo. A banda larga poderá chegar a R$ 29,90 nos estados que aceitarem retirar o ICMS do serviço. Os grupos Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel fecharam, em 30 de junho, contratos com o governo.

A expectativa do governo é disponiblizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014.

TIM fechará parceria com Telebrás para PNBL

Terra - 12/07/2011

A TIM Participações vai assinar na quarta-feira uma parceria com a Telebrás para fornecer Internet rápida sob o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), informou a companhia em comunicado.

No evento, estarão presentes o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo e o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, além dos diretores da TIM Mario Girasole e Rogério Takayanagi. O presidente da Intelig, comprada pela TIM em 2009, Antonino Ruggiero também estará presente.

Na última sexta-feira, a TIM anunciou a aquisição da empresa de telecomunicações da AES Brasil, a Atimus, por 1,6 bilhão de reais, com o intuito de reforçar sua rede de fibra ótica e abranger o mercado residencial.

O PNBL, coordenado pelo Ministério das Comunicações e operado pela estatal Telebrás, tem como meta expandir o acesso à banda larga para todo o Brasil até 2014.

Os grupos Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel fecharam, em 30 de junho, contratos com o governo para fornecer Internet com velocidade de 1 megabit por segundo a 35 reais por mês.


TIM fecha acordo com Telebrás e adere ao PNBL


Teletime - 12/07/2011

Conforme antecipou este noticiário, a TIM será a próxima parceira da Telebrás. Em nota, a operadora informa que assinará nesta quarta, 13, o contrato com a estatal como parte do programa de desenvolvimento do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Na ocasião, além do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e do presidente da Telebrás, Caio Bonilha, estarão presentes o presidente da Intelig, Antonino Ruggiero, o diretor de assuntos regulatórios da TIM, Mario Girasole, e Rogério Takayanagi, diretor de marketing da TIM.

Os executivos da TIM deverão anunciar as cidades onde o serviço será oferecido. Em entrevista, publicada na edição de julho da TELETIME, Luciani disse que a expectativa da empresa é ser um dos maiores parceiros da Telebrás.